Tenho contato em minhas atividades de consultoria, com diversas empresas, e estamos constatando como regra geral por parte das instituições de seguro, uma completa rejeição a cobertura das atividades Têxteis.
As atividades que demandam seguros são aquelas que oferecem algum tipo de risco, mesmo que se tomem todas as precauções e medidas preventivas, muitas vezes indo além do que a legislação específica exige, afinal cada um precisa defender seu patrimônio.
Tive acesso em uma empresa a documentos com questionamento de uma seguradora após receber uma proposta.
1- A empresa trabalha com máquinas de tecelagem?
2- A matéria prima da empresa é algodão?
Se uma das respostas acima for positiva, não aceitamos o seguro.
Portanto fica bem clara a discriminação; Será que o mesmo está acontecendo com a prospecção e produção de petróleo, onde desastres configuram os maiores prejuízos econômicos e ao meio ambiente? E com as siderúrgicas, refinarias, produção de etanol, e outras atividades que configuram um risco bem maior que o têxtil?
Outra postura, a instituição que financia a compra do algodão (EGF) exige que esta matéria prima seja segurada, e esta mesma instituição se nega a acatar o seguro.
Fica aqui o questionamento:
Qual deverá ser o procedimento a seguir?
Qual a postura do governo em relação a tal anomalia?
Existe uma agencia reguladora estatal para esta atividade?
Seria interessante que nossos colegas se pronunciassem, relatando e confirmando alguns casos ou apontando soluções encontradas.
Erivaldo
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ERIVALDO, A AGÊNCIA REGULADORA GERAL DE SEGUROS NO BRASIL É A S U S E P. É UM DOS PIORES ANTROS DE CORRUPÇÃO QUE EXISTE NO BRASIL !!! VÃO REGULAR O QUE ?
AS OUTRAS AGÊNCIAS REGULADORAS DE OUTROS SEGMENTOS, QUE NA REALIDADE TAMBÉM SÃO CABIDES DE EMPREGO E NÃO REGULAM NADA.
Caro Erivaldo,o que me preocupa,é que vi um comentário aqui,de que isso ocorre a alguns anos.
Pergunto-lhe:
O ramo têxtil não tem a quem recorrer?
Ou é aquilo que acontece no brasil,é normal,alguém lucra,pois o ramo têxtil é prostituido,ou faz parte da cultura do brasileiro,acontece,não é comigo,não tô nem ai.
Se não for nenhuma das alternativas acima,porquê ainda acontece?
Caros, seguros no Brasil sempre foram contratos bilaterais com condições unilaterais isto é , só para seguradora e para o segurado os encargos. Esta situação é muito comoda pois , quando a seguradora supõe que pode haver alguma perda ela rejeita o seguro ou põe condições tão absurdas que fica inviável.
Caro João,
Entendemos que sempre houve uma reação desfavorável a Indústria Têxtil, a contrapartida sempre foi exigida.
Contudo o momento é preocupante, a radicalização é generalizada.
As Indústria Têxteis não conseguem fazer seguro atualmente.
prezado Erivaldo., é exatamente isso que voce descreveu o que esta acontecendo, isso já a alguns anos.
a dificuldade de se fazer seguro de uma empresa têxtil está extramente dificil, pura discriminação acham que o setor é de alto risco de sinistro., é as empresas do segmento de petroleo, gás, quimicos e etc., tambem não são de alto risco.
porém as mesmas seguradoras que se negam a fazer o seguro das instalações, tem o máximo interesse em fazer seguros da frota de veiculos, caminhões, carros da empresa etc e tambem o seguro de vida dos colaboradores.
a solução encontrada é fazer todos os seguro com a mesma companhia seguradora que aceitar fazer das instalações.
joão pedro
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