A Restoque, dona das marcas Le Lis Blanc, Bo.Bô, Noir e John John, anunciou nesta quarta-feira a renúncia de seu CEO, Alexandre Afrange, que estava no cargo há 14 anos.
O diretor operacional, Livinston Bauermeister, assumiu o cargo. Livinston está há seis anos no conselho da empresa e era sócio da Artésia, o fundo de private equity que controla a Restoque. Ele saiu da Artésia em agosto de 2013 para assumir o cargo de diretor operacional da Restoque.
Apesar da troca, pouco vai mudar na empresa. Quem continua mandando é Marcio Camargo, sócio da Artésia e presidente do conselho da Restoque.
Desde o IPO, a Restoque conseguiu crescer sua receita e geração de caixa em 30% ao ano, em média. Mas em 2012, a empresa tropeçou feio.
Com um plano de expansão mal planejado, a Restoque dobrou o número de lojas, abrindo novos conceitos sem testá-los apropriadamente. Os custos explodiram, e as novas lojas não deram a receita esperada. A empresa passou de 104 lojas em 2011 para 206 em 2012. O mentor da expansão foi o próprio Camargo.
As ações implodiram na Bolsa. Negociadas a R$ 12 em 2012, agora estão em R$ 6. No ano passado, a Restoque fechou mais de 20 lojas Noir Le Lis, sua marca masculina cujo plano de negócios não se provou rentável.
Nos últimos dois trimestres, as vendas da Bo.Bô e John John começaram a reagir, mas a Le Lis Blanc, a principal marca da empresa, continua com queda nas “vendas nas mesmas lojas” na comparação com trimestres anteriores e sem sinal de melhora. (Veja o gráfico ao lado)
Ontem, antes da notícia da troca se tornar pública, as ações da Restoque caíram 10% no fechamento.
Por Geraldo Samor
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Um erro estratégico da nisso.
ha john john , depois de ser conhecida no brasil, e desejada, hj em dia e uma das marcas ,mais falsificadas, no bras, infelismente qualquer lojinha, na beira das comunidades , vende john john, falsicacoes grosseiras, sinal que ha restoque, nao soube e nao esta sabendo aproveitar, o desejo dos consumidores, todos sabem quando chega a falsificacao, e um sinal de sucesso,da marca, este e ha nossa realidades, infelismente,
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