Industria Textil e do Vestuário - Textile Industry - Ano XIII

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Marfrig cai 4,7%, TIM sobe 3% com rumores e CCX tem queda de 12%; veja destaques

Marfrig cai 4,7%, TIM sobe 3% com rumores e CCX tem queda de 12%; veja destaques

Por: InfoMoney 
 
Santander e Banco do Brasil fecham entre as maiores altas do dia com recomendação elevada pelo Credit Suisse

 

Marfrig cai 4,7%, TIM sobe 3% com rumores e CCX tem queda de 12%; veja destaques

SÃO PAULO - Em alta durante toda esta segunda-feira (23), o Ibovespa fechou com avanço de 0,91%, aos 54.602 pontos. Dentre as 73 ações do índice, apenas 3 registraram perdas de mais de 2%, enquanto na ponta positiva, 12 papéis subiram mais de 2%.Contribuiu também para o bom desempenho do índice as ações da Vale (VALE3, +0,95%, R$ 36,01; VALE5, +1,17%, R$ 32,75), que subiram após dados preliminares da atividade industrial da China. O PMI de setembro medido pelo HSBC subiu para 51,2, ante leitura de 50,1 no mês anterior, atingindo o maior patamar em seis meses.

Chamou atenção neste pregão as ações da Marfrig (MRFG3), que foram penalizadas após rumores apontarem que a empresa estaria negociando a venda de ativos no Brasil com a Minerva (BEEF3), além de operações no exterior à BRF (BRFS3). As especulações, entretanto, foram negadas pela empresa.

Em coluna Radar, da Veja, é apontado que o Marfrig, o segundo maior frigorífico nacional, decidiu que é hora de resolver seus problemas. A solução desenhada pelo conselheiro do Marfrig, Sérgio Rial, com o aval do controlador Marcos Molina, é vender os ativos que possui no Brasil ao Minerva, enquanto a operação internacional ficaria com a BRF.

Os papéis do frigorífico fecharam com a maior queda do Ibovespa, recuando 4,44%, cotados a R$ 6,02. Por outro lado, as ações da JBS (JBSS3) fecharam entre as maiores altas do índice, avançando 2,03%, para R$ 7,55.

CCX tem queda de 12,4% com saída de presidente

Fora do Ibovespa, chamou atenção os ativos da CCX Carvão (CCXC3), que fecharam com queda de 12,42%, a R$ 1,34. O movimento ocorre após rumores apontarem que mais um executivo está deixando o Grupo EBX. José Gustavo de Souza Costa, presidente da CCX e da AUX, abandonou os cargos na noite de sexta-feira, segundo a coluna Radar, da Veja.

Dentro o índice, as ações de companhia do grupo fecharam com tendência negativa. As ações da LLX Logística (LLXL3) e MMX Mineração (MMXM3) registraram queda de 1,60% e 2,33%, respectivamente, a R$ 1,84 e R$ 1,68. Enquanto isso, os papéis da OGX Petróleo (OGXP3) fecharam com alta de 2,63%, cotados a R$ 0,39.

A OGX elegeu um novo nome aos cargos de diretor financeiro e de Relações com Investidores da empresa. Em comunicado enviado à CVM (Comissão de Valores Mobiliários), a empresa informou a contratação de Paulo Narcélio Simões Amaral, que irá substituir Roberto Monteiro, que teve sua saída anunciada na semana passada.

TIM sobe 3% com notícias sobre venda

Entre os maiores ganhos do dia, destaque também para os ativos da TIM (TIMP3), que subiram 3,37%, a R$ 10,11. Notícias indicam que a Telefónica está em negociações para se tornar o acionista majoritário da Telecom Italia, dona da TIM, antes do fim deste mês, com uma proposta para aumentar a participação da espanhola na Telco, a controladora da empresa italina, para 70%, disseram fontes com conhecimento do assunto à Dow Jones.

Segundo a proposta em discussão, depois de aumentar a participação para 70% na Telco até o fim deste mês, a Telefónica poderá comprar a fatia restante até março do próximo ano, quando a holding pode ser dissolvida.

Bancos fecham entre as maiores altas

Ainda na ponta positiva, chamaram atenção também as ações do setor financeiro, que fecharam em alta nesta sessão, com destaque para os papéis do Santander (SANB11, +2,95%, R$ 14,66) e Banco do Brasil (BBAS3, +2,86%, R$ 26,23). As instituições tiveram suas recomendações elevadas pelo Credit Suisse.

Raia Drogasil sobe após Cade aprovar compra de pontos comerciais

Fora do Ibovespa, as ações da Raia Drogasil (RADL3, +1,14%, R$ 17,80) fecharam em alta. Chamou atenção a notícia de que o Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) aprovou sem restrições a compra de pontos comerciais das empresas Santa Marta e King, em Goiânia (GO).

Segundo a equipe de análise da XP Investimentos, a notícia é levemente positiva, pois a empresa já havia informado a compra no ano passado. No entanto, vale lembrar que a consolidação do mercado, que está altamente pulverizada, é a maior oportunidade no segmento, na opinião dos analistas.

Ações do BicBanco sobem quase 10%

Em meio aos rumores de que está prestes a ser vendido e que, dentre os interessados, estariam grandes bancos brasileiros e um chinês, as ações do BicBanco (BICB4) registraram forte alta de 9,87%, a R$ 4,90, nesta sessão. Na última sexta-feira, os papéis já tinham registrado ganhos de 2,77%.

Neste final de semana, aumentaram os rumores de que o BTG Pactual (BBTG11), Bradesco (BBDC4) e Itaú Unibanco (ITUB4), além do chinês CCB (China Construction Bank) estariam interessados na compra do banco. Em comunicado enviado à CVM (Comissão de Valores Mobiliários) nesta segunda-feira, os acionistas controladores do BicBanco informaram que não há quaisquer documentos vinculativos celebrados por terceiros dispondo sobre a alienação de controle acionário da companhia.

A instituição financeira passa por momentos complicados: em julho, a agência de classificação de risco Moody's rebaixou o rating de crédito da companhia, fazendo os seus bônus serem fortemente pressionados. Na bolsa brasileira, as ações do banco registram perdas de 23% apenas em 2013.

Gradiente cai 6%

Operando em queda durante praticamente toda a sessão, os ativos da Gradiente (IGBR3) fecharam com desvalorização de 6,01%, a R$ 6,10. Na mínima do dia, os papéis chegaram a recuar 10,63%, atingindo os R$ 5,80

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