Fonte:|br.fashionmag.com|
A empresa de vestuário Esprit, sediada em Hong Kong, prometeu deixar imediatamente de utilizar a controversa técnica de jato de areia na sua cadeia de produção mundial.
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A proibição aplica-se a todos os tecidos da Esprit e a todos os fornecedores internacionais, segundo confirmou a empresa. «Para assegurar a saúde e o bem-estar dos seus funcionários, a Esprit pretende continuamente melhorar as suas condições de trabalho e está por isso a proibir imediatamente o uso de jato de areia», explica a Esprit em comunicado.
A empresa está em processo de informar os seus fornecedores sobre esta nova diretriz e irá fazer inspecções regulares aos seus processos de produção. A empresa referiu ainda que encontrou alternativas satisfatórias ao jato de areia que produzem um efeito semelhante mas de uma forma mais ecológica.
O jato de areia, um processo de acabamento têxtil usado para conseguir o efeito usado no denim, preocupa a indústria. No mês passado, um sindicato global que representa os trabalhadores do setor pediu a proibição deste método e a Levi Strauss&Co e a H&M já proibiram a sua utilização.
O método, que envolve a aplicação sob alta pressão de partículas de areia nas peças de vestuário, é suspeito de pôr em risco a saúde dos trabalhadores. «Este é um risco ao qual a Esprit não quer submeter nem os seus trabalhadores nem os dos seus fornecedores», conclui a empresa.
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O mais curioso e preocupante neste segmento é que as empresas apenas repetem o que outras senelhantes fazem, ou seguem orientação de fornecedores de suprimentos sem se preocuparem em pesquisar e desenvolver outros processos menos agressivos aos funcionários e ao meio ambiente e também até mais baratos.
É outro segmento têxtil que precisa sair da zona de conforto.
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