Industria Textil e do Vestuário - Textile Industry - Ano XIV

Industria Textil e do Vestuário - Textile Industry - Ano XIV

Polícia Descobre Confecção Especializada em Falsificações em SP

Material da confecção foi apreendido pela
polícia (Foto: Divulgação/Deic)

Fábrica clandestina usava computadores na produção das peças.
Dono e costureira foram levados a delegacia para prestar depoimento.

Policiais civis do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) descobriram na terça-feira (7) uma confecção especializada em produzir roupas falsas de grife. A fábrica clandestina funcionava em um imóvel na Vila Jacuí, bairro da Zona Leste de São Paulo.

Segundo a assessoria do Deic, a empresa flagrada utilizava computadores durante os processos de corte de tecido e de confecção dos bordados.

Além do maquinário, os policiais apreenderam material que resultaria na produção de mil peças das principais marcas de roupas esportivas. Os produtos passaram por perícia.

O proprietário e uma costureira foram detidos e levados para a delegacia para prestar esclarecimentos. A polícia abriu inquérito para apurar crime contra as relações de consumo e registro de marcas.

Fonte:|http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2012/02/policia-descobre-conf...

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Respostas a este tópico

E o consumidor feliz da vida , por está consumindo roupa importada e de grife.kkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Se este pessoal tem a capacidade de produzir algo que faça passar por original, é sinal de capacidade profissional.
Pergunta que não quer calar:por que não lançar uma grife própria, dentro da legalidade? 

Julio,

Por uma questão muito simples: Falta vergonha na cara de quem produz e de responsabilidade de quem consome, fonte inesgotável de oportunidade aos espertalhões e picaretas.

Daí compram Ardidas, Naique, Ribuqui, Xanéu e por aí vai, e ainda se sentem o máximo.

Oxalá ficassem por um bom tempo na cadeia , quem sabe aproveitando o ócio para criar a grife "Carandiru".


Julio Caetano H. B. C. disse:

Se este pessoal tem a capacidade de produzir algo que faça passar por original, é sinal de capacidade profissional.
Pergunta que não quer calar:por que não lançar uma grife própria, dentro da legalidade? 


 Quem  compra sabe , pela qualdade inferior da falsificação, roupas de qualidade até pobre sabe que é falsa

 

querem usar   usam mas enganam quem?

 

 

 

po
maria graciete correia disse:

E o consumidor feliz da vida , por está consumindo roupa importada e de grife.kkkkkkkkkkkkkkkkkkk



sandra elisabete bonifácio disse:


 Quem  compra sabe , pela qualdade inferior da falsificação, roupas de qualidade até pobre sabe que é falsa

 

querem usar   usam mas enganam  quem?

 


maria graciete correia disse:

E o consumidor feliz da vida , por está consumindo roupa importada e de grife.kkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Ter sucesso com grife propria é coisa para muito talento, determinação e anos de investimento. Sei do que falo, fui sócio da Cantão.

Julio Caetano H. B. C. disse:

Se este pessoal tem a capacidade de produzir algo que faça passar por original, é sinal de capacidade profissional.
Pergunta que não quer calar:por que não lançar uma grife própria, dentro da legalidade? 

se ainda se encontra oficinas que confecçona falsa grife,e porque tem os grandão procura ou vão buscar os chilenos para trabalhar para eles, os chilenos vem para oBrasil clandestinamente e vira escravo dos grande empresário de confecção com as etiqueta de grife.E um verdadeiro trabalho escravo eles trazem os chilenos  e prometi moradia e trabalho renumeração alta, quando chega aqui não e nada disso. só tem serviço aonde eles trabalham dia e noite para entregar o serviço na data certa, eestão sempre devendo para os coiote e não consiguem nunca pagar então viram escravos dos empresário.

Concordo com Luiz Bento Pereira, conheço o Parque Industrial em Jaraguá/Go.

Temos uma cultara onde um logo de marca famosa é sinal de status, Pessoas compram cópias (fabricadas até em fundo de quintal) ou contrabando (muitos certinhos e certinhas viajam para o exterior e volta de malas cheias de produtos para vender para os "amigos").. Na realidade, aquele logo estampado com orgulho no peito (de jacarés a listras e curvas, cavalinhos,, etc)... é o retrato do povo brasileiro, que quer ser o que não é, prefere a ilegalidade... Os "empresários" e "importadores" destes produtos falsos, se favorecem da ilusão de pobres brasileiros que acham que se tornam "ricos brasileiros" ao estampar uma etiqueta de grife... mas que no fundo não passam de um falso rico embalado em uma falsa roupa... 

Julio Caetano H. B. C. disse:

Se este pessoal tem a capacidade de produzir algo que faça passar por original, é sinal de capacidade profissional.
Pergunta que não quer calar:por que não lançar uma grife própria, dentro da legalidade? 

Luiz Bento Pereira, jamais jogaríamos pedras em vossa pessoa. resposta certa para o conteúdo, ´exatamente essa.Dentro do contexto social, existe a categoria do "CORREDOR DA MORTE',são os chamados '"TARJAS PRETA, aqueles que sofrem de compulsão por etiquetas de grife e por conseguinte, fazem parte do grupo de depressivos.Portanto o assunto é mais serio do que se possa imaginar.

Caro Luiz Bento, otimo ponto de vista... mas em resposta ao que estamos falando mesmo...eu diria, que falamos do excesso de valorização daquilo que não é exatamente o que o a industria vê. Não adianta uma confecção usar o mesmo tecido ou componentes que uma marca de grife. Não adianta nossa industria ter o memso padrão de qualidade que os produtos de marcas importados, alias, alguns até mesmo produzidos aqui no brasil, e que levam apenas a etiqueta mundia do produto. Na Argentina conheço lojas no centro de Buenos Aires que vendem as mesmas jaquetas e roupas de couro, que produzem para grifes famosas da europa... compra-se lá uma jaqueta com a mesma qualidade da Louis Vuitton, feita com o mesmo couro e tecido, mas com o pequenos detalhes que descaracterizam a jaqueta que leva a etiqueta da grife.  Paga-se de 100 a 200 dolares nesta jaqueta em Buenos Aires (sem marca de griffe, mas com a mesma materia prima), enquanto nas Lojas da marca, saem por mais 1.000 dolares. Isto não é piratariam, mas sim a venda de um produto com qualidade. Aqui no brasil, o empresario esperto, fazendo uso da demanda de status que o "pobre comsumidor brasilerio" tem, ja piratearia a jaqueta, colocaria uma etiqueta falsa da marca, e venderia como promoção com desconto de 30% a 40% em relação "ao preço normal" da Loja da marca.

O que falo é este "me engana que eu gosto" do comsumidor brasileiro, e da "lei de gerson" que empresarios praticam. Junta os dois, a ilusão de status, e se alimenta a industria da fantasia. Isso me lembra um Fusca 72 que uma vez vi na rua, onde o dono trocou o logo da VW pelo Logo da AUDI.... ou seja, no caso de confecção, muita gente prefere estampar a marca/logo do que usar uma roupa feita com qualidade, mesmo que a marca não seja famosa. E por isso mesmo, muitos empresarios preferem "FALSIFICAR" AUDI do que fabricar fuscas (que embora não sejam um AUDI mas possuem tanta ou quanta qualidade no limite de seu mercado). E pior ainda, muitos empresarios querem o caminho curto, possuem capacidade para Produzirem produtos com a mesma qualidade ou até mesmo superior, mas preferem produzir "cópias piratas".

A industria de medicamentos mostrou uma lição importante quando se trata de marcas... mostrou que o nome genérico do produto é capaz de dar confiança ao produto e acabou com uma industria que antes falsificava produtos (isso mesmo, produziam produtos usando a formula mas vendiam pirateando o nome comercial do produto) ... A industria textil deve pensar muito neste caminho... ou seja, como mostrar a qualidade efetiva do produto, e não a griffe... isto tudo aliado a capacidade criativa do brasileiro, e nosso potencial produtivo, qualidade de produtos... podemos ser referencia e criar nossas marcas... Havaianas conquistou um espaço fashion no mundo mostrando que era original, não conquistou o espaço colocando etiquetas falsas para alguem "rico" comprar mais barato aquele produto que ele não podia pagar.

Concluindo, minha opnião, não estamso falando de falsificação... mas sim da necessidade desesperada de empresarios brasileiros de querer ganhar dinheiro facil, sem trilhar o caminho da construção de uma marca... um comportamento que só contribui para empurrar agua abaixo a qualidade e honestidade dos produtos.

Reclamamos da China que nos entopem de produtos, na sua maioria pelo apelo de baixo custo, uma minoria pela falsificação... mas alguem já parou pra pensar... na China 10% da população é a classe alta, que representa masi de 180 milhoes de pessoas...praticamente a população brasileira... este publico compra perfumes e champanhe Franceses, Camisas  Inglesas, Sapatos Italianos, Havaianas do Brasil.... Não será este o caminho que temos de seguir? Achar onde mais está nossa qualidade competitiva e focar neste mercado?

 Empresarios desesperados sempre irão procurar uma saida, honesta ou não, afinal todos temos necessidades de ter receitas para sobreviver... mas, iremos virar um paraguai dentro do brasil? corremos o risco de ter produto fabricados em nossas terras com um logo e etiqueta falsa dizendo que foi feito na china??? iremos ser tão hipócritas assim, tal como no caso das famosas sacolinhas de mercado, onde o Pão de Açucar, principal articulador da campanha, trouxe sacolas fabricadas de material reciclado da Coreia?? pra quem não viu, indigne-se: http://vivoverde.com.br/o-verde-otario-quem-e-o-otario-aqui/

Falsificação? sim, falsificação moral, tal como diz no video, o "Verde Otário", na caso das falsificações temos o "Fashion Otário"... 

Luiz Bento Pereira disse:

Tem o outro lado da moeda, que não vale a pena discutir aqui (a essencia do ponto de vista social, etc) pois vão me jogar pedras, sei disso. Uma "marca famosa" - "griffe", a rigor deveria obter esse "status" pela qualidade, pela modelagem para vestir bem, aquele conforto desejado, etc. NO ENTANTO, praticamente todos os grandes e pequenos confeccionistas hoje possuem condições de confeccionar uma boa roupa e fazem isso. Aí vem o diferencial, o me engana que eu gosto, a publicidade investida em revistas nacionais, famosas, tipo Veja, Contigo, sei lá mais o que, a capacidade de investimento para plantar pontos de vendas em Shoppings e publicidade em TV, Outdoors, tudo isso agrega valores e sofisticação no produto e ao mesmo tempo não agregam nada, visto que faz pouca ou pouquissima diferença você vestir uma roupa assinada por um "Ives" sei lá do que e/ou um outro qualquer por aqui mais badalado. É um tipo de mercado construido, fabricado, induzido superficialmente e artificialmente com os exageros da mídia e daqueles que querem assumir o controle de um mercado que absolutamente não é deles. Funciona mais ou menos assim, as crianças (o jovem, ou a jovem) vão ao supermercado ou padaria com a mammy e as balinhas, os chocolates e todo tipo de superfluo estão ali na vitrine baixa, ao alcance da estatura fisica e mental. Vê, acha bonito, gostoso e compra e paga caro  por estar ali no "corrredor da morte". Por isso tem gente que não cresce, e gasta 50% ou mais do seu salário com esse tipo de grudes embutidos nas roupas e continua criança e paga R$600,00 numa camiseta com aquele famoso cavalinho num desses aeroportos dos sonhos dourados. Você vai numa dessas lojas populares da Hering (que hoje se parece mais com uma rede de lojas da China) rsss. e paga entre R$39 a 70,00.

Posso estar exagerando, sei que vão jogar pedras em mim, pois sou fornecedor de tecido (ou uma espécie de porta voz) e não deveria estar assumindo oficialmente essa postura aqui, mas tudo isso, mostra porque a pirataria se constroi de uma forma não tão absurda no contexto social. Ironias do proprio sistema economico que cria tecnologia avançada e minituariza para o consumo popular (traduza-se por tudo ao alcance de todos) e o resultado é catastrófico para aqueles que acham que podem ainda viver de patentes, registros, proteção industrial, franshisings que o sujeito investe uma grana preta e se torna voluntáriamente um escravo do dono da preguiça em forma de esperteza.

 

Do que nós estavamos falando mesmo? de falsificações?

olha na verdade , roupa bem feita é roupa bem feita, as grades marcas não chegaram  onde estão  a toa ,  e ninguém começa lá de cima , tiveram que batalhar e muito para adquirir qualidade.  Porque os pequenos antes de copiar  trabalhar na qualidade ;isso sim gera empregos pra muita gente e tal,  e talvez não teria  a invasão chinesa? coisa boas de qualidade com preço  bom? sei l´....

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