Industria Textil e do Vestuário - Textile Industry - Ano XII

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 O IAC 17, desenvolvido pelo Instituto Agronômico de Campinas, foi uma variedade que aumentou em 30% a produção de fibra por hectare, segundo relato do N. Sabino, ex diretor dos Instituto,o que agregava ao Estado, por ano, o orçamento do IAC por 10 anos(!!!!). Na década de 80 estudamos, com o ETIQT, e no ETIQT ( sendo transformado em CETIQT, ou já transformado), problemas do algodão, que afetavam o setor têxtil, a saber, resistência da fibra (reclamava-se), pegajosidade, e cor ( esta avermelhada , devido ao solo onde o algodão era plantado). Investigamos também as características estruturais que podem afetar a resistência da fibra, a saber e principalmente, cristalinidade, orientação ( birrefringência). Não havia quem medisse cristalinidade de fibras aqui no Brasil. Chamamos um especialista de fora que nos ajudou. Estudamos métodos de avaliar a pegajosidade, ou mesmo minimizar seus indesejáveis efeitos na fiação, bem como desenvolvemos métodos para detectar açúcar no algodão. A Isaura, que participa aqui no Facebook( ex CETIQT) , teve importante participação nestes estudos. Hoje o IAC não mais detém o controle do algodão plantado em SP, e o setor desenvolveu-se consideravelmente..

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Respostas a este tópico

Ótima recordação! Grande entusiasmo da Professora Isaura.



Antonio Silverio Paculdino Ferre disse:

Ótima recordação! Grande entusiasmo da Professora Isaura.

Muito obrigada pela lembrança. O entusiasmo continua o mesmo. Acompanho o trabalho da ABRAPA pelo Facebook. Fico muito feliz em ver o sucesso do projeto de classificação do algodão, com laboratórios de excelência, no qual tive oportunidade de colaborar. 

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