Industria Textil e do Vestuário - Textile Industry - Ano XIII

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A China deverá tornar-se, em cinco anos, o segundo maior mercado do mundo para os bens de luxo, atrás dos EUA, ultrapassando a França, a Grã-Bretanha, a Itália e o Japão, segundo um novo estudo que confirma ainda os países emergentes como os impulsionadores deste segmento. 

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Emergentes dinamizam luxo

Os países desenvolvidos ainda dominam o mercado do luxo pessoal, mas as dificuldades económicas estão a reduzir a procura, com as crescentes classes médias nas economias emergentes a assumirem esse papel, revela o estudo do grupo de pesquisa de consumo Euromonitor.

As vendas de bens de luxo podem ultrapassar os 302 mil milhões de dólares (233,35 mil milhões de euros) este ano, mais 4% em comparação com 2011, com os consumidores das nações em desenvolvimento a comprarem carteiras, vestuário, joalharia, relógios, vinhos, champanhe e bebidas espirituosas, indica.

«Beneficiando de uma classe média em acelerada ascensão e de uma rede de distribuição do luxo em rápido crescimento, as vendas de artigos de luxo na China tiveram consistentemente uma performance superior ao mercado mundial», sublinha o Euromonitor.

O Japão é atualmente o segundo maior mercado mundial para artigos de luxo, mas a sua quota tem vindo a encolher à medida que o país luta com problemas económicos.

A procura por bens de luxo tem perdido o seu brilho este ano nos mercados desenvolvidos do Ocidente e no Japão devido ao aumento dos preços e à crescente insegurança em relação ao emprego e às reformas, explica o Euromonitor.

Contudo, os mercados emergentes liderados pelo chamado grupo dos BRIC – Brasil, Rússia, Índia e China – estão a compensar.

Os países BRIC irão representar 11% das vendas totais do luxo, com o valor de retalho combinado de mais de 33 mil milhões de dólares este ano, um aumento em comparação com os apenas 4% em 2007.

Os quatro maiores mercados mundiais do luxo – os EUA, o Japão, a Itália e a França – ainda representam quase metade do valor em vendas este ano, refere o relatório.

O vestuário de designer deverá manter-se como o artigo mais vendido, representando 42% do volume de negócios total dos artigos de luxo até 2017, mas a joalharia e a relojoaria estão rapidamente a ganhar popularidade, acrescenta.

Embora a importância da China para os produtores de artigos de luxo tenha aumentado nos últimos anos, há sinais de que o crescimento esteja a abrandar.

As ações do grupo de vestuário e acessórios de luxo Burberry caíram após a empresa britânica ter lançado um aviso surpresa de lucro que os analistas atribuíram ao abrandamento económico da China.

Fonte:|http://www.portugaltextil.com/tabid/63/xmmid/407/xmid/41666/xmview/...

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