O otimismo para este ano está em alta entre os empresários do setor industrial, segundo Sondagem Industrial divulgada nesta quinta-feira (21) pela CNI (Confederação Nacional da Indústria).
As indústrias de veículos automotores, produtos de madeira e máquinas, aparelhos e materiais elétricos são as que tiveram maior índice de otimismo para a demanda neste ano.
Todos os setores analisados na pesquisa se sentem otimistas em relação à demanda. Os que possuem índices mais baixos são móveis e produtos de limpeza, perfumaria e higiene pessoal.
A pesquisa mostra que todos os índices de expectativa estão acima dos 50 pontos, o que significa que os empresários esperam que, nos próximos seis meses, haja crescimento da demanda, da quantidade exportada, do número de empregados e da compra de matérias-primas.
Em dezembro, a produção industrial caiu, quebrando uma sequência de seis meses seguidos de alta. A CNI diz que os estoques continuam abaixo do desejado pela indústria, mas que a distância entre o desejado e o atingido diminuiu.
Os principais problemas enfrentados pela indústria no último trimestre do ano foram falta ou alto custo da matéria prima, carga tributária elevada e taxa de câmbio.
Durante o mês passado, os setores com o maior avanço na produção foram bebidas, máquinas e equipamentos e alimentos.
Pela primeira vez desde o início da série histórica, em 2011, houve aumento no emprego do setor em dezembro.
“A atividade industrial de dezembro mostra uma desaceleração da indústria, mas ao mesmo tempo, vemos que a utilização da capacidade instalada é maior desde 2013 para o mês. Portanto, nós temos que celebrar o aumento no número de empregos neste mês, pois, normalmente, as contratações só ocorrem na indústria em outubro e novembro”, afirma o diretor de Desenvolvimento Industrial da CNI, Carlos Abijaodi.
A pesquisa da CNI analisou as respostas de 1.887 empresas, de pequeno, médio e grande porte, entre os dias 4 e 15 de janeiro deste ano.
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