Industria Textil e do Vestuário - Textile Industry - Ano XIV

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Indústria têxtil nacional está 'sucateada', diz fundador da Ellus

Vendedor do MOTY, Nelson Alvarenga é há 45 anos um dos heróis da resistência da moda nacional.

MOTY 2017: premiados e premiadores (Foto: Pedro Dimitrow)

Poucas marcas no mundo podem orgulhar-se de manter boa relevância por 45 anos e, ao longo do período, ostentar no portfólio de desfiles e campanhas nomes como os de Kate Moss, Milla Jovovich e Alek Wek. Pois saiba que uma dessas marcas é 100% brasileira.

A Ellus, fundada em 1972 por Nelson Alvarenga, recebe nossa devida homenagem pelos excelentes serviços prestados à moda nacional. Atualmente parte da holding InBrands, a grife mantém intacto o DNA urbano cuja excelência no jeanswear rende um sem-fim de fortes imagens, registradas no livro Ellus Revolution, sob a direção criativa de Adriana Bozon, fiel escudeira que hoje comanda o estilo da Ellus.

Nelson Alvarenga é atualmente presidente do conselho da InBrands, que comanda também as outras grifes do grupo (Richards, VR, Salinas, Bob Store, Herchcovitch;Alexandre e SPFW), mas mantém, é claro, uma relação mais do que afetiva com a Ellus. As lembranças estão muito vivas. “Como esquecer a campanha Mania de Você, de 1979, que, em plena ditadura, falava de liberdade e amor?”, relembra. Desfiles memoráveis no Campo de Marte, no Theatro Municipal e na Estação Júlio Prestes, em São Paulo, além do concurso Look of the Year, realizado em parceria com a agência de modelos Elite, no fim dos anos 1980, também marcaram época.

Os tempos e os costumes mudaram, o mercado ficou mais competitivo e vem sofrendo com a falta de apoio do governo. Não está fácil ser empresário de moda no Brasil, mas Nelson costuma sempre olhar para frente - não à toa foi Vencedor do Prêmio GQ Brasil Men of year 2017 na categoria moda nacional. 

“O país ‘atrasado’ não nos ajuda, isso é um fato. Os altos impostos, as grandes crises econômicas e de confiança, a indústria têxtil nacional sucateada, entre tantos outros fatores, dificultam a vida. Mas somos criativos, confiantes e estamos sempre nos reinventando para perpetuar as nossas marcas. Os desafios me estimulam”, declara otimista Nelson Alvarenga. Nos próximos 45 anos, ele espera que a Ellus continue sólida, com o mesmo espírito livre, sempre moderna e acompanhando o mundo sem perder a identidade. Nós também.

http://gq.globo.com/Men-of-the-Year/noticia/2017/12/industria-texti...

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Respostas a este tópico

Acho q este sr ñ está tão atualizado, a industria textil praticamente inexiste, se comparada a pujança anterior,

e falar de crises e altos impostos é chover no molhado, é mais do mesmo, porém estas holdings e os grandes magazines foram e ainda são a pá de cal para a nossa indústria textil.

                 Concordo com o Jose mauro  ,o  grupo InBrands deixou de comprar dos fabricantes nacionais ajudando a enterrar o setor têxtil.  

José Mauro Feliciano disse:

Acho q este sr ñ está tão atualizado, a industria textil praticamente inexiste, se comparada a pujança anterior,

e falar de crises e altos impostos é chover no molhado, é mais do mesmo, porém estas holdings e os grandes magazines foram e ainda são a pá de cal para a nossa indústria textil.

alguns se deram bem com o boom de importaçao....mas a ganância é grande!!!! sucatearam as nossas empresas texteis....e a desculpa é importar1!!!! PARA TEREM CUSTO!!! nao se preocupam em matar uma industria que sempre gerou empregos!!!!maldita ganância!!!! falta de patriotismo , somente enxerga o próprio umbigo...e nao o bem da coletividade!!! de um futuro promissor onde a demanda é valorizada por nós!!!!!!!!etc...compra-se mais barato ...e perde-se o emprego em toda a cadeia têxtiletc....etc...etc...etc,... e com apoio total deste e demais desgoverno continuamos a gerar empregos para estrangeiros ao invés de preservarmos aqui no Brasil !!!!.são uns verdadeiros calhordas!!!!!adalberto

A impressão que dá, é que as pessoas que opinaram não conhecem nossa Cadeia Têxtil, nem conhecem o Ramo Industrial a que se referem.
É lamentável.

  “O país ‘atrasado’ não nos ajuda, isso é um fato. Os altos impostos, as grandes crises econômicas e de confiança, a indústria têxtil nacional sucateada, entre tantos outros fatores, dificultam a vida. Mas somos criativos, confiantes e estamos sempre nos reinventando para perpetuar as nossas marcas.

Julio Caetano H. B. C. disse:

A impressão que dá, é que as pessoas que opinaram não conhecem nossa Cadeia Têxtil, nem conhecem o Ramo Industrial a que se referem.
É lamentável.

Generalizar é um erro, podem existir industrias têxteis, de tecidos e outros do segmento, sucateadas, mas muitas estão, mesmo com as crises, trabalhando, produzindo, gerando emprego e renda, daí o comentário é infeliz e mais, não jogue na mesma vala a industria de confecção, que em muitas oportunidades é confundida com a textil, pois centenas ou milhares de industrias do setor produzem para grandes marcas, inclusive a do Senhor em questão, a InBrands. Pare de desvalorizar nossa industria, é pecaminosa sua concepção sobre nossa industria.

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