Industria Textil e do Vestuário - Textile Industry - Ano XII

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Bicudo do Algodoeiro Preocupa a Região dos Chapadões (MS)

Namanhã desta quinta-feira, 12 de abril, técnicos da AMPASUL, Associação Sul-mato-grossense dos Produtores de Algodão) alertaram sobre a ameaça que a praga do Bicudo está representando neste momento da cultura na região dos chapadões (norte e nordeste de Mato Grosso do Sul).

No início deste mês de abril o relatório de março da AMPASUL foi publicado, com ligeira abordagem sobre a ocorrência do bicudo nas áreas, sem levantar alarde. Ocorre que nesta primeira quinzena de abril a presença da praga se agravou e colocou os técnicos em alerta.

Lembra a AMPASUL que os produtores devem ficar atentos e manter a vigilância, concentrando-se principalmente no controle do bicudo nas bordaduras dos talhões. A produção do baixeiro, neste ano, não sofreu ataque de fungos, que causam o apodrecimento das maçãs, devido ao clima favorável, no entanto, o produtor não deve descuidar-se do terço médio e ponteiro da planta, locais mais suscetíveis ao ataque do bicudo, alertam os técnicos.

Se não controlado corretamente, o bicudo ( Anthonomus grandis) pode causar perdas de até 70% da produção em função da sua alta capacidade de reprodução e elevado poder destrutivo.Devido ao seu ataque, botões florais, flores e maçãs novas caem da planta. A praga também destrói, internamente, maçãs firmes (provocando o “carimã”). O aspecto vegetativo da lavoura atacada é bom, mas sem produção. Seus danos repercutem em redução da produção e a perda da qualidade do algodão colhido.

A AMPASUL participa diretamente do Consórcio Antibicudo no Estado de Mato Grosso do Sul, uma ação conjunta que visa nortear as ações a serem implantadas, visando a supressão do bicudo na cultura do algodão na região norte/nordeste de Mato Grosso do Sul.

Realiza divulgação das medidas de manejo do bicudo na região dos chapadões, quantifica as populações do bicudo para estudar o impacto das medidas a serem tomadas, elimina as plantas tigueras de algodão nas margens das rodovias municipais, Estaduais e federais.

A ação do consórcio visa ainda a redução do número de aplicações para o controle do bicudo na Região dos Chapadões, promovendo a melhoria na qualidade do algodão produzido na região dos chapadões e consequentemente a possibilidade do aumento da área plantada com o cultivo do algodão.

Para o sucesso do Consórcio Antibicudo é importante a conscientização dos produtores, principalmente no controle daquela praga durante o desenvolvimento da planta, para evitar perdas consideráveis na produtividade e na qualidade da fibra.

Fonte:|http://www.ocorreionews.com.br/noticia/11390-bicudo-do-algodoeiro-p...

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