Industria Textil e do Vestuário - Textile Industry - Ano XII

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“O lema (da Petrobras) é do poço ao posto. Agora, é do poço ao fio (de poliéster)”,

Fonte:|jc3.uol.com.br/blogs/blogjamildo|

Richard Ward, o diretor-presidente da Petroquímica Suape, que está sendo instalada no complexo portuário, para produzir derivados de petróleo para a área textil, como fios de poliéster, disse que a expectativa da estatal era reduzir o preço da matéria-prima para as indústrias têxteis que vão comprar os seus fios, mas não soube fazer qualquer previsão sobre quanto seria mais barato em relação aos produtos importados hoje pelas empresas regionais.

A empresa cita duas barreiras naturais como fatores de competição a seu favor. Um deles é a logística. Só há hoje excedente do produto PTA, matéria prima dos fios, na Ásia. Aqui a empresa vai produzir seu próprio PTA e mandar para o processamento por um duto de apenas 800 metros. A outra vantagem são os impostos. Não vai pagar Imposto de Importação.

Em conversa com jornalistas na tarde de hoje, o executivo preferiu louvar o momento histórico da estatal petrolífera. “O lema (da Petrobras) é do poço ao posto. Agora, é do poço ao fio (depoliéster)”, falou, numa referência às oportunidades que se abrem para a estatal com a entrada no setor têxtil. Outro setor que a estatal pode investir com os derivados de petróleo é a produção de embalagens PET.

“Hoje, todo o fio de poliéster tem origem externa, por meio de importações. Agora os fabricantes (regionais e nacionais) vão ter este produto na porta. O nosso objetivo é distribuir para as indústrias do Nordeste. Aqui e na Paraíba já tivemos uma indústrias têxtil forte”, frisou.

A comercialização da produção terá início agora em outubro. Como não terá ainda produção suficiente para atender ao mercado, a empresa admite que terá que começar com fios importados. “É para conhecer o mercado”, explica o executivo.

O grosso da produção, segundo espera a empresa, deve ocorrer a partir de janeiro de 2011.

Nesta sexta-feira, com Lula, serão inauguradas as duas primeiras máquinas, de 64 previstas, para a produção de fios. Até o fim do ano mais três devem entrar em funcionamento.

Como ainda não fabrica o PTA, a matéria-prima está sendo importada. A unidade local que fará a produção do PTA só será concluída em abril do ano que vem.

O executivo Richard Ward disse que 70% do cronograma da fábrica está concluído, atualmente.

Já a unidade de embalagens PET deve ser concluída em julho do ano que vem.

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