Industria Textil e do Vestuário - Textile Industry - Ano XV

Industria Textil e do Vestuário - Textile Industry - Ano XV

O Estado importa 80% da fibra do país asiático. Ou seja, com proibição de importação, o setor têxtil pode parar.

MANAUS - Uma proibição às comercializações de fibra de juta por parte de Bangladesh ameaça paralisar as atividades fabris do segmento têxtil amazonense. Na última segunda-feira (2), o governo do país asiático suspendeu, por meio de Decreto-Lei, o uso de embalagens plásticas de polietileno, fato que resultará no aumento do consumo interno da fibra de juta. Outro agravante é a queda nasafra de fibra na Índia, país vizinho e principal comprador de matéria-prima de Bangladesh, que neste período, deverá pressionar o fornecedor a priorizar o envio de produtos à indústria indiana, desfavorecendo o Brasil e o Amazonas. Inicialmente, a determinação tem validade de 30 dias, prazo que pode ser prorrogável.

O presidente do Sindicato das Indústrias de Fiação e Tecelagem do Amazonas, Sebastião Guerreiro, informa que as duas fabricantes instaladas no PIM, que são: a Brasjuta da Amazônia S/A. Fiação, Tecelagem e Sacaria; e a Empresa Industrial de Juta S/A. correm o risco de paralisar as produções nos próximos dias por falta de fibra, matéria-prima que é importada de Bangladesh. O Amazonas importa 80% da fibra do país asiático.


Amazonas importa 80% da fibra do país asiático. Foto: Walter Mendes/Jornal do Commercio

Segundo Guerreiro, a informação que recebeu dos fornecedores de Bangladesh foi que o governo estrangeiro deverá avaliar, pelos próximos 30 dias, se a produção de fibras existente no país atenderá a demanda interna e possibilitará novas exportações. “É uma situação que nos deixa preocupados, temerosos porque Bangladesh é a única  fonte de excedente para exportação. Como um reforço a essa situação, houve uma quebra na safra na Índia, que é o maior produtor mundial de fibra e cliente número um de Bangladesh. Os indianos devem forçar o país vizinho a exportar para eles”, comenta.

O presidente não soube precisar quanto tempo a fibra mantida em estoque pelas empresas em Manaus deverão atender à produção, mas afirmou que se proibição da importação se alongar as indústrias vão parar. “Os impactos são imediatos. Enquanto tiver matéria-prima haverá trabalho”, disse. “Não temos alternativas. Não há outro país que possa fornecer a fibra”, completou.

http://portalamazonia.com/noticias-detalhe/economia/bangladesh-proi...

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Respostas a este tópico

a pergunta é: porque no brasil nao se planta juta?  se nós temos o clima ideal e se o estado do Pará ja foi um grande produtor? resposta: faltou incentivo governamental, porque é mais barato comprar da india  ou bangladesh, do que aqui no brasil, está ai o resultado, agora imagine quantos empregos gerariam se fosse implantado uma cadeia produtiva desta, agora precisa ter empresa e governo, cade o ministerio da agericultura? cuidando do agrobusiness com uma ministra louca que diz que nem tem indio (PMDB), o MDA outra vergonha, so tem um bando de bicho grilo usando o ministerio para fazer escada politica (PT), mesmo que o ministro tenha interesse em fazer alguma coisa as superintendencias estaduais é de fazer vergonha, um bando de inuteis calçando uma sandalia ao inves de um sapato, com uma pasta de algum congresso que ele foi e que nao serviu pra nada, tambem contendo nada dentro (travestido de esquerdoides), isto é o MDA nos Estados  , salvo honrosas exceções, como rio grande do sul por exemplo, este ministerio era para se unir ao governo do estado e aos agricultores e montar esta cadeia produtiva, mas aposto que nenhum sabe nem o que significa isto, nem MDA, nem o secretario da agricultura estaduale muito menos os empresarios, isto seria o que aconteceria aqui na paraiba se nós empresarios nao fosse participar ativamente na organizaçao da cadeia produtiva do algodao colorido da paraiba, aqui tambem nao tem o ajuda nenhuma do MDA, o modelo é este que descrevi acima, um bando de esquerdoides inuteis, mas a embrapa nos ajuda, o MAPA nos ajuda e assim conseguimos fazer o nosso trabalho e sermos autosuficiente, porque uma empresa que so tem um fornecedor tem dia certo de fechar as portas

Esses empresários não tem manifestado interesse em que se produza juta ou malva no Brasil: estas fibras poderiam ser cultivadas facilmente no Brasil e especificamente cultivada na região amazônica melhorando a situação sócio econômica da população local. Estes empresários são na verdade os que menos se importam com a indústria têxtil do Brasil. No começo da década de 80 fizemos no IPT um estudo sobre a maceração da juta de forma controlada para obtenção de fibras de juta e malva de melhor qualidade. Tenho que dizer que foi um belo estudo. Está esquecido no Ifibram. Nem o IPT tem cópia. O Arlindo Leão do Ifibram é um grande interessado em juta, e me deu uma cópia do que fizemos no IPT com apoio do IFIBRAM. Mas contatos feitos mais recentemente em Manaus não encontraram respaldo destas mesmas indústrias que agora dizem-se preocupadas. Infelizmente não tenho como colocar de forma civilizada o que penso do empresariado têxtil. Estou trabalhando com fibras e estruturas têxteis para aplicações em saúde ( eletro fiação) e na área espacial, na forma de compósitos E como se pode esperar algo de decente em um País com políticos se a maioria deles deveria estar usando tornozeleira?

Verdade!



francisca gomes vieira disse:

a pergunta é: porque no brasil nao se planta juta?  se nós temos o clima ideal e se o estado do Pará ja foi um grande produtor? resposta: faltou incentivo governamental, porque é mais barato comprar da india  ou bangladesh, do que aqui no brasil, está ai o resultado, agora imagine quantos empregos gerariam se fosse implantado uma cadeia produtiva desta, agora precisa ter empresa e governo, cade o ministerio da agericultura? cuidando do agrobusiness com uma ministra louca que diz que nem tem indio (PMDB), o MDA outra vergonha, so tem um bando de bicho grilo usando o ministerio para fazer escada politica (PT), mesmo que o ministro tenha interesse em fazer alguma coisa as superintendencias estaduais é de fazer vergonha, um bando de inuteis calçando uma sandalia ao inves de um sapato, com uma pasta de algum congresso que ele foi e que nao serviu pra nada, tambem contendo nada dentro (travestido de esquerdoides), isto é o MDA nos Estados  , salvo honrosas exceções, como rio grande do sul por exemplo, este ministerio era para se unir ao governo do estado e aos agricultores e montar esta cadeia produtiva, mas aposto que nenhum sabe nem o que significa isto, nem MDA, nem o secretario da agricultura estaduale muito menos os empresarios, isto seria o que aconteceria aqui na paraiba se nós empresarios nao fosse participar ativamente na organizaçao da cadeia produtiva do algodao colorido da paraiba, aqui tambem nao tem o ajuda nenhuma do MDA, o modelo é este que descrevi acima, um bando de esquerdoides inuteis, mas a embrapa nos ajuda, o MAPA nos ajuda e assim conseguimos fazer o nosso trabalho e sermos autosuficiente, porque uma empresa que so tem um fornecedor tem dia certo de fechar as portas

QUANDO VEMOS ESTAS NOTICIAS LOGO SABEMOS QUE TEM ALGO PODRE POR TRAS DA HISTORIA, EU NAO CONHEÇO A REGIAO, MAS SEI QUE " A TERRA É BOA E DADIVOSA E NELA SE PLANTANDO TUDO DÁ" AGORA ESTES EMPRESARIOS ACOMODADOS FICAM TRANCADOS EM SEUS ESCRITORIOS COMPRANDO TUDO LA DE FORA, PORQUE TIRAR DINHEIRO DO BOLSO E INVESTIR EM PRODUÇAO LOCAL NINGUEM QUER, ENTAO QUANDO CHEGA NUMA SITUAÇAO DESTA POUSA DE VITIMA, ESPERO QUE FECHEM SUAS PORTAS PORQUE DE EMPRESARIOS OPORTUNISTAS E ACOMODADOS O SETOR TEXTIL ESTA SUPERLLOTADO, ESTA BOM DE HAVER UMA FAXINA PARA QUE OS NOVOS EMPREENDEDORES OCUPEM O SEU LUGAR, ESTE DINOSSAUROS PRECISAM SER EXTINTOS



EDISON BITTENCOURT disse:

Esses empresários não tem manifestado interesse em que se produza juta ou malva no Brasil: estas fibras poderiam ser cultivadas facilmente no Brasil e especificamente cultivada na região amazônica melhorando a situação sócio econômica da população local. Estes empresários são na verdade os que menos se importam com a indústria têxtil do Brasil. No começo da década de 80 fizemos no IPT um estudo sobre a maceração da juta de forma controlada para obtenção de fibras de juta e malva de melhor qualidade. Tenho que dizer que foi um belo estudo. Está esquecido no Ifibram. Nem o IPT tem cópia. O Arlindo Leão do Ifibram é um grande interessado em juta, e me deu uma cópia do que fizemos no IPT com apoio do IFIBRAM. Mas contatos feitos mais recentemente em Manaus não encontraram respaldo destas mesmas indústrias que agora dizem-se preocupadas. Infelizmente não tenho como colocar de forma civilizada o que penso do empresariado têxtil. Estou trabalhando com fibras e estruturas têxteis para aplicações em saúde ( eletro fiação) e na área espacial, na forma de compósitos E como se pode esperar algo de decente em um País com políticos se a maioria deles deveria estar usando tornozeleira?

Como sempre aqui si perde muito tempo as vezes pensam e planejam mais deixa engavetado esperando sei lá o que não da para falar nada tenho raiva e fica tudo roxo ou preto mim falta paciência!

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