Industria Textil e do Vestuário - Textile Industry - Ano XIII

Industria Textil e do Vestuário - Textile Industry - Ano XIII

Caros,

Em meus contatos com empresas tenho percebido um clima muito pesado de apreensão pela possibilidade de uma reeleição da Presidente.

A avaliação é que a falta de confiança no governo vai ser um fator determinante em uma possível redução dos negócios.

Existe o receio e a avaliação é que certamente haverá redução de demanda, consequentemente redução da produção e desemprego eminente.

Como em nossa indústria Têxtil, quando há tsunami está na crista da onda, quando há furacão está no olho e mesmo uma simples marolinha nos afoga, temos que colocar nossas ”barbas de molho”, se é que ainda existe algum molho.

Gostaríamos de conhecer o pensamento, as perspectivas e esperanças de nossos colegas.

Sintam-se a vontade para me contradizer, gostaria muito de está enganado.

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Respostas a este tópico

Não sejamos inocentes. Basta entrar para a  política que o desejo de se corromper aflora, afinal, a pessoa se corrompe para chegar ao poder ou o poder corrompe?

O fato é que a corrupção é algo que dificilmente se elimina. Como diria o saudoso Antônio E. Moraes " eliminar a corrupção em qualquer lugar é algo impossível, mas controla-la e buscar seu menor nível de atuação é dever de todo empresário ou servidor público".

É isso que devemos buscar...

E a banalidade  em que a corrupção se tornou, não pode ser motivo de inércia. "O mal prospera quando os bons se omitem"

Agora toda a discussão sobre se o governo e o setor têxtil, sempre digo, que esse assunto deveria começar a ser discutido em 1990 com a abertura do Collor, em 1994 com o inicio do Acordo Multifibras e em 2004 com a abertura dos mercados têxteis mundiais. O mundo todo sabia que ia acontecer, só o Brasil não sabia? Ou então  o setor têxtil achou que conseguiria se manter apadrinhado pelo Estado tendo de lastro 3 milhões de empregos? (que já se reduziu à metade, e nada aconteceu...nem tomaram conhecimento...)

Sobre a questão de cotas , defendo a meritocracia... a eficiência e eficácia é a propulsora da produtividade. Sem produtividade não se gera riqueza, sem riqueza não se gera PIB favorável, sem PIB favorável apenas políticas populistas têm lugar.

Enfrentar redes mundiais globais com escalas mundiais e com mão de obra barata incentivando e levantando a bandeira que a "oficina da dona Maria" é a solução, é no mínimo ingênuo ou apenas politicamente correto. Essas ações podem ajudar na manutenção econômica de famílias , mas não podem sustentar um política industrial para o setor.

Aparelhamento do sistema S... já fui vítima disso. E senti o que o aparelhamento político de instituições técnicas e empresariais podem gerar. Você perde a possibilidade da livre iniciativa e livre pensamento, condições primárias para o surgimento de qualquer discussão sobre inovação. Para ser breve : tive que sair pelas portas dos fundos, demitido por telefone, e de forma nebulosa tive que concluir que estava demitido, após por quatro períodos ser o professor homenageado e paraninfo de algumas turmas. Motivo: ninguém falou, mas acredito que foi por discordar da postura de um dos principais líderes da instituição de procurar o interesse político particular e não de declinar sobre os problemas da cadeia têxtil , isso em 2012.

A derrama de investimento do governo federal, hoje vindo a público no debate presidencial de ontem - a presidenta citou os investimentos no sistema S- , pelo menos fornece pista dos motivos do aparelhamento. E onde entra o aparelhamento político, sai a competência , a meritocracia e o livre pensamento; isso é um câncer, irá matar aos poucos...se não forem retomados os caminhos trilhados ,no passado não muito distante, o sistema S estará fadado a ser um mero e efêmero instrumento político gerador de estatísticas.

Senhores responsáveis pelo sistema S: Resgatem o valor e a importância desse sistema, perdido há não muito tempo.

Falar em Inovação onde o medo impera e ter que pensar conforme o direcionamento político do partido da situação, é no mínimo um discurso técnico de boas palavras, ou tratar a inovação como a ideia da "moda" em gestão nas empresas; como já foram tantas outras. ( a discussão e o debate de ideias é o que gera o desenvolvimento do pensamento - e felizmente isso não pode ser imposto por um partido político, apesar de tentarem).

Parabéns!! pela vivência e capacidade analítica da situação atual, nos brindando com uma analise, ao meu ver, ímpar e concisa. 

Parabéns! Excelente explanação!

Não sei especificamente a relação entre a reeleição e a redução de negócios. 

Porque a redução de negócios já está instaurada e a mudança de governo não garante a mudança das políticas industriais brasileiras, quanto mais as da cadeia têxtil.  

Mesmo com boa vontade de um eventual novo governo, o que não aconteceu, as respostas políticas não devem ser imediatas, o que injustifica um otimismo antecipado dos empreendedores, a ponto de investir em maquinário e aumento da produção.

Ah, vamos ser coerentes, não temos eletricidade, não temos água, nossa mão de obra é ineficiente e cara, comparada com os concorrentes asiáticos. Não vai ser no ano que vem que a coisa vai mudar....

Bom dia a todos!...Vivemos em um pais democrático com real força de expressão, portanto podemos falar o que quisermos nada venha acontecer  com nossa maneira de empresar nossos sentimentos!....mais por favor entra na historia principalmente entre anos 60 a 88 que foi promulgada a nossa constituição a carta magna do nosso pais pelo o nosso grande wlises Guimarães!...Os dias de chumbo passou vamos viver nossas conquista nossos direitos no qual conquistamos durantes estes anos!...OBRIGADO.     

Sr. Antonio Paculdino , nós aqui no Sul ficamos com a total convicção de que o Aécio perdeu a eleição em casa...

Eu o conheço há anos da Textil Paculdino e sei quão inteligente , culto e sereno o Sr. é e por isso lhe pergunto; O que aconteceu com Aécio em MG. ?

Quais foram os motivos de sua derrota em MG. ?

Nós aqui do Sul estamos buscando a resposta e as discussões estão em pauta e nada melhor para uma pessoa da própria região para tentar nos fazer entender...

Um forte abraço ! 

A derrota se deu no Norte de Minas, onde estou. O deputado estadual mais votado é do Norte de Minas e do PT. A região, junto com o Jequitinhonha, vive de favores governamentais e o abuso de compra de votos. O Aecio foi o melhor governador para essas regiões( estradas, comunicação, educação,etc) Errou em indicar candidato a governador que não tem votos e nem penetração política. Na verdade era um poste e a Dilma elegeu seu ministro, como governador, que perdera eleições em confrontos diretos com Aecio e Anastasia. E ainda temos norte mineiros achando bom, pois o PT tem a presidente, o governador, o deputado mais votado e, possivelmente o Josué como ministro. Agradeço seus elogios e juro que são imerecidos. Pura generosidade sua!

É uma boa visão Sr. Antonio , de fato fica difícil confrontar um candidato que além de ministro já está na boca do povo desde mais duas eleições passadas...

Somando ainda o Josué fica mais fácil ainda entender.

Eu particularmente não entendo mais de 30 milhões de abstenções que não se propuseram nem a tirar a bunda da cadeira para dizer se querem continuar ou mudar , talvez tiveram algo mais importante para fazer no dia de ontem. Lamentável !

Um forte abraço a todos por aí e também ao Sr. Guilherme .

Fiquemos todos nós com DEUS ! 

Bom que aqui tenha empresários sensatos e que querem o melhor para o País e tbm. para o nosso setor.

Está surgindo, para futuro bem proximos novas lideranças que são do nosso setor...Estou contente em saber que o Josué será um novo ministro...Ele eo Paulinho Skaf surgem como novas lideranças politicas e são do nosso setor...Vide tbm o Pimentel...Unamo-nos para fortalecer o nosso setor...E que Deus nos proteja...

Abraços

Reitero aqui meu posicionamento de não aparelhar as instituições politicamente.

Ter força política não significa necessariamente levar políticos para dentro das organizações.
Vejam o que está acontecendo na Petrobrás e noutros locais onde o político substitui o profissional técnico.

Se esses senhores querem ser políticos que sejam, mas não devem pertencer ou possuir influência decisória nas instituições. Como disse, em comentário anterior dessa matéria, já tive minha experiência pessoal com esse aparelhamento e vejo com pesar essas ações.

Quem tiver paciência de verificar os resultados oficiais da eleição geral no estado de Minas Gerais, no portal do TSE e no UOL, vai constatar que não procede a informação de que a vitória se deu apenas na parte norte da "Terra dos Inconfidentes": www.tse.jus.br/eleicoes/estatisticas/estatisticas-eleitorais-2014-r...

Eleição: Eleições Gerais 2014 - 1º Turno - 05/10/2014 Abrangência: Município - UF: MG

http://eleicoes.uol.com.br/2014/raio-x/presidente#resultado-por-mun...

Gilvan: O Norte teve o grande peso. Compare com Varginha, Pouso Alegre, itajubá, etc.

Botejo: O governador eleito em Minas é apenas homonimo do nosso da ABIT.

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