Industria Textil e do Vestuário - Textile Industry - Ano XIII

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Os preços do algodão em pluma continuam em queda no Brasil, apesar da baixa disponibilidade do produto e do atraso na colheita, conforme pesquisadores do Cepea. Isso porque a demanda permanece baixa, com compradores tentando postergar ao máximo novas aquisições no spot.

Apenas algumas indústrias que não possuem estoques e/ou estão com o recebimento da pluma atrasado estiveram no mercado nos últimos dias, mas negociando apenas a preços dia a dia mais baixos. Dessa forma, conforme informações do Cepea, aqueles poucos produtores que possuem algodão da nova safra para negociação imediata, receosos de que os preços cedam ainda mais, foram flexíveis em relação aos valores propostos. Entre 5 e 12 de julho, o Indicador CEPEA/ESALQ com pagamento em 8 dias recuou 8,11%, fechando a terça-feira a R$ 1,6971/lp.  

 

 

FONTE: CEPEA

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A demanda continuará baixa, enquanto a perspectiva de consumo por parte das tecelagens de planos e tecelagens de circulares não voltar ao normal. No momento, o que mais salta aos olhos é: total desinteresse das malharias em apostarem em novas compras. As fiações, por sua vez, transferem para seus fornecedores, comerciantes de algodão, o reflexo desta situação.
A expectativa do comerciante de algodão era vender em Julho/11 a pluma a R$ 2,80 / lp. Baseava esta expectativa na premissa básica de "impossibilidade das fiações reduzirem o consumo, pois nenhuma aceita parar suas fábricas". O mercado falou mais alto.

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