Industria Textil e do Vestuário - Textile Industry - Ano XII

Industria Textil e do Vestuário - Textile Industry - Ano XII

O presidente da Coteminas, Josué Gomes da Silva, está tricotando com precisão cirúrgica a maior operação de M&A do grupo desde a associação com a norte-americana Springs. Desta vez, quem está do outro lado do novelo de linha é a Cedro Cachoeira, tradicional tecelagem também sediada em Minas Gerais.

As conversas entre as duas empresas ocorrem desde o início do ano. No entanto, segundo um executivo que participa da costura, no mês passado a Coteminas apresentou um novo figurino para o negócio. Inicialmente, a operação ocorreria por meio de uma fusão entre a Cedro Cachoeira e a Santanense, também controlada pelos herdeiros de José de Alencar.

Ambas dariam origem a uma nova empresa focada na produção de denin e brim. Agora, no entanto, Gomes da Silva propõe subir um degrau na escala societária.

Ele defende a fusão da Cedro Cachoeira diretamente com a própria Coteminas, o que na prática, significaria a incorporação da primeira pela segunda. Ressalte-se que as duas companhias já mantêm laços societários. A Coteminas é dona de 18% das ordinárias e 29% do capital total da Cedro. Procurada, a Cedro Cachoeira negou a negociação. Já a Coteminas não retornou até o fechamento desta edição.
A se confirmar, a associação entre as duas tecelagens mineiras dará origem a um grupo com faturamento anual acima de R$ 2,3 bilhões e 12 fábricas no Brasil. Deve-se ressaltar, no entanto, que se trata de uma negociação complexa.

Josué Gomes da Silva terá de usar de toda a sua habilidade para costurar alguns fios soltos neste tecido. Uma das questões mais intrincadas é a extensa malha societária da Cedro Cachoeira.

Um dos maiores desafios de Gomes da Silva será apresentar uma proposta capaz de conciliar os interesses dos mais de 40 acionistas que compõem o bloco de controle da empresa.

O ponto principal é convencê-los de que a associação entre a Cedro e a Coteminas será mais vantajosa para eles do que se a operação fosse feita com a Santanense. O argumento é que, não obstante venham a ter uma participação menor no capital, os donos da Cedro passarão a ser sócios diretamente de uma das maiores indústrias têxteis das Américas e não apenas de uma subsidiária especializada em denim e brim. De acordo com informações filtradas junto à Coteminas, Josué Gomes da Silva estaria disposto, inclusive, a colocar dinheiro sobre a mesa e pagar um razoável prêmio de controle pela incorporação da Cedro. Seria uma forma de compensar a miríade de acionistas da empresa pela redução de suas fatias societárias e, desta forma, garantir a conclusão do negócio.

Fonte:|http://www.maquina.inf.br/maquina/imagem/noticia/20120625/334062051...

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Respostas a este tópico

Na realidade esta associação é mais vantajosa para a Coteminas do que a Cedro. A Cedro é uma companhia centenária cujo perfil foi sempre solidificado nos resultados da área têxtil nunca se aventurando em crescimento com recursos de terceiros, não que isto seja errado, mas não se constrói um império têxtil em uma geração.

Sabemos que os resultados têxteis não permitem isso. 

ATENCAO GUIMARAES, DINIZ e FERREIRAS!

A CEDRO E CACHOEIRA é uma companhia rentável, e esta indo muito bem, embarcação bem calafetada que esta atravessando sem fazer agua a grande tormenta que passa na nossa indústria.

Essa historia do Senhor Silva esta tentando “forcar a barra” e minimizar as suas perdas com a perdulária COTEMINAS em juntar-se com a rentável CEDRO, já eh velha.

Para quem conhece bem os Guimaraes, Dinizes, Ferreiras, enfim os descendentes do ramo dos fundadores da CEDRO, nos sabemos que esse assedio vem de longe. O assedio da Coteminas incomodou ao ponto de que, POR ESTATUTO, os membros da família detentores de 71% das ações da Cedro, estabeleceram que essas (as ações) só podem ser vendidas entre membros da família. Isso é fato.

Não podendo comer o BLOCO da rentável cedro frontalmente, surge-se matérias (pagas?) insinuando que o Senhor Silva estará disposto a negociar com detentores de ações, em base individuais, da Cedro.

Na minha opinião um Diniz, um Ferreira, em Guimaraes que tal o fizer, esta traindo mais de um século de tradição, de uma firma que não necessitou de politicas e Relações Publicas para atravessar as dezenas de décadas.

Se este bloco unido da Cedro fraquejar, isso será o começo de seu fim.

Quanto à tão decantada ACQUISICAO DA SPRINGS pela Coteminas, isso foi uma “fria”, que ainda é destorcida como algo de lucrativo, algo somatório e a nos e sempre é lembrada em prosa e em versos. Isso é um mero bordão desgastado. É miçanga para enganar índio.

Essa união foi “coroada” com dezenas de fiascos, restando por aqui algumas fabricas velhas, paradas, sem valor imobiliário, algumas delas ate com valor NEGATIVO, em vista contaminação ambiental, que pesa também sobre a firma Brasileira.

Por aqui só se fabricam, a 25% de vapor, em duas localidades um KIT CAGADOR, ou seja, um joguinho de banheiro cafona, um atapetadozinho vagabundo que cobre a tampa do vaso sanitário, um tapetezinho que se encaixa no vaso e um tapetezinho para se por a frente do Box. No Wall Mart essa preciosidade vale menos de US$10,00. É isso a SPRINGS.

Da DEFUNTA Springs, nem os nomes, nem as suas propriedades intelectuais podem ser usadas pela Coteminas. Foi comprada por um homem de negócios de Spartanburg, Carolina do Sul. Com o Silva ficaram maquinas velhas, uma grande ovação na ocasião da compra (pelos terceiro mundistas) e a contaminação desses tristes fabricas decadentes, vazias e tristes: historia trágica da economia textil do Sudoeste Americano.

Família GUIMARẨES e ramificações sanguíneas: NÃO VENDAM AS SUAS ACOES. Não sejam comidos pelas beiradas. Seus antepassados sobreviveram mais de um século e voces são os donos de uma firma que fez a primeira fusão inteligente “de facto” na Historia Industrial do Brasil: Foi quando dois irmãos se uniram com as suas firmas: A fabrica Cedro e a da Cachoeira. Ai foi uma fusão compensatória e de união de forcas.

Quanto a presente fusão, se afastem como se fosse a Peste Bubônica, na idade Media.

Parabéns Sam,
Você expressou abertamente o que todos nos pensamos.
Abraço
Guillermo

Brigadao-Tov, Guillermo: Sim no Brasil, via de regra, todos pensam, muitos ate leem, mas sao fracos em semantica: Chamam, "lacaios" de humildes, "honestes" de exaltados, "ladroes" de Vossa Excelencia, "cacete" de orgao, "cu" de reto  e retidao de cu.

O Bananao eh Pais de "muristas:.Vivem em cima do muro.

So falam alto com frentistas, manobristas e no celular! SdM

Sam, mais uma vez vez vc é claro em seus comentários. Quando o fundador da Coteminas era vivo muitos técnicos e inclusive associações viviam babando nele como se fosse um supra sumo da indústria têxtil. Impérios não nascem da noite para o dia,  e as empresas que assim crescem mais dia menos dia a verdade aparece, vide Coteminas, Santana Textiles e outras.

Pois é, aqui em Blumenau a coteminas está acabando. A 2 anos eram cerca de 2 mil funcionários e produção a todo vapor. Hoje deve ter no máximo mil e muitos setores extintos (a maioria). Quero entender o que está acontecendo. Se alguém sabe por favor se manifeste.

Att.

Jurandir.

Ainda quase tudo no Bananão é POLITICO. No dia em que o POVO (cidadãos pensantes e atuantes no processo democrático) tomar as rédeas vai diminuir - e ficar a níveis aceitáveis - essa tirania da POLITICAGEM. Rei morto e rei deposto. Sem as tetas dos empréstimos fáceis que saem DE SEU BOLSO e do MEU BOLSO muitos malabaristas, saltimbancos, trapezistas, mulheres barbudas, descuidistas, fetichistas e vigaristas se retrairão a sua verdadeira estatura e profissão: Vaudeville. Haja vista a CORJA da Eletrobrás, A CORJA da Mineração, A CORJA dos Portos, a CORJA das construtoras. NOVA E FINALMENTE: Escrevi aqui há um ano atrás (furo dado pelo nosso "Carlos Alberto") que a D. Dilma estava criando uma nova geração de PF, os "INTOCAVEIS" Brasileiros, grupo inicial de 600 jovens, universitários e alguns com pós-graduação para operar em Crimes cibernéticos,  contábeis, desvios de erário, investigações, escutas, pesquisar a sub-internet e o catzo, Como sempre, - guardo o numero -, 43 pessoas leram. Agora voces estão vendo os resultados, Faltando ainda alguns figuroes politicos ( alguns estao velhos e doente), os Cavendishes, Eikes Batistas e outros. Dentro do próprio PT já ha "articulações/maracutaias" para desestabilizar a Presidente. Continuo apolítico - mas dou valor a gente honesta, e a flores que nascem no esterco. SdM



Jurandir Duarte disse:

Pois é, aqui em Blumenau a coteminas está acabando. A 2 anos eram cerca de 2 mil funcionários e produção a todo vapor. Hoje deve ter no máximo mil e muitos setores extintos (a maioria). Quero entender o que está acontecendo. Se alguém sabe por favor se manifeste.

Att.

Jurandir.

Perfeito, Sam!

Apolítico, mas sem deixar de valorizar quem merece. Faço parte desse time. A mim não convence e não tenho compromisso com estrelas vermelhas ou bicos e plumagens de tucanos. O que importa é vergonha na cara e vontade de fazer algo de bom.

Dependemos da política pois ela é uma das engrenagens que movem o mundo, mas devemos ter ojeriza da politicagem, que nada mais é do que coisa rasteira feita por gente menor e sem escrúpulos, inclusive com profundos tentáculos na sociedade como um todo (empresas, cidadãos, imprensa, e etc. etc. etc.).



Sam de Mattos disse:

ATENCAO GUIMARAES, DINIZ e FERREIRAS!

A CEDRO E CACHOEIRA é uma companhia rentável, e esta indo muito bem, embarcação bem calafetada que esta atravessando sem fazer agua a grande tormenta que passa na nossa indústria.

Essa historia do Senhor Silva esta tentando “forcar a barra” e minimizar as suas perdas com a perdulária COTEMINAS em juntar-se com a rentável CEDRO, já eh velha.

Para quem conhece bem os Guimaraes, Dinizes, Ferreiras, enfim os descendentes do ramo dos fundadores da CEDRO, nos sabemos que esse assedio vem de longe. O assedio da Coteminas incomodou ao ponto de que, POR ESTATUTO, os membros da família detentores de 71% das ações da Cedro, estabeleceram que essas (as ações) só podem ser vendidas entre membros da família. Isso é fato.

Não podendo comer o BLOCO da rentável cedro frontalmente, surge-se matérias (pagas?) insinuando que o Senhor Silva estará disposto a negociar com detentores de ações, em base individuais, da Cedro.

Na minha opinião um Diniz, um Ferreira, em Guimaraes que tal o fizer, esta traindo mais de um século de tradição, de uma firma que não necessitou de politicas e Relações Publicas para atravessar as dezenas de décadas.

Se este bloco unido da Cedro fraquejar, isso será o começo de seu fim.

Quanto à tão decantada ACQUISICAO DA SPRINGS pela Coteminas, isso foi uma “fria”, que ainda é destorcida como algo de lucrativo, algo somatório e a nos e sempre é lembrada em prosa e em versos. Isso é um mero bordão desgastado. É miçanga para enganar índio.

Essa união foi “coroada” com dezenas de fiascos, restando por aqui algumas fabricas velhas, paradas, sem valor imobiliário, algumas delas ate com valor NEGATIVO, em vista contaminação ambiental, que pesa também sobre a firma Brasileira.

Por aqui só se fabricam, a 25% de vapor, em duas localidades um KIT CAGADOR, ou seja, um joguinho de banheiro cafona, um atapetadozinho vagabundo que cobre a tampa do vaso sanitário, um tapetezinho que se encaixa no vaso e um tapetezinho para se por a frente do Box. No Wall Mart essa preciosidade vale menos de US$10,00. É isso a SPRINGS.

Da DEFUNTA Springs, nem os nomes, nem as suas propriedades intelectuais podem ser usadas pela Coteminas. Foi comprada por um homem de negócios de Spartanburg, Carolina do Sul. Com o Silva ficaram maquinas velhas, uma grande ovação na ocasião da compra (pelos terceiro mundistas) e a contaminação desses tristes fabricas decadentes, vazias e tristes: historia trágica da economia textil do Sudoeste Americano.

Família GUIMARẨES e ramificações sanguíneas: NÃO VENDAM AS SUAS ACOES. Não sejam comidos pelas beiradas. Seus antepassados sobreviveram mais de um século e voces são os donos de uma firma que fez a primeira fusão inteligente “de facto” na Historia Industrial do Brasil: Foi quando dois irmãos se uniram com as suas firmas: A fabrica Cedro e a da Cachoeira. Ai foi uma fusão compensatória e de união de forcas.

Quanto a presente fusão, se afastem como se fosse a Peste Bubônica, na idade Media.

       É interessante isto né? Eles ficam nessa brincadeira de "papa tudo" quebram muitas fábricas, desempregam muita gente e quando dão por si, não estão aguentando sustentar a própria gula, e aí os estrangeiros ficam todos sorridentes, porque venham aqui e arremata toda essa ganancia por preço de banana, aí vem aquela pergunta, porque isso? Porque eles infelizmente tem os olhos maiores do que a barriga. Não precisa disso gente, nosso país é grande, tem espaço pra todos, não precisa um ficar tomando espaço do outro. VAMOS REFLETIR SOBRE ISSO GENTE.



João Roberto disse:



Sam de Mattos disse:

ATENCAO GUIMARAES, DINIZ e FERREIRAS!

A CEDRO E CACHOEIRA é uma companhia rentável, e esta indo muito bem, embarcação bem calafetada que esta atravessando sem fazer agua a grande tormenta que passa na nossa indústria.

Essa historia do Senhor Silva esta tentando “forcar a barra” e minimizar as suas perdas com a perdulária COTEMINAS em juntar-se com a rentável CEDRO, já eh velha.

Para quem conhece bem os Guimaraes, Dinizes, Ferreiras, enfim os descendentes do ramo dos fundadores da CEDRO, nos sabemos que esse assedio vem de longe. O assedio da Coteminas incomodou ao ponto de que, POR ESTATUTO, os membros da família detentores de 71% das ações da Cedro, estabeleceram que essas (as ações) só podem ser vendidas entre membros da família. Isso é fato.

Não podendo comer o BLOCO da rentável cedro frontalmente, surge-se matérias (pagas?) insinuando que o Senhor Silva estará disposto a negociar com detentores de ações, em base individuais, da Cedro.

Na minha opinião um Diniz, um Ferreira, em Guimaraes que tal o fizer, esta traindo mais de um século de tradição, de uma firma que não necessitou de politicas e Relações Publicas para atravessar as dezenas de décadas.

Se este bloco unido da Cedro fraquejar, isso será o começo de seu fim.

Quanto à tão decantada ACQUISICAO DA SPRINGS pela Coteminas, isso foi uma “fria”, que ainda é destorcida como algo de lucrativo, algo somatório e a nos e sempre é lembrada em prosa e em versos. Isso é um mero bordão desgastado. É miçanga para enganar índio.

Essa união foi “coroada” com dezenas de fiascos, restando por aqui algumas fabricas velhas, paradas, sem valor imobiliário, algumas delas ate com valor NEGATIVO, em vista contaminação ambiental, que pesa também sobre a firma Brasileira.

Por aqui só se fabricam, a 25% de vapor, em duas localidades um KIT CAGADOR, ou seja, um joguinho de banheiro cafona, um atapetadozinho vagabundo que cobre a tampa do vaso sanitário, um tapetezinho que se encaixa no vaso e um tapetezinho para se por a frente do Box. No Wall Mart essa preciosidade vale menos de US$10,00. É isso a SPRINGS.

Da DEFUNTA Springs, nem os nomes, nem as suas propriedades intelectuais podem ser usadas pela Coteminas. Foi comprada por um homem de negócios de Spartanburg, Carolina do Sul. Com o Silva ficaram maquinas velhas, uma grande ovação na ocasião da compra (pelos terceiro mundistas) e a contaminação desses tristes fabricas decadentes, vazias e tristes: historia trágica da economia textil do Sudoeste Americano.

Família GUIMARẨES e ramificações sanguíneas: NÃO VENDAM AS SUAS ACOES. Não sejam comidos pelas beiradas. Seus antepassados sobreviveram mais de um século e voces são os donos de uma firma que fez a primeira fusão inteligente “de facto” na Historia Industrial do Brasil: Foi quando dois irmãos se uniram com as suas firmas: A fabrica Cedro e a da Cachoeira. Ai foi uma fusão compensatória e de união de forcas.

Quanto a presente fusão, se afastem como se fosse a Peste Bubônica, na idade Media.

CEDRO TÊXTIL

COMUNICADO AOS COLABORADORES

BELO HORIZONTE, 29 DE JUNHO DE 2012

Prezados Colaboradores,

Nos últimos dia temos sido surpreendidos com a veiculação em 

diversos meios de comunicação de notícias que citam o interesse

da empresa Coteminas em promover uma associação com a Cedro.

Dirijo-me a vocês, de forma clara e transparente, para reiterar

mais uma vez que por parte da administração da Cedro não existe

nenhuma iniciativa de entendimento com a Coteminas neste

sentido.

Nossos esforços e nossa prioridade estão direcionados para a 

busca de melhores resultados e para mantermos nossa posição

consolidada, e conquistada ao longo de 140 anos, como uma das 

mais relevantes e respeitadas empresas têxteis do nosso país.

Atenciosamente

AGUINALDO DINIZ FILHO

Diretor Presidente

Responder à discussão

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