Industria Textil e do Vestuário - Textile Industry - Ano XIV

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“De repente, não mais que de repente,”
O brilho desapareceu dos meus olhos,
Os sonhos que povoavam minh’alma se foram,
E caí na mais escura solidão.
Por que tu, que vieste encher de graça
Os meus dias, a minha vida vazia,
Se foi, assim, de repente, tão de repente?
Volta!... Só tu podes ocupar este lugar,
Que é só teu...Apenas teu.
E como dói...Dói....Dói...
E assim vou levando a vida,
Tentando arrancar-te do pensamento,
Tu que partiste tão de repente.
Cris

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Comentário de Cristina Alcântara em 29 dezembro 2009 às 20:00

José Antônio,
Obrigada pelo gentil comentário. Geralmente as minhas entradas são simples, pois não tenho a pretensão de criar nenhuma obra artística, que prime pela beleza da forma. Procuro dar ênfase ao conteúdo, com palavras carregadas de significados nem sempre explícitos. Procuro dizer algo que vá além das palavras.
Gosto de ler os seus poemas, esses sim, são elaborados, primam pela forma e conteúdo. Neles você se desnuda, mostrando toda a emoção de uma alma sensível. Parabéns!

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