Industria Textil e do Vestuário - Textile Industry - Ano VI

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Reunião da Dilma, Posições do Governo e Empresários

Governo disse que irá além da desoneração da folha de pagamentos, com redução de impostos, dos juros e dos custos de energia elétrica; empresariado pediu ações concretas

Luciana Marques
Dilma durante reunião com empresários em Brasília

Dilma durante reunião com empresários em Brasília (Roberto Stuckert Filho/PR)

Em clima amistoso, a presidente Dilma Rousseff dispôs-se nesta quinta-feira a ouvir as queixas de 28 grandes empresários brasileiros em reunião no Palácio do Planalto. O encontro, que durou três horas, também contou com a presença dos ministros da Fazenda, Guido Mantega, e do Desenvolvimento, Fernando Pimentel; do secretário geral da Presidência, Gilberto Carvalho; e do presidente do BNDES, Luciano Coutinho. Os empresários, evitando o tom de confronto, mantiveram as cobranças de sempre. Pediram medidas para conter a desvalorização do dólar, a redução da carga tributária e melhorias em logística e infraestrutura. O governo respondeu com promessas vagas.

Cordialidade – A presidente Dilma abriu a reunião e, em tom de brincadeira, pediu aos ministros Mantega e Pimentel que falassem por apenas cinco minutos. A intenção dela era dar mais voz aos empresários. Todos eles puderam expor a situação de seus setores e fazer cobranças ao governo federal. Em sua fala, Dilma falou sobre a situação da economia brasileira e, de forma indireta, cobrou mais investimentos do setor privado. O Planalto deverá realizar mais quatro reuniões com empresários neste ano.

Promessas – Uma série de medidas foi aventada pelo Planalto. Além da ampliação da desoneração da folha de pagamento, bastante discutida com sindicatos patronais e de trabalhadores nas últimas semanas, o governo prometeu reduzir outros tributos, sobretudo daqueles que incidem sobre o investimento; diminuir os custos financeiros das empresas; e baixar os preços de energia elétrica com novos leilões no futuro. Os empresários presentes, embora tenham aplaudido o discurso, destacaram a necessidade de ações mais concretas e que efetivamente possam mudar a rotina dos setores – com destaque para os industriais que sofrem com a concorrência dos importados.

O ministro da Fazenda declarou que ao menos dez setores estão otimistas com a promessa de desoneração da folha de pagamentos. Entre eles, Mantega citou o calçadista, o moveleiro, o têxtil e a indústria naval. “Vamos reduzir a alíquota que foi colocada ano passado”, declarou. “Se o empresário exporta 30%, 40% de sua produção, ele vai ter 20% a menos de INSS”, garantiu.

Ele também disse que o Planalto quer reduzir os custos financeiros do empresariado e aumentar o crédito de longo prazo. Segundo ele, o BNDES deve oferecer 150 bilhões de reais em 2012. “Temos trabalhado para reduzir a carga do investimento, que é prioritário para deslanchar a economia do país nos próximos anos”, afirmou Mantega, sem dar maiores detalhes.

Os empresários, por sua vez, pediram a aprovação do projeto de Resolução 72/2010, que uniformiza a alíquota do ICMS interestadual na comercialização de produtos importados. A proposta tramita no Senado.

O presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, disse que a presidente Dilma sensibilizou-se nesta quinta com as demandas dos empresários. “Hoje a presidente da República se convenceu que há um filho enfermo, que é a indústria da transformação brasileira. E para esse filho ela precisa dar uma atenção especial”, comparou. Skaf exigiu do governo medidas para reduzir o preço da energia elétrica – um conjunto de concessões no setor vence em 2015. Mantega prometeu planejamento para que, nas novas licitações, ocorra redução da tarifas de energia. O ministro afirmou ainda que buscará desindexá-las a partir dos novos contratos. 

Investimentos – Diante da cobrança indireta de Dilma por maior empenho na realização de investimentos, os empresários deram uma resposta lacônica. Eles disseram que já estão comprometidos com essa tarefa, pois apostam na manutenção do crescimento da economia brasileira e querem estar preparados para um mercado cada vez mais robusto. Eles esclareceram, inclusive, que seus projetos são de longo prazo e que estão animados com sua execução. Empresários presentes falaram em valores de investimentos entre 5 bilhões de reais e 20 bilhões de reais neste ano.

Como vem falando há algumas semanas, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, destacou a intenção do governo de ampliar as políticas de desoneração da folha de pagamentos e de abrir espaço, graças ao esforço fiscal, para a redução das taxas de juros. O ministro também prometeu novas reduções de impostos, mas não anunciou nenhum plano concreto para viabilizar a medida.

Câmbio – O Planalto tentou tranquilizar os empresários em um dos itens mais desconfortáveis para a indústria brasileira no momento: a taxa de câmbio.  “Continuaremos a fazer politicas de intervenção do câmbio que não permitam que o real se valorize”, disse Mantega. “Estamos privilegiando a exportação no momento em que está todo o mundo desesperado. Na maioria dos casos, há convergência entre o que governo pensa e o que os empresários pensam”, afirmou em coletiva após a reunião.

A empresária Luiza Trajano, presidente da rede varejista Magazine Luiza, disse que seria “prudente” uma redução da carga tributária na linha branca, mas o Planalto declarou que o assunto não está na pauta de discussão neste momento. “Acho prudente, mesmo porque 45% da população de classe média baixa não tem máquina de lavar roupa”, afirmou.

Fonte:|http://veja.abril.com.br/noticia/economia/em-reuniao-com-empresario...

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Governo garante a empresários que vai segurar valorização do real

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse nesta terça-feira que o governo se compromete a manter o real desvalorizado em relação às moedas estrangeiras para favorecer a indústria nacional. Essa foi uma das garantias dadas pelo governo em reunião coordenada nesta manhã pela presidente Dilma Rousseff com 28 empresários das maiores empresas do País.

"A questão cambial é considerada sempre como questão crucial para os empresários brasileiros", disse. "Nós continuaremos a fazer políticas de intervenção do câmbio para que o real não se valorize. Isso é um compromisso do governo", garantiu.

Dilma reuniu nesta manhã 28 grandes empresários da indústria brasileira, dentre eles representantes do setor bancário, automobilístico, de empreiteiras, redes de varejo e indústria têxtil, além do presidente da Conferência Nacional da Indústria (CNI), Robson Andrade. Pelo governo, participaram os ministros da Fazenda, Guido Mantega, do Desenvolvimento Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, além do presidente do BNDES, Luciano Coutinho.

Além de cobrar dos empresários investimentos no Brasil, a reunião também serviu para que o governo apresentasse à elite do PIB o que o governo tem feito pela indústria nacional. Para as próximas semanas, há expectativa de que o governo anuncie algumas medidas como desoneração da folha de alguns setores da indústria.

O ministro também prometeu desoneração da folha de pagamento para aumentar a competitividade das empresas brasileiras. O governo ainda está dialogando com diferentes setores, mas ele garante que vai haver "grande vantagem" para os empresários, especialmente os exportadores. O governo pretende "baratear o custo da mão de obra sem prejudicar os trabalhadores".

Além de fazer promessas aos empresários, a reunião serviu também para fazer cobranças de investimentos. "Ouvimos de vários empresários a apresentação de projetos em investimentos de grande magnitude", relatou o ministro, que disse que alguns falaram em investimentos da ordem de até R$ 20 bilhões.

"O setor público vai aumentar os investimentos e o setor privado está se comprometendo a elevar os investimentos", disse Mantega.

O ministro avaliou o encontro entre governo e empresários como uma "interlocução para discutir os desafios que são colocados para o Brasil continuar na trajetória de crescimento apesar do cenário internacional diverso". Ele disse ainda que são esperadas quatro reuniões como a de hoje ao longo do ano.

Fonte:|http://not.economia.terra.com.br/noticias/noticia.aspx?idNoticia=20...

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Dilma se compromete a baixar custos trabalhistas para incentivar investimento

A presidente Dilma Rousseff recebe um grupo de 28 empresários brasileiros no Palácio do Planalto.

Brasília, 22 mar (EFE).- A presidente Dilma Rousseff se comprometeu nesta quinta-feira diante de 28 dos maiores empresários do país a oferecer novos incentivos, como a redução dos custos trabalhistas e dos juros sobre os créditos oficiais, para garantir o aumento dos investimentos privados.

O encontro entre a chefe de Estado e os presidentes das maiores empresas do Brasil resultou em um compromisso de ambas partes para aumentar os investimentos e acelerar o crescimento da economia, segundo resumiu o ministro da Fazenda, Guido Mantega, em entrevista coletiva.

De acordo com o ministro, para incentivar as empresas a investir o governo estenderá a vários setores da indústria as diminuições nos custos trabalhistas que foram concedidos a alguns ramos com dificuldades em razão da crise econômica global.

Esse incentivo, que beneficia especialmente às empresas que demandam elevada mão de obra, pode ser estendido inicialmente a dez setores com os quais já é negociada a redução, segundo Mantega.

"Estamos abertos a negociar com qualquer setor industrial que deseje uma redução dos custos. Estamos preparando várias medidas para ampliar os benefícios e reduzir o custo da mão-de-obra sem prejudicar os trabalhadores", afirmou.

"O governo vai criar ainda mais facilidades para reduzir o custo dos investimentos. Vamos reduzir os impostos sobre os investimentos e sobre os custos trabalhistas", declarou o ministro.

Mantega acrescentou que o governo também reduzirá as taxas de juros sobre os créditos solicitados pelas empresas nos bancos estatais para aumentar seus investimentos e qualquer outra barreira que dificulte o investimento.

Na reunião, da qual participaram os presidentes dos maiores bancos do país, o governo também se comprometeu a estudar medidas que permitam diminuir o custo do crédito no Brasil.

O ministro assegurou que, ao contrário de alguns países que enfrentam a crise com medidas restritivas, o Brasil não adotará políticas que possam reduzir o consumo e frear o crescimento econômico.

"O Brasil tem que ser competitivo, mas da nossa maneira e não copiando os instrumentos que outros estão adotando. Não tornaremos o país mais competitivo fazendo os trabalhadores passarem fome. Alcançaremos a competitividade com o trabalhador ganhando mais, ampliando o mercado consumidor, melhorando a demanda e estimulando os investimentos", frisou.

O ministro disse ainda que alguns dos empresários presentes na reunião expuseram projetos de investimento que somam cerca de R$ 35 bilhões. "Percebemos que vários setores estão encorajados a realizar grandes investimentos no Brasil", ressaltou.

O governo considera que o investimento privado tem que aumentar para que o país possa alcançar o crescimento econômico de 4,5% previsto para este ano.

Apesar de ter se consolidado como a sexta maior economia do mundo, o Brasil cresceu no ano passado apenas 2,7%, bem abaixo dos 7,5% de 2010.

Entre os empresários que participaram da reunião com Dilma estava Eike Batista, classificado recentemente pela revista "Forbes" como o segundo homem mais rico da América Latina.

Também estiveram no encontro os principais executivos de grandes multinacionais como Vale, Embraer, AmBev, Marcopolo, Coteminas, Camargo Corrêa, Odebrecht, Andrade Gutierrez e Companhia Siderúrgica Nacional. EFE

Fonte:|http://br.noticias.yahoo.com/dilma-se-compromete-baixar-custos-trab...

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Dilma Rousseff promete defender a indústria

WILSON DIAS/ABR/JC
Dilma ouviu queixas contra o câmbio e pedidos de desoneração das folhas de pagamento
Dilma ouviu queixas contra o câmbio e pedidos de desoneração das folhas de pagamento

A presidente Dilma Rousseff avisou nesta quinta-feira durante reunião com um grupo de 28 grandes empresários do País que deve anunciar nas próximas semanas medidas para aumentar a competitividade da indústria brasileira. De acordo com relato de empresários, Dilma disse que não vai proteger, mas defender o setor produtivo nacional. Após ouvir as demandas e reivindicações do setor, Dilma encomendou ao ministro da Fazenda, Guido Mantega, um plano de ações.

Segundo os empresários, a expectativa é que as medidas estejam prontas até o final da próxima semana, quando ela retorna de viagem para Nova Déli, na Índia, onde participará de reunião dos Brics (bloco que reúne os países emergentes - Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul).

Entre as medidas estão a desoneração da folha de pagamento para setores da indústria. Um ponto da agenda empresarial é a reclamação de que o real valorizado leva a uma invasão de importados no País.

“Ela determinou ao ministro que elabore medidas com foco de compensar o roubo de competitividade e pretende anunciar as medidas quando voltar da Índia”, disse o presidente da Federação da Indústria de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf. “Ela não vai proteger, mas vai defender”, reforçou Luiza Helena Trajano, presidente do Magazine Luiza.

Os empresários disseram que a presidente estava bastante descontraída e “ouviu muito”. As principais reclamações são com relação ao câmbio, a carga tributária, o custo da mão de obra, a taxa de juros e o custo da energia elétrica. A presidente combinou que, este ano, haverá pelo menos quatro reuniões como esta.

A reunião também serviu para que o empresariado manifestasse apoio político ao governo, que passa por dificuldades na relação com o Congresso Nacional. Segundo o presidente da Fiesp, Dilma não tocou na crise política durante a reunião, mas o assunto foi lembrado pelos empresários. “Ela não fez menção à crise, mas nós fizemos. Em todos os projetos de interesse do Brasil, nós estaremos a postos, como estamos nessa questão da Resolução 72”, disse, referindo-se à medida em análise no Senado para uniformizar a alíquota interestadual do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre produtos importados.

O setor produtivo, liderado pela Fiesp, argumenta que a Resolução 72 pode pôr fim à chamada “guerra dos portos”, em que os estados oferecem benefícios tributários à entrada de importados, o que acaba reduzindo a competitividade do produto nacional. “O sistema hoje cria um privilégio competitivo para os produtos importados, porque pagam menos imposto que os produtos do Brasil. Não tem cabimento que um produto importado tenha uma estrutura tributária privilegiada em relação ao produto nacional”, avaliou o presidente do Conselho de Administração do Grupo Gerdau, Jorge Gerdau Johannpeter.

Segundo Skaf, o empresariado ofereceu apoio para aprovação da medida no Senado e a presidente aceitou a oferta. “Ela falou que é importante, em qualquer tema de interesse do País, que haja um envolvimento do empresariado. Isso, de certa forma, já há. A Fiesp, por exemplo, está toda hora no Congresso, mas isso pode ser intensificado.”

Os ministros da Fazenda, Guido Mantega, do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Fernando Pimentel, o secretário-geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, e o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (Bndes), Luciano Coutinho, também participaram da reunião.

Mantega adianta medidas para reduzir o custo Brasil

Durante a reunião com os principais empresários brasileiros, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, garantiu que serão adotadas medidas para reduzir o custo financeiro e ampliar a desoneração da folha de pagamento. “O governo vai criar ainda mais facilidades para reduzir o custo dos investimentos. O que vamos fazer é reduzir tributos sobre investimentos, custo da folha salarial, juros, custos financeiros. Estaremos viabilizando mais investimentos porque estaremos reduzindo os custos para eles (empresário)”, disse Mantega após a reunião.

Na reunião, os empresários relataram preocupação com a valorização cambial, a elevada carga tributária, os juros e as deficiências de infraestrutura. Mas o ministro da Fazenda disse que, apesar das preocupações, os empresários demostraram interesse em aumentar os investimentos privados e o governo sinalizou que vai apoiar os planos de expansão do setor privado. “Percebemos que os vários setores estão animados para fazer grandes investimentos, de modo a viabilizar esse crescimento maior”, disse Mantega, que prometeu promover mais quatro reuniões com os empresários ao longo do ano.

Ele lembrou, no entanto, que a maior responsabilidade de aumentar investimentos é da iniciativa privada, já que o governo participa com, no máximo, 3% dos 20% que constituem o investimento total do País em relação ao PIB.

O governo vem discutindo com empresários a desoneração da folha de pagamento. A proposta é que, no âmbito do Plano Brasil Maior, lançado no ano passado, a alíquota da contribuição para o INSS seja reduzida de 20% para zero e o empresariado opte pelo recolhimento de 1,5% sobre o faturamento. A indústria pede uma alíquota menor ou, até mesmo, o fim dessa contribuição. “Qualquer segmento industrial que quiser fazer a desoneração está aberto. Vamos baratear o custo de mão de obra sem prejuízo para os trabalhadores do Brasil”, afirmou.

Fonte:|http://jcrs.uol.com.br/site/noticia.php?codn=89502&fonte=nw

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Comentário de adalberto oliveira martins filho em 24 março 2012 às 3:11

continuando........

O RESTO É PURA PAPAGAIADA!!! E TODOS SABEMOS DISTO!!!!  ME ADMIRA TB OS """ 28 grandes empresários brasileiros """" 

1) Elke Batista ...está pondo $$ do bolso pois acumula prejuizo nos 2 ultimos anos....mas tem inumeras obras para o governo!!!!!

2) Murilo Ferreira - presidente da Vale - mineração

3) Joao Castro Neves - presidente da AMBEV - bebidas

4) Frederico curado - presidente da EMBRAER 

5) Roberto Setubal - ITAU

6) Lazaro Brandão - pres cons do BRADESCO

7) Luiz Trabuco - diretor executivo do BRADESCO

8) Cledorvino Belini - pres da FIAT

9) Joesley  Batista pres cons grupo JBS - frigorificos

10) Marcelo Odebrecht - diretor presidente do grupo ODEBRECHT

11) luiz Nascimento - do grupo CAMARGO CORREA

12) Otavio Azevedo - do grupo ANDRADE GUTIERREZ

13) Skaf - simples presidente da FIESP

14) Robson Andrade - presid da Conf Nac Ind - CNI

15) luiza Trajano - presidente do MAGAZINE LUIZA

16) Antonio Carlos da Silva - GRUPO SIMOES ( franqueada da Coca-cola + gas carbonico no Noret do Brasil....) 

17) Josue Gomes - pres da COTEMINAS

18) Andre Estevas - pres banco PACTUAL

19) Pedro Passos - co-pres do cons COSMETICOS NATURA

20) Paulo Tigre - vice pres da CNI

21) Alberto Borges - alimnetos CARAMURU

22) Amarilio Proença - alimentos JMacedo

23) Carlos Sanches - medicamentos EMS

24) Ivo Rosset - tecidos ROSSET

25) Ricardo Stenbruch - VICUNHA

26) Daniel Feffer - papel SUZANO

27) Jose Antonio Martins - presidente da associação de fabricantes de onibus

28) Jorge Gerdau - pres da GERDAU - SIDERURGIA

pessoal...destes quem realmente pode espelhar a verdadeira realidade brasileira?????é justo que se tenham estes representantes ????? que se perdem alguns milhoes  durante o ano nada os abala..!!! ( veja o caso de Elke batista..) !! nao são como nós que se trabalharmos 3 meses com prejuizo fechamos as portas totalmente quebrados!!!! Talvez seja por isto que o governo nao tome atitudes!!! 

é lamentavel!!!! por isto se leva tanto tempo para tomar atitudes!!! esta turminha , que tem custo de desconto de duplicatas a preço de banana, $$$$$$$ facil e a vontade do BNDs ente outras regalias, nao pode jamais representar o  empresariado brasileiro!!! vamos analisxar friamente........,

adalberto

Comentário de adalberto oliveira martins filho em 24 março 2012 às 3:10

continuamos na mesma.....mais 3 reuniões este ano??? caramba!!!!nao vai sair NADA!!!!! a desonerazão da folha de pagamento em troca de 1,5% a 2% sobre o faturamento nao funciona!!!! façam o seguinte calculo:

a) uma empresa  com 150 funcionarios com salario médio de R$ 1.000,00/mes = R$ 150.000,00 de folha de pagamento, onde se paga 20%  de inss, ou seja R$ 30.000,00 

b) a empresa fatura R$ 12.000.000,00/mes x 2% = R$ 240.000,00 

portanto nao vai incidir os 20% de inss sobre folha de pagamento( R$ 30.000,00 ) para pagar R$ 240.000,00  contribuindo com 2% do faturamento

outro exemplo :

c) a empresa tem 120 funcionarios comk salario médio de 1.000,00/mes = R$ 120.000,00, recolhendo 20% de inss = R$ 24.000,00

d) a empresa produz 130.000,00 mts e fatura 1.400.000,00 x 2% = R$ 28.000,00

portanto mais uma papagaiada.a diferença é muito pequena  e terá este impacto previsto no custo final!!!!!!!!

PARA QUEM EXPORTAR SERÁ BENEFICIADO:  A QUANTIDADE É MINIMA!!!! PORTANTO SERÃO MINIMOS OS QUE SERÃO BENEFICIADOS!!!! OUTRA COISA............TEREMOS QUE CONCORRER COM A ASIA LÁ FORA...ISTO ACONTECE  COM GUARNIÇOES DE MESA, CAMA E BANHO....COM VESTUARIO DE INVERNO ( EM MAQUINAS RETILINEAS....) ......

INFELIZMENTE VEJO APENAS QUE APESAR DE""" PREOCUPADOS""..NÃO HÁ CONSENSO.....POIS A SITUAÇÃO NAO PERMITE!!! O GOVERNO TEM QUE RECOLHER TRIBUTOS, PORTANTO ALGUEM TEM QUE ARCAR COM ISTO!!!! SE DEIXA DE RECOLHER DE UM LUGAR, AUTOMATICAMENTE VAI TER QUE TIRAR DE OUTRO!!!

A INIFICIENCIA É DESCABIDA!!! A SOLUÇÃO REAL E NECESSARIA É :

A) ESTIPULAR COTAS

B) GOVERNO + BANCOS  INCLUSO BNDS, FAZER INVESTIMENTOS  EXCLUSIBOS PARA REINDUSTRIALIZAR

O RESTO É PURA PAPAGAIADA!!! E TODOS SABEMOS DISTO!!!!  ME ADMIRA TB OS """ 28 grandes empresários brasileiros """" 

continua.............

Comentário de Luiz Barbosa Lima em 23 março 2012 às 19:47

Estou consigo Gilberto ! Penso da mesma forma. Não sei se você é parente de meu amigo de muitos anos e há tempos que não vejo, (Tatsuo Miyake), mas por ter o mesmo sobrenome (nome de família), me merece toda consideração e reconhecimento nas suas ponderações de um brasileiro nissei ???, preocupado com o destino de nossa indústria, que vive explorada, sucateada e achacada por um bando de corruptos e administradores incompetentes altamente remunerados com nossos impostos. 

 

Comentário de Antonio Silverio Paculdino Ferre em 23 março 2012 às 15:55

Só faltam mais treis reuniões nesse ano!

Comentário de Gilberto Miyake em 23 março 2012 às 8:58
o engessamento das insituições, provoca estas "brigas" entre setores. Todos querem defender o seu quinhão. Mas, ninguém (isso mesmo, ninguém) pensa no todo.
vamos continuar, cada um com seu remo, puxando o bote para onde acha que deve ir? ou, vamos unir as forças de todos os remos e, juntos, rumamos para a terra firme?
que discurso dúbio é este de "sem prejuízo para os trabalhadores do Brasil"? se a desindustrialização prejudicará, não só os trabalhadores, mas, a população como um todo?
Reformas são necessárias e ela tem que abranger, fundamental e principalmente a forma como se usa o dinheiro público, que é do povo, não é do governo!! pagamos para o governo administrar essa máquina mas, não nos damos conta que o enorme elefante branco chamado congresso + senado federal, emprega mais de 13.000 trabalhadores. todos pagos com o dinheiro dos impostos. nosso dinheiro. o que o empresário faz quando falta dinheiro? manda os empregados embora!! e o governo, faz o quê? aumenta os impostos... cruel, mas, verdadeiro.

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