Industria Textil e do Vestuário - Textile Industry - Ano XIV

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Tecidos do Hospital A. C. Camargo São Vendidos no Interior de SP

O comércio de lixo hospitalar na forma de lençóis, fronhas e jalecos usados e reaproveitados por confecções também envolve instituições de São Paulo. Na quinta-feira, 20, peças de roupa com a marca do Hospital A. C. Camargo, referência do País no tratamento de câncer, foram encontradas em loja de São João da Boa Vista, no interior de São Paulo. O material foi entregue à Vigilância Sanitária local. O hospital informou que segue política de descarte seguro do lixo hospitalar e que “não é possível afirmar onde as peças com logotipo da instituição foram desviadas da cadeia correta de descarte”. Veja nota à imprensa divulgada pelo A.C. Camargo.

 

As recentes apreensões desse tipo de lixo hospitalar, reaproveitado por confecções em várias regiões do País, indicam que não há controle sobre esse tipo de comércio. Embora a Anvisa faça uma distinção clara entre o que é lixo hospitalar - lençóis sujos e contaminados, que devem ser incinerados - e lixo comum, como são classificados lençóis e jalecos de hospitais que passam por processo de desinfecção e podem ser revendidos, as confecções não usam certificados de origem ao revender esse material.

Um dia depois da apreensão de 830 quilos de tecidos com logomarcas de vários hospitais, que eram comercializados por uma confecção de Ilhéus (BA), uma loja no centro de João Pessoa (PB) vendia calças jeans em cujos bolsos aparece a inscrição “Hospital Brasília”. A calça foi comprada pelo jornalista Paulo Maia, 42 anos, que fez a denúncia. O Hospital Brasília, que é privado e está localizado no Distrito Federal, nega ter comercializado o material e assegura que seus lençóis e fronhas usados são incinerados - aumentando mistério em torno do material.

A extensão desse negócio começou a vir à tona após a apreensão, na semana passada, de dois contêineres no Porto de Suape (PE) com 46 toneladas de lençóis e fronhas usados com nomes bordados de hospitais americanos. A carga, oficialmente “retalhos de tecidos”, era endereçada a uma empresa que importa tecidos com defeito de tecelagem de Santa Cruz de Capibaribe, no agreste pernambucano, que abriga um polo têxtil com mais de 22 mil empresas.

Em Teresina (PI), segundo noticiou na quinta-feira o jornal Folha de S. Paulo, o varejo da cidade oferece lençóis e fronhas usadas com logomarca de mais de uma dezena de hospitais e clínicas de várias regiões do País. O mesmo ocorreu em Fortaleza.

Preço bom. A dona de casa Márcia Maria Calas Góes, 48 anos, comprou, em 15 de março, quatro toalhas, por peso, no Brasil Forrozão dos Tecidos Nacionais e Importados, em Santa Cruz do Capibaribe, onde mora, sem perceber que duas delas traziam o logotipo “Hospital Health”. Achou o preço e o tecido bons - cinco toalhas saíram por R$ 15,84. O Forrozão dos Tecidos foi interditado na quarta-feira, por precaução, pela Vigilância Sanitária.

Ainda na quinta-feira, um caminhão com 13 toneladas de retalhos com logomarcas do hospital Santa Izabel e um motel chamado Magnum foi apreendido pela Secretaria da Fazenda de Pernambuco e a Agência Pernambucana de Vigilância Sanitária (Apevisa) reforçaram a suspeita de que o comércio irregular ocorre em todas as regiões do País. Parte da carga do veículo - que transportava 13 toneladas , cuja localização não é conhecida - apresentava manchas marrons e amareladas, indicativo de que o material não passou pelo processo de desinfecção.

Fonte:|http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,tecidos-do-a-c-camargo-sao...

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Amigos:

 

Nao ha duvida que a empresa americana envolvida e o maior picareta dessa historia...Por pior que seja o nivel do importados brasileiro, ninguem compra lencol manchado de sangue como vimos...devriamos dar um belo pito nos EUA, exigir do governo dels uma punicao exemplar num pais serio ate o fechamento dessa empresa...duvido que aconteca, os EUA de hoje sao um pais sem regulacao financeira , comercial, o governo de pouco serve.. Eles acham isso um pecado, isso e bom ate onde ha principios morais coisa que os EUA ja vem perdendo a algum tempo infelizmente.

Melhorou um pouco depois o OBAMA mas estao se lixando pra nos seja em questao de subsidio de algodao , seja imprimindo dinheiro e fazendo guerras cambiais.

 

Estive nos EUA em julho um amigo foi assaltado dentro do quarto em Orlando levaram tudo...era um hotel bom com estrutura, achei que seria indenizado , foram aprox U$ 8.000 de prejuizo, foi feito boletim de ocorrencia...mas que nada ...ate hoje espera uma providencia do hotel os EUA de hoje  sao bons pros seus interesses, os outros que se virem e o lema.

 

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