Industria Textil e do Vestuário - Textile Industry - Ano XIV

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Grito de Alerta pelo Emprego e Indústria reúne 90 mil em SP - Veja Diversas Versões

Centrais e empresários mobilizam 90 mil em SP contra a desindustrialização

Centrais e empresários mobilizam 90 mil em SP contra a desindustrialização

A cidade de São Paulo assistiu nesta quarta-feira (4) a uma manifestação histórica. Mais de 90 mil trabalhadores acompanharam o chamado Grito de Alerta, ato convocado pelas centrais sindicais e por parte do empresariado nacional, em um protesto realizado em frente à Assembleia Legislativa, contra o processo de desindustrialização vivido no país.

Ao longo de três horas, representantes de dezenas de entidades deram um recado claro à sociedade: a crise que assola a indústria nacional é grava e o governo não tem agido com a firmeza necessária para enfrentar essa questão.

Para o presidente da CTB, Wagner Gomes, o ato desta quarta-feira coroou o pacto celebrado entre as centrais sindicais e o setor produtivo do país, enviando um recado claro para a presidenta Dilma Rousseff: “Um país sem indústria forte está condenado a ser um país pequeno”, disse.

O dirigente da CTB também reafirmou que as medidas anunciadas pelo governo federal um dia antes, em Brasília, são insuficientes para enfrentar o atual cenário. Para ele, a indústria nacional só conseguirá retomar a força de décadas passadas quando o país alterar sua política macroeconômica. “Presidenta Dilma, é preciso abaixar os juros e mexer no câmbio, sob o risco de nos tornarmos uma nação que vive apenas de exportação de soja e café”, cobrou. “Uma indústria forte é fundamental para o emprego e a valorização do trabalho. Mas esta batalha não termina hoje. Ela só acabará quando o governo tiver coragem de dizer aos bancos: ‘vocês já ganharam muito e agora precisam produzir para ajudar o Brasil’”, afirmou.

Centrais, empresários e estudantes unidos

As medidas anunciadas nesta terça-feira pelo governo federal, no sentido de tentar frear a desindustrialização, foram tema recorrente ao longo do ato. “Vamos continuar cobrando mudanças”, disse Arthur Henrique, presidente da CUT. “Queremos participar da construção do nosso país”, destacou Ricardo Patah, presidente da UGT, adiantando que certamente o Grito de Alerta terá desdobramento. “A proposta do governo é muito pequeno. Temos que continuar na luta”, sustentou Ubiraci Dantas, presidente da CGTB.

A união com o empresariado também foi um tema recorrente nas falas dos sindicalistas. “Estamos todos no mesmo barco, em defesa da economia do nosso país”, afirmou José Calixto, presidente da NCST. “Esta unidade não nos envergonha, pois estamos ao lado dos empresários que defendem o Brasil”, destacou Paulo Pereira da Silva, presidente da FS.

O presidente da União Nacional dos Estudantes, Daniel Iliescu, trouxe o ponto de vista dos estudantes para o ato. “Estamos aqui para defender e ressaltar a importância de um projeto nacional de desenvolvimento para o país, para que sua juventude e toda sua população tenham melhores condições de vida. O Brasil não pode se tornar a sexta economia mundial com apenas 15% de seu PIB ligado à indústria”, protestou.

Os empresários, por sua vez, fizeram questão de ressaltar a mobilização dos trabalhadores presentes ao ato, destacando a necessidade de unir os dois setores neste momento de crise da indústria. “Este é um dia histórico. Não tem sentido o Brasil exportar metade de seu algodão, justamente no ano de sua maior colheita, para depois importar 50% de seus produtos têxteis”, pontuou Alfredo Bonduki, presidente do Sindtêxtil de São Paulo. “Essa situação é inadmissível. Precisamos de condições mais justas para concorrer com os produtos de outros países”, destacou Aguinaldo Diniz, presidente da Abit, lembrando que a indústria têxtil é a segunda maior geradora de empregos do país.

Paulo Skaf, presidente da Fiesp, destacou que o ato é um movimento da sociedade do século 21, organizado e com a participação de cidadãos que buscam soluções para um problema concreto do país. “As medidas anunciadas ontem pelo governo foram boas, mas ela está combatendo os efeitos da desindustrialização, não sua causa. E a principal causa é a falta de competitividade do Brasil. Temos que combater essa causa”, afirmou.

Próximos atos

Após os atos realizados em São Paulo e Porto Alegre, agora o Grito de Alerta percorrerá outras cidades brasileiras. Durante as próximas semanas, estão previstas manifestações para Belo Horizonte (12 de abril), Manaus (13 de abril) Salvador (a definir), Recife (a definir) e Brasília (10 de maio). Além disso, as comemorações do 1º de Maio Unificado deste ano terão como mote principal a questão da desindustrialização.

Fonte:|http://www.mundosindical.com.br/sindicalismo/noticias/noticia.asp?i...

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Trabalhadores e indústrias se unem em ato contra a desindustrialização

Manifestantes participam nesta quarta-feira de ato em frente a Assembleia Legislativa de São Paulo contra a desindustrialização e pelo emprego, chamado de Grito de Alerta, em evento que reuniu, em torno de uma pauta conjunta, trabalhadores e patrões.

O protesto acontece no dia seguinte ao anúncio pelo governo de medidas para estimular a produção da indústria brasileira, em um pacote estimado em R$ 60 bilhões em renúncia fiscal do governo somente neste ano.

O movimento foi convocado em conjunto por entidades trabalhistas e patronais --Força Sindical, Central Única dos Trabalhadores (CUT), Sindicato dos Metalúrgicos do Grande ABC, Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e Associação Brasileira de Máquinas e Equipamentos (Abimaq).

A meta dos organizadores era mobilizar pelo menos 80 mil pessoas. A Polícia Militar, porém, estimou em 10 mil o total de presentes.

Pela manhã, chegou-se a afirmar que a manifestação reuniu 90 mil pessoas. A informação, incorreta, foi apresentada por um coronel reformado da Polícia Militar que hoje presta serviços à Força Sindical. Ele havia sido apresentado pelo deputado federal Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), presidente da Força, como integrante do comando da PM no local, o que foi desmentido posteriormente pela polícia.

Os manifestantes cobram do governo federal redução dos juros, mudança na política cambial e o fim da guerrra fiscal entre Estados.

O movimento quer chamar a atenção do governo e alertar a sociedade para o problema da desindustrialização, que segundo os sindicalistas, está diminuindo a produção, fechando empresas e gerando desemprego em vários setores da economia.

O ato poderá mudar o status das mobilizações nacionais contra o processo de desindustrialização no país. Em certo sentido, reforça um movimento nacionalista que brota em vários setores da indústria e do movimento sindical.

Danilo Verpa/Folhapress
Manifestantes durante ato contra a desindustrialização e pelo emprego, em São Paulo

Manifestantes durante ato contra a desindustrialização e pelo empre...

Fonte:|http://www1.folha.uol.com.br/mercado/1071629-trabalhadores-e-indust...

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Grito de Alerta pelo Emprego e Indústria reúne 90 mil

“Estou aqui pelo Brasil, pela indústria e pelos trabalhadores”, disse ao Vermelho, emocionado, José dos Santos (38), metalúrgico desempregado da Região do ABC, que chegou às 5 horas da manhã para participar do Grito de Alerta pelo Emprego e Indústria, que foi realizado nesta quarta-feira (4), no pátio da Assembleia Legislativa de São Paulo.

De São Paulo, Joanne Mota

O evento, que foi marcado pela execução do Hino Nacional, cantado por cerca de 90 mil pessoas, é resultado de diversos debates que formalizaram um “Pacto pelo Desenvolvimento, com geração de Emprego e Renda” entre as centrais sindicais e o setor produtivo. Dentre as reivindicações apresentadas durante o ato estão o fortalecimento da indústria nacional, a garantia e valorização do emprego, a redução dos juros e o controle do câmbio.

“A montanha pariu um rato”, foi como resumiu Wagner Gomes, presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), ao mencionar o pacote de medidas apresentado pelo governo nesta terça-feira (3). “O Grito de Alerta pelo Emprego e Indústria é para avisar que os trabalhadores, bem como o setor produtivo, estão atentos ao nosso maior problema, que é a atual política macroeconômica – juros, câmbio flutuante e superávit primário. O pacote apresentado ontem contém uma ou outra medida positiva, mas está aquem do defendido pelos trabalhadores”.

 Segundo ele, essa mobilização reflete a luta organizada por medidas que atuem diretamente na questão estrutural. Medidas que sejam mais do que pontuais, que tenham o Estado como indutor e se configurem como política de longo prazo. “Precisamos garantir nossa indústria, pois um país sem indústria está condenado a ser um país fraco e atrasado. Firmamos um pacto pelo trabalho e pela indústria, porque queremos um país forte e com bons empregos e oportunidade para o seu povo”, afirmou.
Wagner explica que o pacote prevê a desoneração da folha de pagamento para 15 ramos de atividade, com a extinção da contribuição previdenciária patronal (20% dos salários) e sua substituição por um imposto sobre o faturamento, com alíquota entre 1 e 2%. Estabelece, ainda, entre outras coisas, a redução dos juros cobrados pelo BNDES no Programa de Sustentação dos Investimentos (PSI), cotas de importações para o setor automotivo e prioridade para a indústria nacional nas compras governamentais.
 O presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva (Paulinho da Força), reafirmou que as centrais continuarão com as manifestações até que o governo se pronucie e enfrente a política macroeconômica. “As medidas até aqui oferecidas não respondem ao que reivindicamos. Esse ato, que já ocorreu em dois estados, é apenas o começo, os trabalhadores estão unidos e juntos continuaremos a pressionar o governo. Nossa próxima parada será a Bahia e lá reafirmaremos mais uma vez nossa insatisfação com as medidas econômicas implementadas em nosso país”.

Setor produtivo

“Não estamos aqui como empresários ou sindicalistas, estamos aqui como brasileiros, e como tais lutaremos juntos para garantir o desenvolvimento do nosso país”, afirmou o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, ao falar sobre a realização do Grito de Alerta. Ele acrescentou que “não há como admitir mais a atual política econômica, pois é escandaloso o processo de desindustrialização que ocorre no Brasil. Juntos, lutaremos pelas reformas necessárias e garantiremos o fortalecimento desse setor tão estratégico para o país”.

Luiz Aubert Neto, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), destacou que alguns passos já foram dados, especialmente no que se refere à desoneração da folha de pagamento. No entanto, ele frisou que o governo deveria incidir em dois pontos essenciais – câmbio e juros -, que nem foram tocados. “Está em curso um violento processo de desindustrialização, que é impulsionado pela ausência de competitividade, causada pelos juros, câmbio e tributos. Desse modo, toda a indústria perde, e quando a indústria brasileira perde, todo o país perde junto”.

Lutar pelo emprego e lutar por reformas

Nádia Campeão, presidente estadual do Partido Comunista do Brasil (PCdoB-SP), falou ao Vermelho que essa manifestação reflete um processo contínuo de mobilizações, que aglomera diversos setores da sociedade em todo o país. “Fazer um ato como esse no maior centro de produção do país além de simbólico, demonstra que a sociedade civil assume seu papel na luta pelo desenvolvimento do país. Lembrando que a defesa da economia nacional compõe uma luta maior que é a da reformas estruturais, essa questão da produção, do emprego e da valorização do trabalho se configura como um dos núcleos mais importantes de mudanças que o Brasil precisa enfrentar”, agrega.

O secretário Sindical nacional do PCdoB, Nivaldo Santana, que também é vice-presidente da CTB, afirmou que a unidade das centrais sindicais com o setor produtivo é importante e abre caminho ao desenvolvimento com valorização do trabalho.

“Já alcançamos uma vitória, obrigando o governo a anunciar um conjunto de medidas de estímulo para a indústria. Mas há certo consenso de que as medidas foram positivas, porém insuficientes. Queremos uma política industrial mais ampla, que recupere a competitividade da indústria brasileira e isso quer dizer repensar a atual política macroeconômica”.

Fórum de Mulheres

Raimunda Gomes (Doquinha), secretária da Mulher Trabalhadora da CTB, que abriu a bateria dos discursos do Grito de Alerta, salientou a forte participação das mulheres nesta importante manifestação. “A luta das mulheres não perdeu de vista setores como o da indústria. Estamos aqui hoje por entender a importância da luta pelo emprego e por saber que o processo de desindustrialização em curso gera desemprego, e quando isso acontece as mulheres são as primeiras a perder seus postos de trabalho”.

Ele informou que no último dia 29 o Fórum de Mulheres lançou em Brasília, durante ato das mulheres no Senado Federal, uma moção de apoio pela defesa da indústria nacional, contra a desindustrialização e pela unicidade sindical.

Agenda

Wagner Gomes informou que a mobilização da classe trabalhadora prosseguirá com outros atos pelo país, e já estão agendados para os próximos dias a realização em Salvador, Manaus, Fortaleza, Belo Horizonte e Brasília, que encerra as atividades.

Fonte:|http://correiodobrasil.com.br/grito-de-alerta-pelo-emprego-e-indust...

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Trabalhadores e empresários realizam grande ato pela indústria e empregos

Trabalhadores e empresários realizam grande ato pela indústria e empregos

Trabalhadores, empresários e estudantes realizaram hoje (dia 4) um ato contra a desindustrialização pela produção e pelo emprego, no estacionamento da Assembleia Legislativa, que reuniu 90 mil pessoas. A intenção do ato é chamar a atenção do governo e da sociedade sobre o problema da desindustrialização que está fechando as empresas e causando desemprego em diversos setores da economia.

“A manifestação realizada hoje serviu para mostrar o rumo que trabalhadores e empresários querem para o País”, declarou Paulo Pereira da Silva, Paulinho, presidente da Força Sindical. Segundo ele, a união do trabalho e do capital é importante para manter as indústrias e garantir os empregos no Brasil.

Paulinho afirmou que “se o Senado não aprovar logo a Resolução 72, que uniformiza a alíquota do ICMS nos Estados, vamos fechar os portos para impedir que os importados entrem de graça no Brasil fechando postos de trabalho aqui e criando empregos na China”. Para ele, as medidas anunciadas pela presidente Dilma foram insuficientes. “Precisamos baixar os juros”, afirmou.

Miguel Torres, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de SP, e Sergio Nobre, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, abraçados, contaram que o movimento Grito de Alerta começou a partir de uma conversa dos dois. “Estamos mudando em busca de um País melhor. É um ato a favor do Brasil, da cidadania”, declarou.

O presidente da Assembleia Legislativa, Barros Munhoz, ressaltou que alguns criticaram o ato por estarem atrapalhando o trânsito. “O transtorno maior é uma família enfrentar o desemprego do chefe de família, porque pior de tudo é não ter emprego e renda”.

O presidente da Fiesp, Paulo Skaf, disse que as medidas anunciadas pela presidente Dilma só tratam os efeitos e não as causas da desindustrialização. “Não resolvem o problema mais grave, que é a falta de competitividade”, disse.

Durante o ato apresentados por vários dirigentes, entre os quais João Carlos Gonçalves, Juruna, secretário-geral da Força Sindical, vários sindicalistas criticaram a desindustrialização.  “O ato não é contra o governo, mas a favor do trabalhador”, destacou Sergio Marques, presidente da Federação dos Têxteis.

Wilson Vidoto, diretor da Fetiasp (Federação dos Trabalhadores das Indústrias da Alimentação do Estado de S. Paulo), ressaltou que este é o início da mobilização para mudar o País. “É preciso baixar os juros para gerar empregos”, afirmou. Já Carlos Vicente de Oliveira, Carlão, presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Alimentação de SP, declarou que o pacote de medidas divulgadas pela presidente Dilma para salvar a indústria é pífio. Outra diretora da Fetiasp, Neuza Barbosa, destacou a unidade dos trabalhadores e empresários para o êxito do movimento.

Maria Auxiliadora dos Santos, presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Brinquedo do Estado de SP, disse que a importação de produtos chineses está encolhendo as indústrias e acabando com os empregos em seu setor. Já Eunice Cabral, presidente do Sindicato das Costureiras de SP, declarou que “os trabalhadores não querem exportar empregos e importar mercadorias”.

Muitos trabalhadores da construção civil compareceram ao evento. Para Antonio de Sousa Ramalho, presidente do sindicato da categoria, a participação é importante para defender os empregos dos trabalhadores.

“Neste momento”, declarou Jorge Nazareno, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Osasco, “temos algo em comum com os empresários, que é salvar as indústrias para não perder os empregos para os produtos que vêm de fora”.

Para Mônica Veloso, secretária-geral do Sindicato dos Metalúrgicos de Osasco, defender os empregos é defender a cidadania.

Vale lembrar que já foram realizados atos em Porto Alegre (dia 26 de março), Florianópolis (dia 28 de março), São Paulo (hoje, dia 4). No dia 13 será em Manaus, e no dia 10 de maio, em Brasília. Na região Nordeste ainda não foram marcadas as manifestações.

Fonte:|http://www.mundosindical.com.br/sindicalismo/noticias/noticia.asp?i...

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Já  coloquei isto  aqui  varias  vezes : 

"Estamos vivendo uma situação em que os países, incluindo China e Índia, deverão cuidar mais de seus mercados domésticos como motor de crescimento. Nessa situação é imperdoável o que o Brasil fez com sua indústria manufatureira. Em 1980, o valor da produção manufatureira brasileira em dólares era igual que a soma da China, Índia, Coreia, Malásia e Tailândia. Hoje é 10% dessa soma.  " Fonte:

"Europa impõe neocolonialismo à Grécia, diz economista " Entrevista  com Eleonora  Lucena.

Este  é resultado de um sistematico e perverso processo de literalmente acabar com a  competitividade de nossa  manufatura  começado   com Collor e  prosseguindo  até o  dia  de hoje. Para  reverter  vamos levar  décadas.

Também estive lá procurando fazer minha parte.

O setor produtivo de nosso estado deu uma importante parcela de contribuição nesse processo e espero que os demais estados façam também sua parte para tentar reverter essa situação completamente caótica e desmotivante pela qual passa a indústria nacional, já na UTI e em fase terminal.

SINDITEC agora deveria promover em Americana.....entretanto  esperamos que nossos industriais realemnte participem!!!!!!!

somente teremos resultados se estasd manifestãoe s se tornarem constantes e com participação !!!! senao corfremos o risco de ser apenas ""um grupo isolado"""

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