De olho nos benefícios que a Nova Lei do Gás (PL 6407/13) pode trazer para o setor, a Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit) vai entregar a parlamentares um levantamento sobre o consumo energético nas empresas. Dados mostram que 25,2% têm o gás como principal fonte de energia. Com a meta do governo de reduzir o preço do combustível pela metade, a aprovação do projeto poderá gerar economia de R$ 350 milhões por ano para o segmento, no qual 85% dos negócios são de pequeno porte.
As fábricas têxtis são as que mais utilizam o gás, em processos de fiação, tecelagem, malharia e, sobretudo, acabamentos de tecidos. Mas toda a cadeia de produção deve tirar proveito do barateamento da energia, já que as confecções, apesar de usarem eletricidade majoritariamente, compram matéria-prima das outras unidades.
Segundo o presidente da Abit, Fernando Pimentel, o corte no preço do gás daria competitividade às mercadorias brasileiras nos mercados nacional e internacional, principalmente para a disputa com os produtos asiáticos.
— Com menos gasto em energia, sobra dinheiro para investir em pesquisa e desenvolvimento — diz.
A tendência é que, com o gás mais barato, o consumo aumente na indústria têxtil, em substituição a outras fontes de energia como lenha e óleo combustível, acrescenta Pimentel.
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Com menos gasto em energia, sobra dinheiro para investir em pesquisa e desenvolvimento — diz.
A tendência é que, com o gás mais barato, o consumo aumente na indústria têxtil, em substituição a outras fontes de energia como lenha e óleo combustível, acrescenta Pimentel.
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