Industria Textil e do Vestuário - Textile Industry - Ano X

Industria Textil e do Vestuário - Textile Industry - Ano X

O Ocidente está prestes a declarar guerra à China!!!!!

O Ocidente está prestes a declarar guerra à China!!!!!

 

Será uma luta desigual e o ataque será a qualquer momento.

Os motivos são graves. A China vinha sorrateiramente se preparando há tempos com

estratégias para enfraquecer o futuro inimigo. Ela conseguiu, destruindo todas as estruturas

econômicas dos países ocidentais. O Ocidente está em profunda crise econômica, só resta

reagir com o uso de sua estrutura militar antes que seja tarde demais. Por isso o primeiro

ataque será a qualquer momento.

Você se assustou? Ainda bem que podemos brincar com coisas sérias numa situação

seríssima.

A economia ocidental realmente está em profunda crise e todos querem culpar a China.

Mas a China não tem culpa nenhuma. Ela apenas retirou o pano sob o qual se escondiam os

resultados negativos que as falsas políticas sociais produziram no Ocidente. É necessário ter

política social, mas isso é tarefa de governo e não se pode impor tal tarefa ao cidadão que cria

empregos. Quando se cria vantagem para uma pessoa e desvantagem para outra, é óbvio que

se cria um desequilíbrio operacional, e um dia a conta chegará ao próprio beneficiário. As

políticas sociais, no âmbito trabalhista, são 100% originárias da demagogia política, porque são

direitos artificiais oferecidos às custas de quem, ao criar um emprego, já está praticando o

maior ato social. Um direito trabalhista não é um direito social, ele é um assalto institucional que

obriga a vítima (o empregador) a colocar a mão no bolso e passar o dinheiro para uma terceira

pessoa (o empregado), do qual o assaltante (o governo) espera um repasse da parcela em

forma de “voto”. E chamam isso de política social. Puro engano! A verdadeira política social é

quando toda a sociedade, representada por seu governo, se mobiliza para ajudar quem

necessita, mostrando como deveria realmente ser eficiente com a saúde, a segurança, a

educação, para seus cidadãos contribuintes. Mas ele não o faz, para priorizar com mais

recursos os salários milionários do corporativismo do Estado; para alimentar a corrupção e

acobertar a incompetência administrativa, expressa na má qualidade dos eleitos pela maioria

inculta ou inconsciente de eleitores. A carga tributária e a ineficiência administrativa são

diretamente proporcionais ao índice de corrupção e demagogia do país.

Nós só temos que agradecer, e muito, à China.

Quando um político, demagogo por excelência, fala que mais de 40 milhões de brasileiros

chegaram à classe média nos últimos anos não é porque o poder de compra deles aumentou,

mas é porque o produto do sonho de consumo deles tornou-se muito barato e acessível,

graças à China. “Não foi Maomé que foi à montanha, mas a montanha que foi até Maomé.”

Não fosse pela China, nós estaríamos pagando mais de R$ 500,00 por uma camisa e não

R$ 25,00. Uma chapa de agulhas para máquina de costura reta, que há 30 anos se importava

do Japão por US$ 6,00 (seis dólares) e se vendia por R$ 30,00, hoje se importa por US$ 0,20

(vinte centavos de dólar) e se vende por R$ 1,00. Tudo isso porque a China tem uma carga

tributária entre 10% e 12% do PIB, e não de 40% como a nossa. Porque o chinês ama o

trabalho e sua produção de um dia vale por cinco dias de produção de um trabalhador

ocidental. Produz bem e barato porque vende apenas seu trabalho e não leva para a empresa

empregadora obrigações produzidas por direitos artificiais de leis demagogas que só servem

para aumentar o custo do produto e a ociosidade do trabalhador. Na China recolhem-se

apenas tributos para a previdência social.

Prestem atenção a esta realidade da nossa sociedade:

Quando uma pessoa vai trabalhar para uma empresa, só fica preocupada com os direitos

que os políticos criaram para ela, como vale-transporte e alimentação, direitos de maternidade,

paternidade, férias, 13º, PLR etc., e reclamando de trabalho escravo, movimentos repetitivos,

acúmulo de funções, pressão psicológica, carga horária rigorosa, riscos na viagem de ida e

volta ao trabalho etc. Mas quando essa mesma pessoa, não encontrando trabalho nas

empresas, decide montar seu próprio “ganha-pão” em casa, com uma máquina de costura ou

outra coisa, ela passa a trabalhar 15, 16 horas por dia, visando a uma grande produção e boa

qualidade. Quem é, nesse momento, seu escravizador? Ninguém. É a sua vontade de

trabalhar. Quem é que está lhe tirando os direitos? Simplesmente não existem direitos. Existe,

sim, a grande perspectiva de ser bem-sucedido, porque o sucesso só se alcança com muito

trabalho, e não com direitos artificiais. E lá na China essa filosofia não é de uma pessoa, mas

de toda a nação. É no trabalho que os chineses estão encontrando a solução de todos os seus

problemas, o sucesso de 1,5 bilhão de pessoas.

Então nosso inimigo não está na China, mas dentro de casa. Em tudo o que torna nosso

produto caro. Está na corrupção, na impunidade e, acima de tudo, nas leis trabalhistas, que

só foram engenhadas e serviram para levar ao poder políticos corruptos e sindicalistas

demagogos. Pior que, em pleno século 21, com o povo já culturalmente evoluído, ainda há

“caras de pau” insistindo em novas leis, querendo reduzir a semana de trabalho de 44 para 40

horas, e que, com o Projeto de Lei 3941/89, já conseguiram aumentar o tempo de aviso prévio

em até 300%, para onerar ainda mais o trabalho. Demagogia não falta para encarecer ainda

mais o custo Brasil.

Gostaria de pedir a esses sindicalistas que nos demonstrem que, além da farta demagogia,

possuem também inteligência e apresentem uma solução que possa resolver o atual problema.

Que promovam o ressurgimento das nossas indústrias, e em condições competitivas com as

chinesas. E não me venham com a velha história de que os chineses ganham US$ 20 ou US$

30 mensais porque nas cidades industriais o salário do operário, em moeda chinesa, é de 2

mil RMB (mais ou menos US$ 300), maior do que no Brasil; só que com 1 RMB se compra o

equivalente ao que se compra com US$ 1 no Ocidente. Isso porque os preços internos não

são inflacionados por altíssimos impostos e por leis trabalhistas demagogas.

Sindicalistas não sabem nada! E não têm o mínimo senso de responsabilidade em sua

consciência, para pensar nos efeitos negativos de seus atos. Só sabem falar besteiras e,

enquanto “defendem” os trabalhadores brasileiros, só usam produtos chineses!

*Reprodução liberada*

GIUSEPPE TROPI SOMMA É EMPRESÁRIO E

PRESIDENTE DA ABRAMACO. GIUSEPPE@CAVEMAC.COM.BR

 

 

 

Exibições: 1885

Comentar

Você precisa ser um membro de Industria Textil e do Vestuário - Textile Industry - Ano X para adicionar comentários!

Entrar em Industria Textil e do Vestuário - Textile Industry - Ano X

Comentário de vanda guerra maffra em 19 dezembro 2011 às 17:01

Penso como voce Giuseppe e postei uma sugestão em outra discussão ,que não foi publicada.Vou repetir aqui.

Sou designer textil e ha pelo menos sete anos mando 100 % de meus desenhos para estamparem china.Estive lá e conheci todo o processo e a história.

Hoje , eles começaram a forçar os clientes a escolher desenhos já utilizados por outros clientes,o que facilita a vida deles e abaixa o custo. Perdi então 90 por cento da minha clientela -

O Chines oferecer um desenho usado,que se tornou genérico  eu entendo, agora o importador que investe muito dinheiro num container ,aceitar uma imagem genérica, abrindo mão do seu estilo, da sua exclusividade ,da sua condição de barganha ,é que mostra bem  que o caminho do empresario brasileiro é correr atrás de preço baixo a todo custo.  Mesmo que isto seja um ¨tiro no pé¨,pois em muito pouco tempo ele estará disputando preço que é o que já acontece hoje com produtos que se tornaram básicos, comodites.E o custo está ai, uma conta que não dá para pagar.

O empresario brasileiro Insistir no produto barato é fazer pobre duas vezes. Quem faz e quem compra.

Um tecido depois estampado ganha força em argumento dentro do mercado da moda.

E é a moda que paga pelo bom produto. Um tecido de 5,20 depois de estampado é vendido a 19,90.

Teve investimento, teve, mas ainda deu lucro e girou.

Vamos nos unir, assim como a China, pequenos e grandes fazendo uma grande força.

Só que lutando com aquilo que é a grande marca do Brasil - a criatividade.

E começarmos a ver que o Brasil estará em destaque nos proximos anos  e todos já estão a procura das imagens brasileiras. É só ver os paineis de tendencias.

Vamos exportar a imagem do Brasil ,vamos consumir a imagem do Brasil .

Vamos vencer esta guerra com criatividade e união - vamos chamar os clientes e formar a nossa

China.Brigar para vender tecido plano de polyester  ou não é dar murro em ponta de faca.

Estamos na era da imagem e uma imagem bem pensada consegue tirar qualquer base da prateleira e ganhar mercado com bons lucros.

E porque não nos unimos com os clientes e consumidores  e fazemos também da nossa cadeia, uma cadeira produtiva para todos?

O grande negócio da China, além da capacidade de trabalho, é que eles sabem ser unidos.

Enquanto aqui tentam ainda separar os pequenos dos grandes.

Juntos faremos o bom combate.

vanda guerrra.   www.vandaguerra.com

Com a política de pequenos fizeram um grande negócio.

Mas ele são bons na reprodução e nós somos criativos.

A maior parte das empresas está reclamando pq perderam os preços de produtos que são comodities. Se pegarmos estas bases e transformarmos em produtos de moda, agregando estampas

de qualidade, tenho certeza que o mercado está aberto para isto.

Propus inclusive

Comentário de Reinaldo A. Teixeira em 11 dezembro 2011 às 21:41

do Artigo "Brasileiros 'Viram' Made in Paraguai em Busca de Competitividade". Que tal o Paraguai ser a "nossa" China? Olha as comparações:

TRIBUTOS DA INDÚSTRIA NO BRASIL X TRIBUTOS DA INDÚSTRIA PARAGUAI (LEI DE MAQUILLA)
ICMS Média 17% X Não tem
IPI Média de 10% x Não tem
PIS 1,65% x Não tem
COFINS 7,6% x Não tem
Imposto único Não tem(Brasil) x só 1% sobre o valor agregado ao produto no Paraguai.
abraços,
Comentário de LAURO ALBERTO STAMPACCHIO em 8 dezembro 2011 às 9:49

O QUE DIZER?....TUDO QUE ESTÁ ESCRITO AKI REFORÇA A TEORIA DA CONSPIRAÇÃO DE QUE NUM FUTURO, HOJE NÃO TÃO DISTANTE, TEREMOS CIDADES TÊXTEIS FANTASMAS COMO ALGUMAS AMERICANAS E OUTROS SETORES DA INDÚSTRIA, SENÃO QUEBRADOS, APENAS MEROS IMPORTADORES. NUM PRIMEIRO MOMENTO ÓTIMO PRO CONSUMIDOR, MAS O GOVERNO EM SUA MIOPIA DE SEMPRE NÃO VÊ QUE ESSE CONSUMIDOR ANTES DE MAIS NADA É UM TRABALHADOR...E ONDE IRÁ ARRUMAR EMPREGO DEPOIS, ESTE TRABALHADOR? NO SETOR DE SERVIÇOS? OU NA RUA VENDENDO BUNGINGANGAS EM FARÓIS?   É LAMENTÁVEL TÊRMOS ESSES SARNEYS, COLORS, LULAS, E TANTOS OUTROS DILAPIDANDO NOSSA ECONOMIA COM SUAS POLÍTICAS ERRÔNEAS ( SEM NEM DAR OUVIDOS A TANTOS ECONOMISTAS DE RENOME QUE DIA A DIA APONTAM SEUS ERROS!) E DEIXANDO PRAS PRÓXIMAS GERAÇÕES A TERRÍVEL E DIFÍCIL TAREFA DE SE LEVANTAREM, SE É QUE CONSEGUIRÃO....ESPERO DE CORAÇÃO ESTAR TOTALMENTE ERRADO NESTA VISÃO!!!

Comentário de Sebastião Augusto Luna de Souza em 7 dezembro 2011 às 11:12

Uma visão perfeita da nossa realidade brasileira, parabéns! O lamento é não passarmos das palavras.

Comentário de Everton Viana C. Neves em 5 dezembro 2011 às 19:55

Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk!

É uma onda!

Parabéns Giuseppe, e a todos, pois, a cada dia novas informações, colocações, entendimentos.

Este meio de comunicação é fantástico, parabéns Erivaldo!

Comentário de Roberto Adriano Gomes Ribeiro em 5 dezembro 2011 às 12:02

add ao comentario abaixo : Mineradoras e Automobilisticas

Comentário de Roberto Adriano Gomes Ribeiro em 5 dezembro 2011 às 12:00

 

Infelizmente o "Governo" Brasileiro olha somente para as empresas que tem um Lobby forte, ou seja, as Mineradoras, pois a Indústria Têxtil só recebe algumas migalhas para enrolar os empresários com falsas promessas.

E como o Gustavo Pereira falou, se o Brasil demorar muito a abrir os olhos, muitas empresas já estarão com os olhos cheios de lagrimas.

Comentário de GEORGES LOUIS D. DE CASTRO em 5 dezembro 2011 às 8:04

JÁ HAVIA LIDO ESTE ARTIGONA REVISTA COSTURA PERFEITA... MUITO BOM!

 

GEORGES LOUIS

Comentário de Gustavo Pereira dos Santos em 5 dezembro 2011 às 6:24

Simples e clara a exposição das diferenças entre o Brasil e a China.

Há muito tempo os "analistas econômicos de plantão" tentam encobrir a realidade dizendo que os produtos chineses são feitos com mão de obra escrava e um monte de "histórias da carochinha".

Não precisava ser vidente para advinhar que um dia isto iria acontecer!

Os EUA estão "quebrados",porque o que era fabricado na China,e feito com o "KNOW-HOW" americano era comercializado por 5x mais o preço real.

Depois que os chineses começaram a vender para o mundo todo pelo preço real e se livrar do "americano atravessador, o que aconteceu? 

-A economia americana foi para o espaço. 

Por diversas vezes aqui no T.I.falei que:

-OS OCIDENTAIS PRECISAM ABRIR OS OLHOS PORQUE OS ORIENTAIS JÁ ESTÃO COM OS OLHOS ABERTOS FAZ MUITO TEMPO.

Comentário de Eduardo Caillaux em 4 dezembro 2011 às 11:40

Prezado Paulo Sérgio Soares Fontes,

o brasileiro fica nessa pitimba para pagar água, luz, telefone, açougue, etc, porque a carga de impostos sobre tudo é altíssima.

Por isso os nossos ganhos ficam pequenos perto dos nossos gastos.

Se política no Brasil não fosse carreira e fonte de enriquecimento muitas vezes ilícita, sem deixar de mencionar qualidade que se realmente  existisse na esfera pública, já seríamos uma potência até mesmo frente à China, iríamos justificar a situação do Brasil que cresce sim, mas não para todos, em catástrofes naturais, em falta de recursos, coisas que sabemos que nesta parte geográfica do mundo não temos.

Então petgunto: por que o Brasil até hoje não é uma potência como a China??????

© 2017   Criado por Textile Industry.   Ativado por

Badges  |  Relatar um incidente  |  Termos de serviço