Industria Textil e do Vestuário - Textile Industry - Ano XIV

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Empresas cancelam palestras com Lula

Exclusivo – Além da pressão psicológica que pode fazer mal a um tratamento pós-câncer, o palestrante transnacional Luiz Inácio Lula da Silva já começa a sentir os prejuízos das recentes denúncias de corrupção em torno de seu santo nome. Seis grandes empresas cancelaram palestras que fariam com o líder máximo do Instituto Lula. Três eventos foram adiados no Brasil. Dois cancelados em Portugal e outro não mais acontecerá em Moçambique.

O Rosegate exala cada vez mais cheiro de esgoto para o lado do mito Lula da Silva. A petralhada mensaleira se borra de vez com a certeira ameaça de que Marcos Valério, Carlinhos Cachoeira e Paulo Vieira vão apontar quem era o verdadeiro chefe que comandava os inúmeros esquemas de corrupção. A temporada de delação premiada tende a evoluir para uma deletação dos principais integrantes do Governo do Crime Organizado. O cagaço é geral na grande fossa em torno do Palácio do Planalto.

O medo de sempre é o crime politicamente insepulto de Celso Daniel – prefeito petista de Santo André sequestrado, torturado e assassinado em janeiro de 2002. Agora, o promotor de Justiça paulista Roberto Wider Filho intimará Marcos Valério Fernandes de Souza a confirmar a informação de que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi extorquido em R$ 6 milhões pelo empreiteiro de lixo Ronan Maria Pinto. O MP quer saber se o milionário "pedágio" para parar de ameaçar Lula, José Dirceu e Gilberto Carvalho sobre o hediondo crime contra Daniel foi usado por Ronan na compra do jornal "Diário do Grande ABC", em 2003.

O novo medinho vem do baiano Paulo Vieira. O diretor exonerado da Agência Nacional de Águas mandou avisar que não sairá da Operação Porto Seguro como o chefe da quadrilha. Vieira ameaça denunciar "gente graúda" – bem acima dele. O fato concreto e explosivo é que Vieira era parceiro de Rosemary Nóvoa Noronha – apadrinhada de Lula da Silva na chefia de gabinete da Presidência da República em São Paulo. Vieira negocia uma delação premiada que pode tornar ainda mais deficitária a conta moral da petralhada – uma espécie de rato de esgoto que, se não for extinta, deve ser banida da vida pública diretamente para a privada.

Pavor maior ainda é se Carlinhos Cachoeira realmente desaguar tudo que sabe. Outro que negocia uma delação premiada, o goiano Carlos Augusto Ramos representa uma ameaça ainda mais perigosa para a cúpula petralha. Com seus vídeos, gravações e documentos comprometedores, armazenados em núvem e com familiares de confiança, Cachoeira tem tudo para criar problemas para a Presidência da República (na gestão passada e na atual) e para muitos governadores e prefeitos. Basta que Cachoeira revele o mar de bosta em torno da empreiteira Delta (líder do PACo e das mais superfaturadas obras do País).

A revelação dos bastidores de negociatas dos mais variados escândalos (Celso Daniel, Mensalão, Rosegate e Delta-Cachoeira) pode derrubar muitos "condomínios" da República Sindicalista do Crime Organizado. A alta cúpula do Poder Judiciário, incluindo Ministério Público, Polícia Federal e organismos de inteligência do Brasil e do exterior, nunca na história deste Pais teve tanto apoio para promover delações premiadas que redundem em deletações de políticos corruptos.

A governança do Crime Organizado, marcada pela parceria criminosa entre os podres poderes estatais e bandidos de toda espécie, inviabiliza o desenvolvimento de negócios transnacionais no Brasil. O atual combate ao crime não ocorre por puritanismo moralista, na romântica luta do bem contra o mal. Delações deletarão bandidos do poder porque, simplesmente, a Oligarquia Financeira Transnacional – que sempre investiu em nossos corruptos para explorar o Brasil – agora não aguenta mais pagar tanta taxa criminosa de pedágio para um bando de ladrões fora de controle.

O momento é de salve-se quem puder. Por isso, Presidenta Dilma Rousseff propagandeia na mídia internacional o seu discurso anti-corrupção. As recentes palavras de Dilma ao jornal francês Le Monde sinalizam que, se o tempo fechar institucionalmente por aqui, ela deseja ser poupada e viabilizada como a "faxineira" que apertará o botão da descarga: "Não tolero corrupção. Se há suspeitas fundadas, a pessoa deve partir".

Semânticamente, numa análise neurolinguística precipitada, o inconsciente coletivista de Dilma poderia estar se referindo ao seu antecessor. Afinal, Lula da Silva exercia uma evidente presidência parelela usando dois elementos de extrema confiança: Rose no gabinete presidencial paulista e Gilberto Carvalho na secretaria geral de Dilma. Como Lula ainda não partiu, agora pode sair partido. O problema da Dilma é ser obrigada a lhe prestar constante fidelidade, com declarações públicas de apoio e exaltação de uma honestidade que fica cada vez mais difícil de comprovar na prática.

O perigo de bagunça institucional se agrava com o conflito entre o desgastado Poder Legislativo e o Poder Judiciário – cuja cúpula surfa na ilusória onda de "salvadores da Pátria". Com o Poder Executivo afundado no mar de esgoto, o Judiciário tenta se credenciar como o "Poder Moderador" (historicamente exercido pelos militares, depois que derrubaram o Império e proclamaram a República que nunca serviu aos interesses brasileiros).

Tal plano, financiado ocultamente pelos grandes investidores transnacionais, vai ter um final feliz para o Brasil e para os brasileiros?

Eis a grande pergunta que fica sem resposta até que a Profecia Maia sobre o Brasil se concretize, algum dia, quem sabe...

Fonte : Blog do Serrao

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Comentário de petrúcio josé rodrigues em 14 janeiro 2013 às 10:19

comentários oportunos. parabéns carissimo San de Mattos.

Comentário de Sam de Mattos em 13 janeiro 2013 às 18:11

Novamente: Se houve irregularidades nas vendas dessas Estatais, que abramos mais inqueritos A ladrogem do Imperio, nao foi justificativa a d Republica. A dos Tucanos nao justifica a dos Ptistas.Paremos com os sofismas, a justificativas ( fulano fez pior! Beltano esta solto...) e lutemos por um Brasil mais limpo. Obrigado Wagner.

Comentário de wagner geraldo domingues em 13 janeiro 2013 às 17:33

Muito bom o comentário!...Não sou a favor de nenhum tipo de crime, mas, se é para passar a régua, vamos levantar como aconteceu a venda da Vale, anos atrás, e também do Banespa, e muitas outras que se encontram, até mesmo no livro, privataria tucana. Aí sim, depois de passar as ações suspeitas a lindo, no governo FHC, teremos uma conciência limpa, sendo imparciais. O Brasil agradeçe!!!...

Comentário de Sam de Mattos em 9 janeiro 2013 às 23:07

Estimado Fernando: Recebi essas noticias por e-mail e as publiquei, porque achei interessante faze-lo, sem polemizar o tema de expressão. Primeiro lhe agradeço ter lido a matéria. Segundo por expressar o seu ponto de vista que parece divergir ao meu. Terceiro pela maneira correta e fina de expressar essa divergência ou irritação. Fernando ei confesso estar muito frustrado e dou=lhe a minha palavra de honra que não e por questões de siglas. No Brasil há bastantes velhacos em todas elas: A minha frustração é ver o Brasil perdendo o momento histórico de uma “virada de jogo”, onde falando em linguagem popular todos os planetas e astros estão concorrendo e se alinhando favoravelmente. Isso me frustra. Quanto ao ex-presidente no inicio ate que vi um populismo simplístico, humanista, de um frescor único. Hoje pelo que sei pelo que vi pelo que li, já não penso mais assim. Novamente a minha indignação e imensa. Não serei cortes para comentar o seu segundo texto, a aqui unifico os dois comentários. Gentileza caso você queira explicar claramente a sua visão no tema, lhe prometo ler cuidadosamente e tentar entender os fatos através de sua ótica. Boi Noite e obrigado de novo, Sam

PS: Eh o Serrinha e Serrao a mesmo pessoa?

Comentário de Fernando Machado em 9 janeiro 2013 às 19:30

Outro factóide requentado...

Qualquer busca na rede que aponte sempre e somente para a mesma fonte é no mínimo questionável.

Mas, pode ser só brincadeirinha não é mesmo?

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