Industria Textil e do Vestuário - Textile Industry - Ano XII

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Skaf Defende Aprovação do Projeto do ICMS com Alíquota de 4%

O presidente da Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, defendeu nesta terça a aprovação do projeto de Resolução 72/2010, que uniformiza a alíquota do ICMS interestadual para importações. Ele é favorável a adoção da alíquota de 4%, a mesma proposta apoiada pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega.

Ao citar o governador de Santa Catarina, Raimundo Colombo, Skaf disse que os incentivos fiscais que estão sendo dados atualmente pelo Estado governado por ele estão fechando indústrias nesses lugares por causa das "importações predatórias".

Colombo, porém, rebateu a informação e citou o exemplo da indústria têxtil catarinense que, mesmo com o benefício dado aos importados, competiu em igualdade de condições com as mercadorias chinesas.

Para Skaf, é necessário acabar com "essa possibilidade de dar incentivo para um produto que não é produzido por brasileiros". "Interessa ao Brasil dar incentivo fiscal a um produto importado?", questionou.

Skaf disse que, na pauta de hoje, o processo de desindustrialização do Produto Interno Bruto (PIB) é um tema recorrente. Em 1985, segundo ele, a indústria respondia por 27% do PIB nacional. Atualmente, representa 14,6%, embora seja responsável por 37% dos impostos arrecadados no País. Ele teme que a indústria de transformação, que levou 200 anos para ser instalada no País, seja prejudicada com a "guerra dos portos".

Fonte:|http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,skaf-defende-projeto-do...

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Vejam no texto:

"Colombo, porém, rebateu a informação e citou o exemplo da indústria têxtil catarinense que, mesmo com o benefício dado aos importados, competiu em igualdade de condições com as mercadorias chinesas."

E agora qual a fórmula dos catarinenses para vender mais barato que os chineses?

Pedimos ao catarinenses, membros desse site, que tirem uma dúvida:

Em relação a cadeia têxtil, é verdade o que o governador Raimundo Colombo disse ou ele está mentindo descaradamente???

É SÓ MUDAR O NOME... " ESTADOS DESUNIDOS DO BRASIL " QUE TAL???

E SEJA FELIZ!!

VIVA A CHINA!!!

 

GEORGES LOUIS

E o nome do programa de incentivos ás importações é Pró-Emprego!!

 

deveria ser o "pró emprego para ásia"!

 

Os jornais Catarinenses estão fazendo matéria de capa e todo um chororô contra a aprovação dessa medida, dentro disso que sim esse governador falou.

Parece que o prefeito de Itajaí também iria cordenar uma maifestação, pois eles estão com medo de perder impostos e empregos que o porto de itajaí gera.

 

As matérias do Diário Catarinense, só criticam a padronização do ICMS, com essas falácias de que vão perder empregos e impostos e blablablá. Esse governador do PMDB, Colombo, disse, na edição de hoje, que seria ruim para a indústria têxtil, pois ela precisa importar fios de poliéster, e que a redução da alíquota de ICMS nos fios importados iria apenas repassar o preço para o consumidor.

Todo mundo sabe que poliéster não é feito no Brasil, mas achar que é só isso que é importado é coisa de um belo ignorante (e mentiroso). Basta andar em um shopping e verá que mais da metade das roupas que as lojas vendem são importadas.

 

Uma economista que escreve na coluna do jornal, escreveu também que o problema da desindustrialização é culpa do "custo brasil" e não dos incentivos ás importações.

Acho que ela não entendeu que uma das coisas que compõem o custo Brasil são justamente os desincentivos á produção nacional, pois com incentivos para importar, fica mais barato importar do que produzir no país.

 

Além disso, os jornais regionalistas catarinenses, afirmam que apenas o porto de santos vai ser beneficado com isso, pois as importações vão se concetrar lá -  que está mais perto  do mercado consumidor de São Paulo.

 

Ou seja, eles nem estão debatendo nem estão nem aí para a desindustrialização. Eles não entendem que um emprego de portuário, estivador e motorista, não se podem comparar com o desenvolvimento e com os empregos e a riqueza que a indústria pode gerar.

O importante é ter pessoas carregadores de cargas, e não ter gente que produza alguma coisa.

 

Não entendem que os empregos que esse porto e essas importadoras geram, geram desemprego no país inteiro por conta do fechamento  das indústrias.  Inclusive tantas no estado de SC, que já tece um grande pólo têxtil.

 

Mas, como o Brasil é cheio desses regionalismos burros, bairrismos, coisas atrasadas, de gente que não quer "largar o osso" e deixar que o país se desenvolva, vamos continuar vendo esses governantes e parte da elite econômica que prefere que o país seja uma grande plantation de banana, ou de soja e minério de ferro.

 

Por que que esse governador não cria um programa para ajudar as indústrias á produzirem em vez de um programa para importar?

Eu não entendo porque não pensam em melhorar a competitividade do país, mas apenas em fazer as coisas do jeito errado e do pior jeito (favorecer o produto estrangeiro). Por que esse governador não cria incentivos para as indústrias virem para SC, ái elas gerariam empregos, impostos que seriam muito melhores a médio e longo prazo do que aquilo que os carregadores de carga podem oferecer?????

 

 

 

 

 

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