Industria Textil e do Vestuário - Textile Industry - Ano XIII

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Posto e restaurante foram atingidos pelos destroços.
Por pouco um carro que abastecia não foi atingido.

Partes da caldeira foram arremessados para a rua (Foto: Reprodução/Diário Sergipano)Partes da caldeira foram arremessados para a rua (Foto: Reprodução/Diário Sergipano)

De acordo com testemunhas, a caldeira de uma empresa têxtil explodiu nesta sexta-feira (28), por volta das 8h, no município de Estância, região Sul e Sergipe. Três partes do maquinário se espalharam pela rua, além de ter atingido o telhado de um posto de combustíveis que fica vizinho.

Com o impacto, um carro que abastecia em uma bomba de gás. Ainda de acordo com relatos, um restaurante também teve seu telhado atingido pela explosão. Em toda a extensão do posto, as marcas do acidente eram vistas. Pedaços de tecidos voaram por todo o canto

Após o acidente, o Corpo de Bombeiros e a PM foram acionados e compareceram ao local.

Fonte:|http://g1.globo.com/se/sergipe/noticia/2012/12/caldeira-de-empresa-...

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Caldeira explodiu e destroços se espalharam
Explosão ocorreu na manhã desta sexta-feira, 28 (Foto: Pisca Jr/Diário Sergipano)

Os destroços de uma explosão na caldeira de uma empresa têxtil por volta das 8h desta sexta-feira, 28, atingiram um posto e um restaurante localizados nas imediações do local. Por pouco não houve vítimas e o susto tomou conta de todos que pensavam que se tratava de uma explosão no Posto. O fato aconteceu no município de Estância, distante 68 km da capital.

Segundo informações, as três partes do maquinário voaram até as dependências do posto, sendo que uma delas caiu no telhado do posto, abrindo um buraco na cobertura e caindo a poucos metros de um carro que abastecia na bomba de gás. As outras partes caíram ao fundo do posto. De acordo com relatos, uma das partes acertou o telhado do depósito e do banheiro de funcionários do Restaurante Dassi e a outra ficou no corredor de acesso aos fundos do estabelecimento.

De acordo com informações repassadas a nossa redação, desde o dia 5 de dezembro, a empresa não poderia mais funcionar devido a uma decisão da justiça que acatou o pedido feito pela vizinhança que estava sendo prejudicada pela fumaça provocada pela empresa. Mesmo com a determinação da justiça, o proprietário continuou as atividades e agora responderá pelo não cumprimento da determinação.

Em toda a extensão do posto, as marcas do acidente eram vistas. Pedaços de tecidos voaram por todo o canto e deram um colorido especial ao local. Após o acidente o Corpo de Bombeiros e a PM foram acionados e compareceram ao local. Pelo Corpo de Bombeiros trabalharam os militares: Tenente Valmir, Sargentos Ronaldo, Wessel, Damião, J. Mendonça, Santos e o soldado Marina.

Fonte:|http://www.infonet.com.br/cidade/ler.asp?id=138493

Essa fabrica não é de tecido e não pode ter espalhado pedaços de tecidos como essa reportagem relata. Trata-se de um tinturaria de fibras de poliéster (que trabalhava 12 horas por dia) cuja caldeira à lenha de 500 Kg/hora (pequeno porte), não deve ter tido essas consequências sensacionalistas  relatadas para prejudicar exclusivamente o proprietário. 

Essa fabrica já estava preparando para se mudar para um prédio já pronto em Petrolândia-PE, abastecida com água do rio São Francisco e em questão de dias seria feita a mudança, agora precipitada por esse sinistro.

OPS !!!..... Na verdade não foi a Caldeira que explodiu e sim uma máquina de tingir fios de alta pressão (Autoclave), utilizado principalmente para tingimento de fios de poliéster, trabalho nas próximidades e fui ver pessoalmente o estrago !!

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