Industria Textil e do Vestuário - Textile Industry - Ano XVI

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Invista é vendida a grupo israelense

Contrato com a fabricante de nylon Nilit visa continuar o trabalho feito na fábrica instalada em Americana
A Invista, uma das maiores produtoras de polímeros e fios sintéticos do mundo, terá parte das operações da unidade de Americana vendida para uma multinacional israelense. A fabricante de nylon Nilit anunciou ontem que assinou o contrato de compra com a intenção de continuar o trabalho feito na fábrica da cidade. As condições e valores do negócio não foram divulgados.
Marcelo Rocha / O Liberal

Fábrica de Americana emprega 370 pessoas
As duas indústrias preveem que a transação seja concluída até o final deste ano. "Além de nossas fábricas nos Estados Unidos, China e Israel, essa aquisição complementa as operações de manufatura global de nylon 6.6 da Nilit. A América do Sul em geral - e o Brasil em particular - representa uma oportunidade estratégica. Temos planos para aumentar a nossa capacidade de fio texturizado e reforçar a nossa presença local", comentou Fabio Kahn, diretor-geral da divisão de fibras da empresa israelense.

A continuidade da Invista foi garantida pelo presidente global da empresa, Dave Trerotola, em julho, quando houve o anúncio da venda de parte das operações. Na época, o executivo ressaltou que a multinacional concentrará os esforços na fábrica de Paulínia, onde foram investidos mais de US$ 100 milhões. "A Invista continua muito comprometida com o Brasil e essa transação permitirá que concentremos nossa energia no país e no crescimento de nossos negócios de elastano com a marca do fio lycra", declarou Trerotola em comunicado enviado ontem pela assessoria de imprensa da empresa.

Funcionários da Invista já foram avisados sobre a venda e as demissões]. Na planta de Americana, localizada na região do bairro São Jerônimo, a empresa emprega 370 pessoas. Em declaração à imprensa, o diretor do Grupo Nilit, Zion Ginat, sugeriu que deverá contratar empregados da região. "A presença da produção local garantirá uma rápida penetração no mercado, o que irá permitir expansões adicionais em potencial. Estamos ansiosos em trabalhar com a mão de obra local", comentou.

Fonte: http://m.liberal.com.br/noticia/DF42B88AE60/
Por João Colosalle

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