Industria Textil e do Vestuário - Textile Industry - Ano XIV

Industria Textil e do Vestuário - Textile Industry - Ano XIV

Clique para Ampliar

Busca é intensa por tecidos de listra, xadrez, chita durante três meses antes dos festejos juninos
FOTOS: WALESKA SANTIAGO

Clique para Ampliar

Com alta das vendas de tecidos, lojas de aviamentos lucram com fitas de cetim, renda coloridas, passamanarias dourada e prata

Nas lojas de tecidos, o comércio de março a junho chega aos patamares de datas como Natal e Réveillon

A chegada do mês de junho é sinal de lucro para o comércio têxtil. Segundo as lojas de tecidos, as vendas desse período já se equiparam ao volume comercializado durante o Natal e Revéillon. Alguns estabelecimentos esperam um incremento de pelo menos 70% em comparação a janeiro e fevereiro, como no caso da Casablanca, no Centro de Fortaleza.

Segundo o subgerente da loja, Ricardo Pinto, o acréscimo se justifica por conta do prolongamento da temporada e da variedade comercializada. A procura pelos tecidos "típicos" começa já a partir da segunda quinzena de março e se estende até meados de junho.

Variedade

São cerca de três meses de busca intensa por listras, xadrezes, chitas e demais estampas. Tecidos mais nobres também ganham destaque. Cetim, organza e até a renda, que chega a custar até R$ 39,00 o metro, são os preferidos das quadrilhas profissionais. Contudo, este ano, o campeão de vendas é o xadrez. O subgerente diz que, há uma semana, a loja tinha em estoque 62 mil metros de tecido em 100% algodão. Na tarde de ontem, restavam somente menos de 2 mil metros. "É o carro chefe, porque, além do São João, o xadrez está em moda", explica Ricardo Pinto. No Armazém Guanabara, outra loja do segmento, a padronagem já vende 20% a mais que as outras. A Casablanca espera receber até o final desta semana mais 40 mil metros do produto. O valor é salgado frente à outros tecidos utilizados para o período: R$ 17,64 o preço do metro. Enquanto isso, as chitas são vendidas em média por R$ 4,35 o metro, mas a oferta, por enquanto, ainda é um pouco maior. Dos 140 mil metros que a loja comprou, ainda restam quase 20%.

A costureira Maria José Menezes, 37, vai apostar na chita como fonte de renda extra neste São João. Ela vai confeccionar algumas peças com tecido para vender no bairro onde mora. O investimento inicial foi de R$ 200,00. "Se vender tudo, eu compro mais. A ideia é lucrar o triplo do que gastei".

Aviamentos

Pegando carona no aquecimento das vendas dos tecidos, as lojas de aviamentos lucram na mesma proporção com fitas de cetim e renda coloridas, e passamanaria dourada e prateada. Na Casa Fátima, de acordo com o gerente Antônio Guimarães, esses itens somam quase o triplo em maio e junho em comparação à outros meses.

Fonte:|diariodonordeste.globo.com|

Exibições: 399

Responder esta

© 2021   Criado por Textile Industry.   Ativado por

Badges  |  Relatar um incidente  |  Termos de serviço