Industria Textil e do Vestuário - Textile Industry - Ano XII

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Como a Rapiddo aproveitou o maior gargalo do e-commerce para inovar e ganhar mercado
Não é preciso pensar muito para identificar o maior gargalo do e-commerce brasileiro: a logística. Os motivos passam por falta de infraestrutura, empresas competentes a falta de investimentos dos próprios executivos do setor. Foi olhando para esse gargalo que a Rapiddo nasceu. A empresa é uma espécie de Uber dos motoboys. Ela oferece os serviços de entrega via aplicativo e funciona como ponte entre os motoboys e os contratantes corporativos, em parte empresas de e-commerce.


Assim como o Uber, os motoboys se cadastram e são acionados pelo aplicativo para realizar o serviço mais próximo indicado pelo sistema de geolocalização. Não demorou muito para a empresa ver o potencial do e-commerce para crescer. “As pessoas não querem sair de casa e já havia um movimento do varejo de tentar reproduzir a mesma experiência de compra da loja física no e-commerce, mas a logística era a limitação”, afirma Jhonata Emerick, COO do Rapiddo. O executivo tem presença confirmada no BR Week 2016 , o maior congresso de varejo do País, que ocorrerá em junho, em São Paulo.


Se antes a entrega mais rápida era para o dia seguinte, agora, e cada vez mais, as pessoas vão querer a compra que fizeram no e-commerce no mesmo dia. E é nessa lógica que a empresa ganha espaço. Hoje, a Rapiddo atende empresas como a Netshoes, Centauro, Flores Online e outra centena de e-commerces.

Além de buscar entregar com mais velocidade para o consumidor, o varejo viu na empresa também uma alternativa para reduzir custos. Segundo Emerick, na linha final, é mais barato realizar o serviço via aplicativo do que contratar serviços tradicionais. “Reduzo o custo porque eu tenho uma rede grande de motoboys: tenho uma margem menor do que uma empresa de motoboys, mas ganho no volume”, conta o executivo.Não à toa, em tempos de crise, a empresa sentiu um aumento na procura pelos serviços. “As empresas querem reduzir custos, mas não querem perder a qualidade. Quando você usa meios tradicionais e reduzo os custos, você acaba cortando gente, o que prejudica a qualidade e o tempo da entrega”, afirma o executivo.


A grande briga, segundo Emerick, não é com os novos players que surgem no mercado, mas justamente com o mercado tradicional. Ainda assim, a empresa enxerga espaço para crescer. “Estamos projetando crescimento para este ano, mesmo porque somos uma empresa de tecnologia, porque faço otimização e inteligência que me permite reduzir custos e segmentar”, disse.

Fonte: Portal NoVarejo

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