A matéria-prima está em terreno positivo e já tocou um máximo de duas semanas, apoiada nas expectativas do ataque da aliança à Líbia e de que as exportações irão continuar interrompidas.
O petróleo está a subir impulsionado pelas preparações da aliança para atacar a
Líbia e atinge um máximo de duas semanas. Os
EUA, o
Reino Unido e
França chegaram a um acordo e decidiram que será a
NATO a assumir o comando da operação militar sobre a Líbia. Esta visa impor uma zona de exclusão aérea sobre a Líbia e proteger os civis dos ataques indiscriminados do regime de Muammar Kadhafi, de acordo com a Bloomberg.
O brent do Mar do Norte, negociado em
Londres e valor de referência para as importações europeias, está a subir 0,46% a negociar nos 116,23 dólares por barril. Já o barril de crude WTI, negociado na bolsa de
Nova Iorque, aprecia 0,55% para 105,55 dólares por barril.
“O medo de ninguém saber como é que a crise na Líbia se irá desenvolver nas próximas semanas ou meses está a manter o prémio de risco nos preços do petróleo”, disse Sintje Diek, analista no HSH Nordbanl em Hamburgo. “Continuamos a ter um risco ascendente caso se torne assumida a existência de uma guerra civil na Líbia, a qual não terá uma solução rápida, e continua a existir o medo de uma propagação das tensões aos grandes produtores de petróleo no Golfo Pérsico.”
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