Industria Textil e do Vestuário - Textile Industry - Ano XIII

Industria Textil e do Vestuário - Textile Industry - Ano XIII

por: Marcela Leone

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Muita gente já tentou entrar para o mundo do Snapchat, mas acaba rejeitando rapidamente a rede social do momento. Hoje mesmo um empreendedor da tecnologia escreveu um artigo no LinkedIn sobre como os filhos adolescentes dele usam sem parar, e ele não – apesar de ter tentado. A questão é que ele ainda não sabia explicar se era porque ele estava velho, ou porque ele não ficava mais bêbado em festas ou coisa do tipo.

O Snapchat não é novo. Ele só parece novo no Brasil porque a adesão foi tardia. Resumidamente, o Snapchat foi criado em 2011 (em setembro ele fará 5 anos, o equivalente a 5 séculos na tecnologia hoje) e já recebeu várias ofertas de compra, inclusive de Google e Facebook. Teve até uma proposta de US$ 3 bilhões de Mark Zuckerberg que os criadores do Snapchat deram risada. Imagina em quanto eles avaliam o app hoje. Considerando que a casa de um dos co-fundadores é essa aqui…

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Ah, sim. App. Não tem site e você não acessa pela web. E ponto final. Ele tem essa inclinação que vai contra os demais apps. Você não consegue ver quem é mais “famoso” ou “relevante”, porque suas postagens não tem mais 42 likes, ou 230 compartilhamentos, e por aí vai. A falta do espaço para o ego pode ser uma das razões que afugenta pessoas do Snapchat – “snap”, para os mais íntimos/brasileiros.

A mecânica do Snapchat, se você olhar em retrospecto, parece que estava flutuando na nossa cara. Mas ninguém agarrou. A lógica adotada foi: você posta um vídeo seu e, depois de um período determinado, ele simplesmente some. É autodeletado. Em um ambiente em que as pessoas se preocupam com suas informações sendo pirateadas, suas fotos íntimas ou mesmo informações triviais. Ninguém quer mais ser perpétuo na web. Ninguém quer mais que todas as suas palavras sejam cravadas no mármore virtual.

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Fotos íntimas? Você leu isso mesmo. O Snapchat teve um “boom” entre os jovens (no exterior, não no Brasil) porque eles gostavam de mandar as tais “nudes”, ou fotos nuas, pelo Snapchat. Afinal, elas se deletariam após um tempo e eles não correriam risco nenhum. Essa foi outra palavra que pegou por aqui em 2015, mas que é mais antiga la fora. Dá até uma impressão de que o fuso horário do Brasil está atrasado uns 2 anos.

Mas a questão dos nudes chamou bastante atenção para o app. Deu até mais buzz e espaço no mercado pra ele. Inclusive um vazamento no sistema jogou de volta milhares de nudes que deveriam ter sido excluídas, o que gerou um certo transtorno há um tempo (abaixo, um exemplo de foto que vazou e que não deveria ter vazado – afinal, pelo texto você vê que era parte de uma conversa com uma única pessoa). Nada não é perpétuo na internet, talvez. E, caso você esteja se perguntando, é possível sim tirar o “print” da tela quando você estiver vendo algo no Snapchat. Só que o autor do post fica sabendo. Só para constar.

http://alllingerie.com.br/renda-se-ao-snapchat/

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