Industria Textil e do Vestuário - Textile Industry - Ano XIV

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Comércio espera aumento de 8% nas vendas de São João

Para acompanhar o crescimento, muitas lojas tiveram que contratar mão-de-obra temporária

Os comerciantes do Recife esperam um aumento nas vendas neste São João de 8% em relação aos festejos juninos do ano passado. E algumas lojas tiveram que contratar mão de obra temporária para dar conta do movimento.

“O São João e o Dia dos Namorados dão uma força muito grande no comércio nesse mês de junho e é importante. Os lojistas aproveitam bem. Nós estamos com a expectativa e estamos chegando a este objetivo, que é de 8% a 8,5% em relação ao mês de junho do ano passado”, explicou Eduardo Catão (foto 4), presidente da CDL.

Na cidade, para onde se olha, tem sempre alguém vestindo xadrez. O clima junino está no figurino que a gente vê nas ruas e também nas vitrines, especialmente decoradas com o tema de uma das festas mais importantes do nosso calendário.

Não é à toa que, em algumas lojas, para fazer vestido de São João, sobraram apenas cetim e chitão. O tecido xadrez acabou faz tempo, mas mesmo em cima da hora, é possível improvisar. “Está se usando cetim que é um tecido nobre e popular junto com a chita. Utilizamos as duas coisas. Temos o filó também para dar uma certa armação na roupa e os galões que dá um acabamento bonito”, ensinou o estilista Gláucio Zamarono.

De acordo com um levantamento feito pela Fecomércio, o período junino favorece o mercado de trabalho. Cerca de 30% das empresas pesquisadas contrataram mão-de-obra extra no começo do mês. Até as sapatarias estão aproveitando. Uma delas, no Centro, trouxe mais um caixa, dois estoquistas e quatro vendedores para atender a demanda. “A procura é por sapato, tênis, botas.; Tudo para desfilar nas palhoças de Pernambuco”, comemorou o gerente Ialdo Júnior.

Muita gente não dispensa a roupa nova para brincar no arraial. No Centro do Recife, as lojas abrem até quinta-feira, mas já nesta terça-feira havia poucas opções. A operadora de telemarketing Andrea Oliveira só achou duas camisas. “Não tive tempo e tive que comprar em cima da hora. Sei que não tem quase nada, mas dá para conseguir”, afirmou.

Para tentar atender a demanda, o estoque é reposto várias vezes por dia. “A demanda do xadrez está muito grande no mercado e quando chega sai rapidinho”, alertou a gerente de loja de tecidos Célia Marcelino.

Fonte:|pe360graus.globo.com|

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