Industria Textil e do Vestuário - Textile Industry - Ano XII

Industria Textil e do Vestuário - Textile Industry - Ano XII

Indústria Têxtil E De Vestuário Busca Competitividade E Desenvolvimento

Para ampliar a união dos empresários, discutir estratégias de mobilização e definir uma agenda única a ser defendida pelos representantes do segmento na Região Sul do Brasil, as federações das indústrias dos Estados do Rio Grande do Sul (FIERGS), Santa Catariana (Fiesc) e Paraná (Fiep) realizaram o III Fórum Sul do Setor Têxtil e Vestuário. O encontro ocorreu nesta sexta-feira (2), em Porto Alegre, e apontou as prioridades e dificuldades para o desenvolvimento do setor.

"Temos trabalhado muito na busca de maior competitividade setorial. Através do Senai do Rio Grande do Sul, atuando em tecnologia e formação de recursos humanos, contemplamos a capacitação desde as funções mais simples até os cursos de moda de design, que hoje fazem parte da moderna economia criativa", disse o presidente da FIERGS, Heitor José Müller, no discurso de abertura do evento. "Trabalhamos de forma incessante junto às instâncias de poder demonstrando o alto custo de produção no País. Situação que se agrava pela concorrência desleal dos artigos importados, resultante do condenável dumping cambial praticado nos países de origem", completou.

O Fórum, que já foi realizado em Curitiba e em Florianópolis, definiu as questões prioritárias, entre as quais estão a desindustrialização, os assuntos trabalhistas e a representatividade. Durante os encontros também foram propostas algumas ações para cada um dos temas.

O superintendente da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit), Fernando Valente Pimentel, apresentou a situação atual, as perspectivas e agenda de prioridades do setor, que, segundo ele, tem a inovação em seu DNA. "Temos que inovar todos os dias em nossas coleções e em nossas tecnologias", disse. Presente em todo território nacional, a indústria têxtil e de vestuário conta com 30 mil empresas em atividade, gera 8 milhões de empregos diretos e indiretos e R$ 80 milhões em ativos. O faturamento anual é de R$ 105 bilhões, o que equivale a 3,5% do PIB brasileiro. "Precisamos trabalhar por um regime tributário competitivo e salvaguardas para a indústria do vestuário. Temos que defender a indústria brasileira da concorrência desleal", alertou.

O evento teve ainda apresentações sobre o Comércio Exterior e as Medidas de Defesa da Indústria, Banco do Vestuário da Fundação Gaúcha dos Bancos Sociais, Terceirização: Programa de Desenvolvimento de Fornecedores nas Cadeias Produtivas, Piso salarial Regional, Impactos para as Indústrias da Região Sul e Mobilização Empresarial no Poder Legislativo e Região Sul: Cenários e desafios para a indústria.

Fonte:|http://www.fiergs.org.br/noticia_aberta_fiergs.asp?idnoticia=11495

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