Industria Textil e do Vestuário - Textile Industry - Ano XIII

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Não Tecidos - Petropar Adota Nova Marca e Passa a se Chamar Évora

Depois de concluir que a marca atual já não traduz adequadamente o portfólio de produtos, a escala global de atuação e os planos de expansão do grupo, a Petropar anunciou nesta terça-feira a troca de nome para Évora. A ocasião escolhida para a mudança coincide com o 25º ano de operação da holding, que reúne indústrias de não tecidos para descartáveis higiênicos, tampas plásticas e latas de alumínio para bebidas com 16 fábricas no Brasil e mais sete países.

Conforme o diretor-presidente da Évora, Geraldo Enck, a nova marca pretende expressar os conceitos de "evolução com geração de valor". A troca não inclui mudança na estrutura societária da companhia, controlada pela família Ling, nem alteração dos códigos de negociação das ações na empresa na BMF&Bovespa (PTPA3 e PTPA4). A agora ex-Petropar foi fundada em 1988 com uma operação no polo petroquímico de Triunfo, a PPH, desativada em 1995.

Com receita líquida consolidada de R$ 1,8 bilhão em 2012, alta de 132,7% sobre o ano anterior, a Évora controla a Fitesa, fabricante de não tecidos com unidades no Brasil, Peru, México, Estados Unidos, Alemanha, Suécia, Itália e China. As operações na China, EUA e Europa foram adquiridas no fim de 2011 da inglesa Fiberweb.

A America Tampas, outra controlada integral da Évora, produz tampas plásticas em Venâncio Aires (RS) e Manaus (AM). A Crown Embalagens, uma joint venture com a americana Crown Holdings, fabrica latas de alumínio para bebidas em Cabreúva (SP), Ponta Grossa (PR) e Estância (SE) e tem uma unidade de produção de tampas metálicas também em Manaus.

Segundo Enck, em janeiro de 2014 entra em operação a nova fábrica da Crown em Teresina (PI), que vai aumentar a capacidade da empresa de 6,5 bilhões para 7,5 bilhões de latas por ano. O investimento soma US$ 80 milhões, incluindo US$ 10 milhões na expansão correspondente da produção de tampas metálicas em Manaus.

A Évora chegou a preparar uma área para a nova fábrica da Crown em Belém (PA), mas a decisão da britânica Rexam de erguer uma unidade na mesma cidade levou a empresa brasileira a mudar de planos para evitar uma superoferta na mesma região. A escolha recaiu sobre Teresina, onde o projeto recebeu os mesmos incentivos fiscais federais de redução do Imposto de Renda. De lá, a fábrica vai fornecer latas para a AmBev em São Luiz (MA), a Coca-Cola em Fortaleza (CE) e a Schincariol em Belém.

Na Fitesa, os planos incluem uma nova linha com capacidade para 9 mil toneladas por ano de não tecidos especiais que entrará em operação em janeiro de 2015 na China. A expansão exigirá aportes de US$ 10 milhões e aumentará a capacidade instalada global da empresa para 251 mil toneladas/ano. Já a produção total da América Tampas será ampliada de 3,3 bilhões para 3,8 bilhões de unidades por ano até o fim de 2013, com investimento de mais US$ 10 milhões em Venâncio Aires.

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