Industria Textil e do Vestuário - Textile Industry - Ano XIII

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Confira o melhor das semanas de moda de Nova York, Londres, Milão e Paris.

Inverno 2013/2014

São Paulo – Ainda faltam alguns dias para a São Paulo Fashion Week, mas a temporada de semanas de moda internacionais, que terminou nesta quinta-feira, já trouxe algumas novidades do que deve ser usado na próxima estação. As grandes grifes que se apresentaram em Nova York, Londres, Milão e Paris mostraram ao público o que haverá de melhor para usar no inverno 2013. Confira a seguir os principais destaques e tendências para o período, segundo as passarelas do exterior.

Desfile da Louis Vuitton, na semana de moda de Paris Inverno 2013

Cores quentes

As cores neutras como preto e branco não virão sozinhas no próximo inverno, se depender dos desfiles das grandes marcas internacionais. Laranja, vermelho, rosa e roxo foram cores frequentes que esquentaram as coleções de inverno das marcas. Lacoste (esq.), em Nova York, e Miu Miu (centro) e Dior (dir.), em Paris, foram alguns exemplos dessa tendência.

Desfiles de Lacoste (esq.),Miu Miu (centro) e Dior (dir.) do inverno 2013

Decote em “V”

O decote em “V” também apareceu nos desfiles internacionais e devem mostras ombros, saboneteiras e muita sensualidade no inverno, para as grifes que apostaram na tendência. Dois exemplos que revelaram belos modelos foram Louis Vuitton (esq.), em Paris, e Gucci (dir.), em Milão.

Desfiles de Louis Vuitton (esq.) e Gucci do inverno 2013

Gola alta

Os desenhos das coleções não deixaram de lado as mais friorentas, que não conseguiriam usar decotes na estação. No lugar de cachecóis, golas fechadas, altas, volumosas e soltas foram algumas modalidades que apareceram para o próximo inverno. As grifes Paola Frani (esq.) e Dolce & Gabbana (dir.), em Milão, ilustram bem essa tendência. 

Desfile Paola Frani (esq.) e Dolce & Gabbana para o Inverno 2013

Metalizados

As peças com tons metalizados vieram em estações passadas e prosseguem entre as apostas dos estilistas de fora do Brasil. O brilho em paetês também foi uma aposta, em diferentes cores. Marc Jacobs (esq.), em Nova York, e Paco Rabanne (dir.), em Paris, foram dois dos que investiram na opção.

Desfiles de Marc Jacobs e Paco Rabanne do inverno 2013

Couro

Um guarda-roupa de frio que se preze deve ter peças de couro. Essa parece ser a ideia dos estilistas que levaram o tecido para as passarelas das principais cidades da moda mundial. Na foto, é possível ver um modelo da Gucci (esq.) e outro de Simonetta Ravizza (dir.), em Milão, com peças também feitas com estampa animal.

Desfiles de Gucci (esq.) e Simonetta Ravizza (dir.) do inverno 2013

Peles

Mesmo gerando polêmica entre ativistas dos direitos dos animais, as peles marcaram forte presença nas coleções das grandes grifes internacionais. Alguns exemplos são Louis Vuitton (esq.), em Paris, Tom Ford (dir.), em Londres, e Emilio Pucci, em Milão.

Desfiles de Louis Vuitton e Tom Ford do inverno 2013

Saias com volume

Várias marcas levaram às passarelas coleções que incluíam saias com volume, no formato “A”, dando um toque especial de feminilidade às modelos. O comprimento variou entre as adjacências dos joelhos. Grifes que servem de exemplo dessa tendência são Dior (esq.), Lanvin, em Paris, e Calvin Klein Collection (dir.), em Nova York.

Desfiles de Dior (esq.) e Calvin Klein Collection do inverno 2013

Poá

Os pontinhos que lembram as peças típicas dos anos 50 e 60 estão em alta. Aparecendo com diferentes formas, eles enfeitaram vários looks das semanas de moda internacionais. As grifes Miu Miu (esq.) e Saint Laurent (dir.), em Paris, aderiram ao poá em suas coleções.

Desfiles de Miu Miu (esq.) e Saint Laurent (dir.) do inverno 2013

Alfaiataria

O corte de alfaiataria é outra tendência que deverá chegar às vitrines no inverno, segundo as passarelas dos polos da moda mundial. Em desfiles de grifes como Chanel e Stella McCartney (esq.), percebe-se uma inspiração nas peças masculinas, enquanto na Comme des Garçons (dir.), em Paris, os modelos vieram com looks descontruídos e amarrados.

Desfiles de Stella McCartney (esq.) e Comme des Garçons do inverno 2013

Xadrez

Em voga há algumas temporadas, o xadrez não saiu de moda, de acordo com as coleções apresentadas pelas grifes. Aparecendo de diferentes formas e cores, a estampa coloriu os looks de marcas como Tommy Hilfiger (esq.), em Nova York, e Céline (dir.), em Paris, entre outras.

Desfiles de Tommy Hilfiger (esq.) e Céline do inverno 2013

Fonte:http://exame.abril.com.br/estilo-de-vida/noticias/as-tendencias-de-...

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Luciana Carvalho, de

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Respostas a este tópico

Como designer de tecidos e tendo apresentado colecções nas principais feiras europeias como por exemplo a Primiere Vision de Paris, a Modaúnica e a Ideiabiela em Milão, a Modetissimo no Porto e muitas outras na Espanha e na Alemanha, tenho muita dificuldade em entender, por falta de contato, como funciona a industria textil no Brasil. Em algumas feiras ,principalmente em Milão na Ideiabiela, tive contato com compradores Brasileiros, alguns dos quais fizeram encomendas de tecidos destinados a confecção de fatos de homem. As questoes que gostaria de ver esclarecidas sao as seguintes:
As datas de apresentação das colecções . Outono/Inverno e de Primavera/Verão?
As tendências de cor... sao as mesmas da da Europa?
Os desenhos sao similares aos apresentados na Europa?
A industria textil Brasileira na área da fabricação de tecidos e' suficiente para abastecer o
mercado interno ou tem de importar tecidos?
Se alguém me puder responder a estas perguntas...fico imensamente grato. Obg.

Existe uma diferente caracteristica no brasileiro, divergente do europeu, que consiste em ter sempre a dificuldade de assimilar o "nosso" em relação ao deles.Quero dizer com isto, que o brasileiro é por natureza voltado aos dos outros, mais do que o dele." NOS MENDIGAMOS NOSSA CAPACIDADE DE SER ABSOLUTOS,PROPRIOS,AUTO SUFICIENTES" tudo que é dos outros é melhor!?!? Temos profissionais de alto nivel,as apresentações das estações estão + - coadunadas,as tendencias de cores,importamos com desenvoltura e aprimoramos,os estilos(desenhos)os nossos são melhores, mais exuberantes,tropicais,a nossa industria patina nos impostos,não é portanto competitiva nos custos, mais é agil e eficiente quando pode,tem qualidade.Tal vez assim poderei comprar tecido nacional e não o importado para minha estamparia digital.

Antes de tudo agradeço a resposta as minhas questões. As questões que coloquei sao fruto de haver muito pouco contacto entre a industria textil portuguesa e a brasileira. Também em Portugal existe o síndroma de que o que vem do estrangeiro e melhor que o que se produz internamente . Temos no entanto de ter a mente e o espirito aberto ao facto da existência dum mercado globalizado e por tal motivo devemos estar, no mínimo, atentos ao que se passa no mundo.
Não tenho a mínima duvida que a industria textil brasileira tem muito bons técnicos capazes de produzirem boas qualidades nas cores e nos desenhos certos , para isso e necessário terem informações certas do que se esta a passar a todo o momento, ou seja não basta saber fazer e necessário fazer o certo, no tempo certo e ao preço certo.

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