Industria Textil e do Vestuário - Textile Industry - Ano XII

Industria Textil e do Vestuário - Textile Industry - Ano XII

A retomada de indústria de fios e tecidos Cotton King em Cuiabá pode injetar na economia local R$ 100 milhões e gerar cerca de 150 empregos

A retomada de indústria de fios e tecidos Cotton King em Cuiabá pode injetar na economia local R$ 100 milhões e gerar cerca de 150 empregos diretos. A fábrica, atualmente desativada, fica no Distrito Industrial de Cuiabá e o valor investido seria para reformar e reequipar a indústria com novas máquinas que poderá voltar a atuar na capital, fortalecendo o mercado de algodão, considerando que Mato Grosso é o maior produtor de algodão do Brasil e a indústria têxtil no Estado.

O governador de Mato Grosso, Silval Barbosa, esteve esta semana em São Paulo negociando a retomada da indústria e ofereceu incentivos fiscais para que os empresários se estabeleçam em Mato Grosso.

Hoje, o setor da indústria têxtil e confecções é um dos que mais crescem no Estado. Segundo dados Sindicato das Indústrias do Vestuário e Mato Grosso (Sinvest-MT), em dois anos o segmento de confecções cresceu cerca de 60% no Estado, passando de 300 para 500 empresas em 2012.

O número de empregos gerados pelo setor quase que dobrou em dois anos, pulando de 2.300 em 2009 para cerca de 4 mil empregos este ano. Cuiabá Várzea Grande e Rondonópolis são onde estão a maior concentração dessas empresas.

De acordo com o presidente do Sinvest, Sérgio Antunes, a medidas que o governo do Estado vem tomando nos últimos anos tem deixado o setor mais confiante. “Acredito que tudo que for feito com o intuito de investir e motivar o setor em Mato Grosso é bem-vindo”, diz ele a respeito da possível retomada de operações da Cotton.

Ainda, segundo o presidente do Sinvest, em contraste ao crescimento existem inúmeros problemas que impedem que o setor avance ainda mais. A falta de mão de obra, a grande carga tributária e a distância dos principais distribuidores para o Estado, são as principais dificuldades. “Apesar da industria têxtil e confecções ter crescido nos últimos anos, a dificuldade para mão de obra no Estado, tributos e distância, ainda são as mesmas”, esclarece.

Conforme Antunes, em Mato Grosso existem de 4 a 5 indústrias têxtil e cerca de 500 confecções. “Só elas são responsável por aproximadamente 4 mil empregos no Estado, fora a mão de obra terceirizada”, explica. De acordo com ele, todo e qualquer investimento que o governo sinalize para a região é sempre bem-vindo. “O setor de confecção é um forte gerador de empregos com pouco investimento. Estado precisa investir”,
conclui.

Fonte:|http://sis.sebrae-sc.com.br/sis/setor/noticia/visualizar?idNoticia=...

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Não vejo como reativá-la, pois todo o equipamento encontra-se penhorado por dívidas (fornecedores e trabalhistas), a fiação é sucata, máquina de índigo obsoleta e os teares Picanol canibalizados.

O Alan (filho do maior fraudador da Sudan) não tem competência nem credibilidade e não acredito que algum empresário sério se meta nesta furada.

Com R$ 100 milhões monto outra indústria mais bem equipada!

Também pelo que ví na minha ultíma visita lá ano passado, acho muito dificil....

A maquina de indigo até que não eh tão obsoleta assim, foi a ultima Sucker&Müller instalada no BR.

A noticia é ótima, porém tem que ser feita por pessoas sérias, com relação ao equipamento posso afirmar com a experiência de mais de 20 anos que tenho em manutenção e montagem de máquinas que o mesmo pode ser colocado em produção sem muito esforço.

Tenho que concordar com todos os comentarios feitos ate a esse monento.

Mas vamos aos fatos, pois esse segmento de Denim no Brasil vem sofrendo ano a ano.

So de memoria lembro de algumas industrias mais preparadas e equipadas fecharam nos ultimos anos( Sudamtex; Ferreira Guimaraes; Sao Jose; Suape; Santo Amaro; Tecelagem Guelfi).

Outras empresas que diminuiram sua produção ate mesmo fechando fabricas( Santista/Tavex), outras com ociosidade de produção.

Agora investir em industria textil, principalmente nesse caso, temos que concordar que sera um grande desafio e nos aqui colegas profissionais sabemos que se for com seriedade é possivel ter exito nesse projeto.

Diante do cenario textil e das industrias é preciso industrializar, gerar empregos e vale lembrar que uma grande empresa textil do mesmo segmento anunciou um projeto muito grande neste Estado do Mato Grosso e nada saiu. 

A máquina de índigo foge ao padrão: 5 caixas de tingimento e tem sérios problemas de circulação de banho, com  circulação dividida em 2 caixas e 3 caixas. Não se consegue leitura no titrino nas caixas 2 e 3 por de circulação.

Só pode ser piada ! ou esses caras fazem que não sabem que com 100 milhões, pode ser implantada duas fábricas iguais a essa ! O dono dessa fábrica que morreu envenenado não sei por quem ! Era laranja do Jader Barbalho o maior ladrão da Sudam. Quem o conheceu veria logo tratar-se de um imbecil que dizia ser rico, mas não passava de um LARANJA. Não entendia nada de nada e quem defende essa modernização, de uma fábrica que já nasceu errada e incompetentemente projetada e montada, só pode ter interesse comercial e continuar enganando os trouxas. Ou também interesses politicos = roubalheira publica . Por que  não chamam o Blairo para assumir a fábrica ! Ele é muito amigo do Jader Barbalho e do Renan Calheiros que juntos, podem jogar fora esses 100 milhões, tirando de alguma empreiteira amiga. Fernandinho, sabe por que não se pode fazer leitura de titrino na CAIXA 2! É porque roubaram, pensando se tratar de CAIXA DE CAMPANHA  DO JADER.

   Querem gastar 100 milhões em uma fábrica sucateada e gerar 150 emprêgos diretos, essa mão de obra da "lavanderia"de dinheiro sujo irá sair   cara demais, mais valerá a pena para os corruptos lavarem o dinheiro.

  ESSES CARAS PENSAM QUE TODOS NÓS SOMOS OTÁRIOS E QUE NADA

  ENTENDEMOS DE "DINHEIRO", TRATAM-NOS COMO CRIANÇAS JOGAN-

  DO BANCO IMOBILIÁRIO ONDE RASGA-SE DINHEIRO POR BRINCADEIRA.

  QUE GOVERNADOR ESSE, HEIM!!!

Calma pessoal: Antes de atirarmos mais pedras nessa vidraça, pensemos. Primeiramente, as colocações do Luís Barboza sobre a formação dessa fabrica, o seu gênesis estao corretas. Eu tive que sair às pressas de S.P., do Brasil, e volta aos EUA as pressas, pois depois de uma reunião que tive no Hotel De La Volpe em São Paulo, e não aceitar certas ofertas$ imensa$, tive que sair as pressas, temendo minha segurança.

Na época o Daniel Ferreira era o meu assistente e o convidei a participar das reuniões para a minha proteção. Foi jogo pesadíssimo e testemunha tenho.

Quanto ao jovem em questão, não sei qual será a sua posição na fabrica. Espero que não seja na direção, se o for, será dinheiro perdido.

Sobre as maquinas, o amigo Roberto Adriano esta Correto: Elas poderão ser FACILMENTE  recuperadas. Estão trabalhando com manutenção parca e sendo canibalizadas, como disse o Barbosa - eh fato. Mas elas podem ser recuperadas.

Relendo o artigo com cuidado notei, entre aspas: "A retomada de indústria de fios e tecidos Cotton King em Cuiabá pode injetar na economia local R$ 100 milhões e gerar cerca de 150 empregos diretos". Ou seja, o processo de recuperação e ampliação dessa firma poderá GERAR, direta ou indiretamente, cem milhões.

Mas não dizem que cem milhões será gasto na fabrica. Se tal o for, a única explicação seria a (1) construção de uma super-fabrica gigantesca, (2) Lavagem ou (3) esquentamento/resfriamento de grana.

Em vista de tudo dito, não creio que devemos atirar as pedras.

DEVEMOS SIM ficar alerta, atentos, informados, ver se o dinheiro injetado será do GOVERNO ou do GRUPO INVESTIDOR e ficar de olho na fonte do artigo que originou essa polemica. Parece ter sido a SEBRAE (que me parece uma instituição seria) e (1) ver que nada de estranho acontece nessa transação e (2) cuidar se ha busca de recurso de dinheiro publico e (3) monitorar a transação.

Como sabemos tive muitos amigos meus que tiveram que caminhar (com botas de borracha, altas ate as coxas) no chiqueiro da SUDAM e SUDENE. Eles eram classe media, não meteram a mão em dinheiro publico e muitos ainda estão entre nos, com suas vidas modestas de sempre: Do ANTES e do DEPOIS.

Vamos analisar isso com calma. Observando os textos do Barbosa, do Nelson, as ponderações do Roberto Adriano e analisando friamente e semanticamente O QUE FOI ESCRITO (“Gerar a economia local...”). E ver se bate com a realidade.

Agora, se isso cheirar a MAMATA, terão muitos olhos aqui cravados nas operações. Haverão ouvidos atentos e Bocas bem perto do trombone.

Por outro lado, se as ocorrências forem normais, como espero que sejam, só temos e que dar apoio ao novo empreendimento.

Finalizo essa com uma fala preocupante do Barbosa, que o filho do ex-dono continua na firma. Sobre isso só tenho uma coisa a dizer: Seria muita imbecilidade tirar um morador de rua, pô-lo num hospital, limpa-lo, desinfetá-lo, cura-lo para depois o por as ruas com a mesma roupa de mendigo.

Firma nova, roupa nova.

Não se toma banho para depois se colocar roupas sujas. SdM

 

Luiz... Concordo com você.... E tem muito mais caroço nesse angú, que talvez você saiba e não quis citar....
 
Luiz Barbosa Lima disse:

Só pode ser piada ! ou esses caras fazem que não sabem que com 100 milhões, pode ser implantada duas fábricas iguais a essa ! O dono dessa fábrica que morreu envenenado não sei por quem ! Era laranja do Jader Barbalho o maior ladrão da Sudam. Quem o conheceu veria logo tratar-se de um imbecil que dizia ser rico, mas não passava de um LARANJA. Não entendia nada de nada e quem defende essa modernização, de uma fábrica que já nasceu errada e incompetentemente projetada e montada, só pode ter interesse comercial e continuar enganando os trouxas. Ou também interesses politicos = roubalheira publica . Por que  não chamam o Blairo para assumir a fábrica ! Ele é muito amigo do Jader Barbalho e do Renan Calheiros que juntos, podem jogar fora esses 100 milhões, tirando de alguma empreiteira amiga. Fernandinho, sabe por que não se pode fazer leitura de titrino na CAIXA 2! É porque roubaram, pensando se tratar de CAIXA DE CAMPANHA  DO JADER.

Seria interessante o governador Silval Barbosa, verificar como serão pagas as verbas rescisórias de aproximadamente 300 ex funcionários, que não receberam 1 centavo sequer, antes de conceder benefícios fiscais a esta empresa.

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