Industria Textil e do Vestuário - Textile Industry - Ano XV

Industria Textil e do Vestuário - Textile Industry - Ano XV

O presidente da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit), Aguinaldo Diniz Filho, nos últimos dias, intensificou o alerta de que o setor, no País, está perdendo empregos e competitividade para os países asiáticos. Mas se apega a uma luz no fim do túnel com a promessa do ministro da Fazenda, Guido Mantega, de que no segundo semestre serão adotadas medidas para ajudar a indústria têxtil.

Facão de seda

 Mesmo com esse compromisso, que prevê a desoneração da folha de pagamentos e a unificação da alíquota do ICMS para mercadorias importadas da cadeia produtiva, a indústria têxtil começa processo de demissão de trabalhadores.

 

Esperança

O presidente da Abit está confiante, também, no trabalho a ser desenvolvido por grupo técnico instituído recentemente, que está encarregado de analisar e debater propostas destinadas a ampliar a competitividade setorial: fortalecimento da confecção, intensificação da fiscalização do comércio desleal de importados e criação de linhas de financiamento específicas para o setor.

Vilões

O empresário aponta dois grandes problemas que vêm abalando a indústria têxtil, o “Custo Brasil” e o câmbio sobrevalorizado. E reclama, ainda, que o setor tem sido vítima de práticas pouco alinhadas às normas civilizadas e éticas do comércio mundial.

Os números

O resultado desse cenário se expressa no déficit de US$ 5 bilhões da balança comercial setorial em 2010, sendo US$ 2,17 bilhões referentes apenas às exportações/importações à China. O problema agrava-se, pois o saldo negativo no comércio multilateral nos primeiros cinco meses de 2011 foi de US$ 1,89 bilhão, significando crescimento de 46,2% em relação ao mesmo período do ano passado.

Sem parar

Aguinaldo Diniz Filho pode até reclamar, mas a China continua buscando mercados e parcerias. Na última semana, foi realizado o 7º Encontro de Empresários para Cooperação Econômica e Comercial entre a China e os Países de Língua Portuguesa, em Luanda (Angola).


Fonte: http://www.portogente.com.br/texto.php?cod=50062
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Respostas a este tópico

O presidente atual e a propria ABIT estao confiantes a mais de 10 anos e nada, absolutamente nada acontece!!!

Vamos parar de bla bla bla e agir , nos organizar e fazer algo de concreto, chega de conversa!!!!!!!

Vamos botar pra quebrar...

Quando os petistas se derem conta já haverá milhares de desempregados no setor textil.

Só ouço falar em cortes para sobreviver.

Mas, será que isso vai resolver?

Mesmo conhecendo as dificuldades históricas que pesam sobre a cadêia têxtil, penso que o nosso setor é mais forte do que se imagina. Acho imprescidível que estejamos unidos em torno de lideranças como a do nosso colega Aguiando Diniz Filho. Unidos, estaremos revigorados para o enfrentamento dos desafios postos, tanto internos, quanto externos. E o cimento necessário a "juntar" os tijolos do muro de defesa ao setor é justamente a comunicação, (comum-única-ação), geradora da integração das nossas fileiras em prol do objetivo comum.

Creio que, quanto a no organizarmos para se fazer um movimento, acho muito válido, porém os nossos sindicatos representantes do nosso setor, ou são muito fracos, ou são muito desorganizados (pois não conseguem juntar todos num só para, realmente, tomar uma forma mais robusta), ou agem por interesses próprios, pois desde o começo do ano estamos ouvindo tantos presidentes de sindicatos (uns até que eu nem conhecia) dizendo que estão se organizando em defesa do setor e esse ano já era, ou seja, o tecido (pelo menos as commodities) que eram para ter entrado aqui no Brasil, já estão aqui há muito tempo.

O que fez a Frente Parlamentar em Defesa da Industria Têxtil até agora? Como disse bem noso amigo Fabio, só bla bla bla...

Com relação ao vídeo do SP Record, veiculado no dia 19/07 ( http://www.tvb.com.br/sprecord/videos-exibe.asp?v=15296 ), e já posto neste blog, eu pelo menos, até o momento de ver o vídeo, não estava sabendo desse "grande movimento de 50.000 pessoas", que será feito da Av. Paulista até a Assembléia Legislativa. O Senhores já estavam sabendo. Mesmo que já tivessem, e eu esteja "fora do ar", esses Senhores que estão nesse vídeo (Sr. Bereta e Sr. Peressim) são daqui da minha região, e o engraçado é que, à partir desse vídeo, creio eu que se intensificasse o anúncio desta passeata. Porém não é o que está ocorrendo.

Então, meus queridos e estimados amigos, como nos organizar em torno desses que já estão diante do pouco que apresentaram (minha ótica)? Ou o que fazer de concreto para que a situação se reverta a nosso favor?

O mais triste de tudo isso, não é só a dificuldade que o setor têxtil (e alguns outros setores) passa face a concorrência desleal que enfrentamos com os países asiáticos. O mais triste é quando ouvimos alguns "experts" postando em vários canais de comunicação que os setore em dificuldades são os que não se reinvetaram, que não investiram, que estão colhendo os frutos de uma visão arcaica de administração.

Eu pergunto à esses "experts": -Quantas empresas estes cidadãos já fundaram e geriram? Quais foram a vida útil das empresas geridas pelos senhores? Por quantos pacotes econômicos Vcs passaram enquanto administradores de tais empresas? Vocês já ouviram falar em custo-brasil? Se sim, compare-os com os custos dos nossos concorrentes. E por aí vai....mas eu paro por aqui, pois temo que fique pessal demais (rsrsrs).

 

Abraços à todos!!!   

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