Industria Textil e do Vestuário - Textile Industry - Ano XII

Industria Textil e do Vestuário - Textile Industry - Ano XII

Conheça a campanha que quer incentivar a indústria brasileira de roupas

A gente vem conversando de tempos em tempos sobre a indústria da moda. Já falamos sobre o trabalho escravo por trás das etiquetas, sobre as falsificações e agora, vamos falar de outro assunto dessa indústria que faz a nossa felicidade: o incentivo à produção brasileira de roupas.

A partir da necessidade de reforçar o crescimento têxtil do Brasil - é difícil competir com os chineses – a principal associação brasileira do setor, lançou hoje (27) a campanha #ModaBrasileiraTamoJunto. A ação funciona assim: você posta uma foto nas redes sociais de uma etiqueta de roupa que seja totalmente “indústria brasileira” e usa a hashtag da campanha.


Campanha #ModaBrasileiraTamoJunto quer que mostremos mais amor para indústria nacional de roupas. Imagem: divulgação.

Para você ter uma noção de como o Brasil perdeu espaço no mercado para as roupas fabricadas no oriente: fomos tentar participar da campanha aqui na redação mas, acredite, nenhum de nós usava uma peça fabricada por aqui!


 A gente até queria participar da campanha, mas não conseguimos! Nossas roupas do dia eram “Made in China” ou “Made in Bangladesh”! Imagem: Divando.

Quando compramos ou vestimos uma peça confeccionada em um dos pólos têxteis brasileiros, estamos não só incentivando a geração de empregos (atualmente 1,6 milhoes de pessoas estão empregadas nessa indústria) como também participando para o crescimento econômico do país. No entanto, segundo os organizadores da campanha #ModaBrasileiraTamoJunto, somente no último ano o setor fechou 14 mil postos de trabalho.


EITA! Imagem: divulgação.

E aí, o que fazemos? Pagamos muito mais caro para usar roupas nacionais ou continuamos pagando baratinho nas roupas do AliExpress?

Infelizmente não temos a resposta.

FONTE: http://divando.pop.com.br/conheca-campanha-que-quer-incentivar-indu...

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Respostas a este tópico

Eu acho equivocada essa abordagem do problema.

Nós precisamos nos incluir no mercado globalizado, e não nos isolar dele.

Todas as vezes que o Brasil agiu assim, a indústria nacional morreu.

Vide informática, automóveis...

Enquanto  tivermos uma classe politica  e empresarial que não pensa neste país como nação não vamos sair de onde estamos. Temos que mudar tudo! Começando pelo basico, o ensino fundamental, com a volta da meritocracia e  com a repetencia nas escolas , retirando o viés idelogico que hoje existe no ensino e que emburrece os nossos estudantes, inclusive os de nivel  superior. Não temos classe pensante,( nunca um brasileiro foi  indicado a um premio nobel! temos classse pessoas falantes e falantes que tudo espera do governo. Qual é o projeto que nós industriais temos a propor para a industria deste país? nenhum! Nosso industriais não pensam, só sábem e pedem proteção, não são criativos! Como os politicos só pensam no proprio umbigo. A nação? Para nenhum deles isto existe, é utopia. 

Concordo Jorge. Estamos precisando recomeçar a construção de uma nação.



jorge giaquinto disse:

Enquanto  tivermos uma classe politica  e empresarial que não pensa neste país como nação não vamos sair de onde estamos. Temos que mudar tudo! Começando pelo basico, o ensino fundamental, com a volta da meritocracia e  com a repetencia nas escolas , retirando o viés idelogico que hoje existe no ensino e que emburrece os nossos estudantes, inclusive os de nivel  superior. Não temos classe pensante,( nunca um brasileiro foi  indicado a um premio nobel! temos classse pessoas falantes e falantes que tudo espera do governo. Qual é o projeto que nós industriais temos a propor para a industria deste país? nenhum! Nosso industriais não pensam, só sábem e pedem proteção, não são criativos! Como os politicos só pensam no proprio umbigo. A nação? Para nenhum deles isto existe, é utopia. 

Olá grande...parabéns pela matéria; toda a nação brasileira tem que aprender a criatividade.

Qual o problema?preguiça ou incapacidade intelectual...ainda somos os macaquitos que nos chamam os europeus!?  

e comodismo, cultura da copia, amadorismo, oportunismo, so pra começar

    OS EMPRESARIOS BRASILEIROS JUNTOS COM OS CONSUMIDORES,PRECISAM -SE UNIR E ENCONTRAR SOLUÇÕES    COM ESTAS AGRAVANTES SITUAÇÕES EM QUE SE ENCONTRAM AS NOSSAS EMPRESAS PARA QUE POSAMOS ENCONTRAR SAIDAS EFICASES.

quando voce começa a mexer, tudo passa por educaçao, conscientizaçao, ideologia, veja os brasileiros que vem dos estados unidos ou europa, nem estou falando das sacoleiras de luxo? (pra mim tem outro nome), eles entram nos free shoppings parecendo uns desesperados comprando porcarias que voce olha e pergunta pra que ele esta comprando isto? ninguem faz esta pergunta eu quero ou eu preciso desta roupa? fico lembrando quando eu tinha 17 ou 18 anos eu comprava 2 ou 3 roupas por ano, andava vestida do mesmo jeito que ando hoje comprando uma ou duas vezes por ano e ai precisa comprar uma roupa toda semana? entao voltando ao começo e uma questao de consciencia, educaçao, cultura e ideologia, pensem quatro palavras complicadas aqui no brasil

Vamos começar, tirando a roupa dos colunistas/reportes, que só usam roupas importadas.

Não vamos pensar em governo, vamos pensar na eventual forma de solução dos problemas. Vamos eleger alguns de nossos assiduos participantes a darem suas ideias e suas possiveis e conclusivas posições sobre o que fazer!Qual atitude iria chegar a solução,Qual ideia seria politicamente correta para desvendar e se safar de impostos que nos cerceiam, como fazer para ter LUCRO(sem escravisar), onde comprar barato no Brasil, etc,etc,etc.

QUANDO ASSIM FOR FEITO ME AVISEM ,ESTOU POR AI, TB. PENSANDO.

Dª. Francisca, tudo bem com a senhor? Há vi em uma postagem, e me surpreendi com sua postura de mulher de negocios. Como uma pessoa tão vibrante, bonita, elegante, pode ser tão ferrenha partidaria do súcia do sr.Lula?? Agora é que estou mesmo indignado.

Contudo, me rendo a sua silhueta e postura em FOTO, quisera que o fosse em pensamentos e ideologia.

voce respondeu a sua propria pergunta, eu sou mulher de negocios e sei o que este governos fez pelos que trabalham aqui no nosso estado, que certamente o senhor nao tem a menor ideia do que é ser nordestino e sertanejo, porque o senhor conhece o que a globo mostra, se quisesse conhecer teria lido os sertoes de euclides da cunha, a bagaceira de jose americo de almeida, vidas secas de graciliano ramos, o 15 de raquel de queiroz, mas como sei que o senhor nos considera subraça, eu recomendo o livro de semler, pelo menos lhe fara entender alguma coisa da sua tucanalha

Sinceramente fico desapontado com as discursões e assuntos que surgem em paralelo nestes debates,  e que confirmam  a minha afirmação anterior. Da  completa de alienação e despreparo em que tambem se encontram nos brasileiros. Não sabemos nem o que discutir e expor em debate, estamos alienados ao passado esquecendo do futuro como nação. 

depois de Juscelino não tivemos outro presidente pensasse no Brasil como  uma nação do futuro.

Esperar por um presidente, por um governo,,, já esperamos quase 20 anos....parece não ser essa solução;

Esperar que o mercado consumidor brasileiro que possui um apreço por tudo que é importado, que tem nome gringo (veja os nomes e marcas de produtos no varejo de cosméticos, tecnologia , não só de moda); esperar que esse mercado deixe de consumir cópias, produtos importados em sacolas ou em containers ,e mais baratos, passe a consumir produto nacional mais caro, teremos que esperar uma ou duas gerações e uma revolução cultural ao estilo Mao (a culpa não é só dos nossos designers);

Esperar que a coisa mude porque Deus é brasileiro, também não tem ajudado;

Esperar que os gringos comprem nossos produtos porque somos pobres coitados, eles estão defendendo os pobre coitados deles;

A inserção na globalização me parece a melhor solução, como alguém já disse. Mas teremos que fazer um exame de consciência , e no mercado internacional; teremos que entender que não dará para defender o mercado interno, e que talvez o campo de nossa batalha não seja aí; e que talvez teremos que abrir mão de parte desse mercado pelo simples fato de não termos competência competitiva em alguns setores de consumo.

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