Especialistas compartilham suas perspectivas sobre a festa, que está reinventando o papel das marcas e das políticas públicas na construção de um futuro mais responsável.
O Carnaval é uma das maiores festas do Brasil, atraindo milhões de foliões para Salvador, Rio de Janeiro e São Paulo. Em São Paulo, por exemplo, o Carnaval de Rua deve movimentar R$ 3,4 bilhões, superando eventos como a NFL e a Fórmula 1, o que impulsiona o turismo, gera empregos temporários e fortalece o comércio local.
Entretanto, a preocupação com impactos econômico, social e ambiental vem ganhando destaque. À medida que a festa se expande, cresce a necessidade de repensar suas consequências. Em resposta a isso, diversas iniciativas têm sido implementadas para equilibrar a celebração com a sustentabilidade e a inclusão social, buscando transformar a festa em um exemplo de responsabilidade para todos os envolvidos.
Ações de coleta seletiva e a valorização do trabalho de catadores de materiais recicláveis têm sido fundamentais para reduzir o impacto ambiental da festa. No Rio de Janeiro, a expectativa é recolher 60 toneladas de resíduos para reaproveitamento, transformando lixo em oportunidade.
Marcas como a Ambev estão na linha de frente dessa transformação. Em parceria com hubs como o Bora Hub e Bora Ambulantes, a companhia apoia catadores e vendedores ambulantes em Salvador, Rio de Janeiro e São Paulo, oferecendo infraestrutura como pontos de descanso, alimentação, hidratação e até banhos para os trabalhadores.
Para entender a fundo esses impactos sociais, econômicos e ambientais, Meio & Mensagem conversou com Michele Sales, diretora de ecossistema e inclusão da Ambev; Bruno Guerra, diretor de produtos da Dream Factory; e Gustavo Pires, presidente da SPTuris. Eles compartilham suas perspectivas sobre como o Carnaval está se reinventando e o papel fundamental das marcas e das políticas públicas na construção de um futuro mais sustentável
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