Industria Textil e do Vestuário - Textile Industry - Ano XVI
A costura é, e sempre foi, uma prática tão presente na humanidade que é um pouco difícil definir, exatamente, quando teve seu início entre nós. Os primeiros registros de instrumentos usados como agulhas (que, na época, eram feitos de ossos e marfim) foi há mais de 30 mil anos. A tecelagem ( técnica de entrelaçar fios transversalmente e longitudinalmente, de forma a se obter tecidos) também remete a tempos longínquos: mais de cinco mil anos atrás, sendo que a tecelagem da época era feita com pelos e, principalmente, couro de animais de caça ou cultivados.
Com o passar do tempo, e o aperfeiçoamento das técnicas de costura, nasceu a profissão de costureiro. Todo o início dessa história mostra que, em seu princípio, ela tinha um uso específico: as roupas eram necessárias pra que ninguém andasse nu pelas ruas e em regiões como a Europa, que tem invernos bem rigorosos, para ser proteger do frio e assim por diante. Até que na recém-descoberta cidade de Çatal Hüyük, uma espécie de comunidade do período neolítico, foi possível encontrar um povo que já preocupava com a estética das vestimentas, algo semelhante em civilizações que existiriam futuramente, como os egípcios e os sumérios. Essas sociedades elevaram o cargo de costureiro a ser um profissional de mais importância. Essa valorização aconteceu principalmente, na sociedade persa, onde se têm registros de peças com mais conforto e mais personalizadas.
Outra época importante para a história da profissão foi a Idade Média, principalmente na Europa, onde teve início a confecção de túnicas de algodão, que protegia do forte frio europeu. Além disso, esse ramo começou a movimentar mais dinheiro, principalmente pelo fato de que, naquele momento, as roupas eram costuradas com detalhes de joias ou pedras preciosas e pela sua melhoria, fruto da crescente habilidade dos artesãos. Assim, como era no início, não havia cursos profissionalizantes pra essa profissão. Com isso, o conhecimento era passado do mestre para o aprendiz. O mestre ( alfaiate) escolhia alguém (aprendiz) para herdar seus conhecimentos. Algumas vezes, esse aprendiz era o próprio filho do mestre; outras vezes, algum outro garoto. A Idade Média fez com que a costura passasse a ser uma atividade lucrativa e concorrida.
A costura teve um caráter artesanal até a Revolução Industrial. Entre as várias mudanças que essa época trouxe, a costura em escala industrial foi uma delas. É nítida essa mudança em países como a Inglaterra, em que a área dos tecidos foi uma das mais atingidas pela Revolução Industrial. Nessa época, começaram a ser feitas máquinas que realizassem mais costuras que os alfaiates faziam, de forma mais rápida e com uma padronização na produção que não podia ser repetida pelos artesãos.
A costura é, e sempre foi, uma prática tão presente na humanidade que é um pouco difícil definir, exatamente, quando teve seu início entre nós. Os primeiros registros de instrumentos usados como agulhas (que, na época, eram feitos de ossos e marfim) foi há mais de 30 mil anos. A tecelagem ( técnica de entrelaçar fios transversalmente e longitudinalmente, de forma a se obter tecidos) também remete a tempos longínquos: mais de cinco mil anos atrás, sendo que a tecelagem da época era feita com pelos e, principalmente, couro de animais de caça ou cultivados.Com o passar do tempo, e o aperfeiçoamento das técnicas de costura, nasceu a profissão de costureiro. Todo o início dessa história mostra que, em seu princípio, ela tinha um uso específico: as roupas eram necessárias pra que ninguém andasse nu pelas ruas e em regiões como a Europa, que tem invernos bem rigorosos, para ser proteger do frio e assim por diante. Até que na recém-descoberta cidade de Çatal Hüyük, uma espécie de comunidade do período neolítico, foi possível encontrar um povo que já preocupava com a estética das vestimentas, algo semelhante em civilizações que existiriam futuramente, como os egípcios e os sumérios. Essas sociedades elevaram o cargo de costureiro a ser um profissional de mais importância. Essa valorização aconteceu principalmente, na sociedade persa, onde se têm registros de peças com mais conforto e mais personalizadas.
Outra época importante para a história da profissão foi a Idade Média, principalmente na Europa, onde teve início a confecção de túnicas de algodão, que protegia do forte frio europeu. Além disso, esse ramo começou a movimentar mais dinheiro, principalmente pelo fato de que, naquele momento, as roupas eram costuradas com detalhes de joias ou pedras preciosas e pela sua melhoria, fruto da crescente habilidade dos artesãos. Assim, como era no início, não havia cursos profissionalizantes pra essa profissão. Com isso, o conhecimento era passado do mestre para o aprendiz. O mestre ( alfaiate) escolhia alguém (aprendiz) para herdar seus conhecimentos. Algumas vezes, esse aprendiz era o próprio filho do mestre; outras vezes, algum outro garoto. A Idade Média fez com que a costura passasse a ser uma atividade lucrativa e concorrida.
A costura teve um caráter artesanal até a Revolução Industrial. Entre as várias mudanças que essa época trouxe, a costura em escala industrial foi uma delas. É nítida essa mudança em países como a Inglaterra, em que a área dos tecidos foi uma das mais atingidas pela Revolução Industrial. Nessa época, começaram a ser feitas máquinas que realizassem mais costuras que os alfaiates faziam, de forma mais rápida e com uma padronização na produção que não podia ser repetida pelos artesãos.
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