Industria Textil e do Vestuário - Textile Industry - Ano XII

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Com Eletrônicos em Baixa, Vestuário Deve Dominar Vendas de Dia dos Pais

Para lojistas de Porto Alegre, não há reflexo da suspensão de vendas de chips de celulares

Muitos pais podem até querer, mas não vão ganhar aparelhos eletrônicos de presente neste domingo. Em baixa nas vendas, celulares, tablets e notebooks representam apenas 5,4% das intenções de compra dos consumidores conforme pesquisa da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Porto Alegre e Sindicato dos Lojistas do Comércio (Sindilojas) da Capital - embora 11,4% dos entrevistados desejassem esta opção. As roupas são a preferência tanto de pais (41%) quanto dos filhos (52,9%). Apesar dos resultados, lojistas acreditam que não há reflexo da suspensão de venda dos chips das operadoras de telefonia - liberada na última semana - nas vendas do comércio da Capital.

"Foi algo que já passou e quem pretendia dar telefone celular agora pode comprá-lo normalmente", confia o presidente da CDL, Gustavo Schifino. De acordo com ele, os eletrônicos continuam entre os cinco mais citados na pesquisa - são a terceira opção, atrás de roupas e calçados. "Mas o que existe é que os presentes de Dia dos Pais são de gasto em média um pouco mais baixo do que são os eletrônicos", explica.

As tradicionais compras de última hora são um motivo a mais para manter o otimismo dos lojistas. Conforme a pesquisa, 69,2% dos entrevistados compraram ou irão comprar o presente no mês de agosto. "A maioria tende a comprar no sábado. Os shoppings vão estar cheios", prevê o presidente do Sindilojas, Ronaldo Sielichow. Por isso, ele acredita que não haverá influência do problemas das operadoras nas vendas.

Data cresce em importância


A projeção de vendas do comércio da Capital é otimista: 7,3% a mais do que no ano passado, o que representa vendas de R$ 53 milhões. Hoje o Dia dos Pais é a quinta data mais lucrativa, atrás do Natal, Dia das Mães, Dia dos Namorados e Dia das Crianças. "A se confirmar essa projeção, é provável que ela passe para a quarta posição", afirma Schifino. Segundo ele, os pais assumem um papel cada vez mais relevante na família moderna, o que explica o otimismo com as vendas. "Temos um pai mais participativo, com famílias menores e um envolvimento paterno muito maior do que tínhamos na geração passada", define.

Fonte:|http://www.correiodopovo.com.br/Noticias/?Noticia=452199

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