Industria Textil e do Vestuário - Textile Industry - Ano XII

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A Lojas Renner, maior varejista de moda do país, disse que não acredita que o efeito da epidemia de coronavírus na China terá impacto considerável no setor, a não ser que o problema se estenda por muito tempo, disse Fabio Adegas Faccio, presidente da empresa.

A varejista disse que recebeu encomendas oriundas de fornecedores da China antes do Ano-Novo chinês, comemorado no dia 25 de janeiro.

“Se eles não voltarem a produzir, o que é pouco provável, temos fornecedores locais para substituir. Como cadeia, o impacto é baixo, e não nos preocupa, só se isso se estender muito”, disse ele. A empresa importa cerca de 30% de seus produtos.

O lucro da Renner cresceu quase 17% no quarto trimestre de 2019, para R$ 513 milhões. A ação da empresa subia 2,23%, às 15h13, segunda maior alta do Ibovespa.

Em dezembro de 2019, a varejista possuía 388 lojas Renner, incluindo nove lojas no Uruguai, quatro na Argentina e oito lojas Ashua, 114 Camicado e 101 Youcom, além das suas plataformas on-line.

Margem bruta

Segundo a Lojas Renner, o aumento do fluxo nas lojas e a boa receptividade da coleção explicam vendas mais positivas no quarto trimestre — as vendas líquidas com venda de mercadorias subiu quase 11%, para R$ 2,87 bilhões.

A rede ainda reforçou que “trabalha para manter margem bruta em 2020”, disse o presidente da empresa. Em 2019, a companhia fechou o ano com margem bruta no varejo de 56,3%, versus 56,5% no ano anterior.

A Renner informou ainda que vai investir R$ 910 milhões em 2020, versus R$ 751 milhões em 2019, segundo o diretor financeiro, Laurence Beltrão Gomes.

Expansão

Em termos de aberturas de lojas, a ideia é manter em 2020 o mesmo ritmo de 2019, e focar os investimentos no crescimento orgânico no Brasil, especialmente — a empresa tem unidades no Uruguai e na Argentina.

Pelos cálculos, a rede ainda tem 40 shoppings onde pode abrir loja nos próximos anos e estima de seis a oito aberturas por ano em shoppings nos próximos anos.

Camicado

A Renner, controladora da Camicado, teve “problemas de gestão” relativo ao portfólio de produtos em 2019, disse a companhia na teleconferência com analistas, nesta sexta-feira. A marca de produtos para casa e decoração apresentou redução na margem bruta do trimestre. “Não é algo relacionado com a economia […]. A Camicado teve problemas de gestão e com ‘mix’ de produtos em 2019 e decidiu fazer uma limpeza [no portfólio], afetando a margem”, disse Faccio.

A empresa informa no relatório de resultados que a Camicado, ao longo do quarto trimestre, manteve o processo de ajuste nos estoques e no “mix” de produtos, com a receita líquida apresentando crescimento de 5,6%, em relação ao mesmo trimestre do ano anterior, “com leve melhora frente ao acumulado dos primeiros nove meses do ano”.

Fonte: Valor Econômico

http://sbvc.com.br/renner-substituir-fornecedores-chineses/

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Respostas a este tópico

Sempre evito comprar produtos made in China. As modelagens não são compatíveis com o perfil do brasileiro, pelo menos no nivel dessas lojas. Nada posso afirmar quanto aos produtos de luxo mas se até os chineses ricos vão às compras na Europa e Japão, deve ser por um bom motivo.

Quanto a outros produtos, há muito o que falar. Comprei um alicate de pressão que no primeiro aperto quebrou na minha mão. Foi tão impressionante que o Carrefour me devolveu o dinheiro.

Melhor valorizarmos os nacionais. Nossas confeccões são de primeira.

Ok.

Joao Burim disse:

Sempre evito comprar produtos made in China. As modelagens não são compatíveis com o perfil do brasileiro, pelo menos no nivel dessas lojas. Nada posso afirmar quanto aos produtos de luxo mas se até os chineses ricos vão às compras na Europa e Japão, deve ser por um bom motivo.

Quanto a outros produtos, há muito o que falar. Comprei um alicate de pressão que no primeiro aperto quebrou na minha mão. Foi tão impressionante que o Carrefour me devolveu o dinheiro.

Melhor valorizarmos os nacionais. Nossas confeccões são de primeira.

o pior é que quase tudo que se compra é oriundo da Asia!!!  principalmente eletrônicos!! sou contra a importaçao !!!  nao utilizo produtos da china!!!  infelizmente nossas industrias estão sucateadas...e muito pouco se faz por aqui,....nao acredito nesta história da Renner...pois o coronavírus morre em 7 dias!!! na realidade é a alta do dólar!!! este sim impacta em toda a importaçao!! se fosse a 10 reais!!!  nao teria problemas!!! reativaríamos as nossas empresas...!!!!  vamos lembrar tb, que em 2022, a china utilizará soft e computadores próprios!!! mas hoje está dizimando as empresas.... nao sei se termos produtos mais baratos que os concorrentes, visto que PC em geral, ytem peças fabricadas na china!! bem como smrt phone ..que aliás é melhor que sansung...bem superior!!..enquanto isto assistimos de galeria o fin=m das indústrias no Brasil!!!

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