Industria Textil e do Vestuário - Textile Industry - Ano XVI

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Não é só - Filatório -Tear-............

Tem Coca-Cola

Pasmem, tem Teologia

Então vamos de FIDES ET RATIO

 

Fides et ratio
Ioannes Paulus PP. II

 

  • CAPÍTULO IV - A RELAÇÃO ENTRE A FÉ E A RAZÃO
    • 3. O drama da separação da fé e da razão

 

....................... 48. Assim, o dado saliente desta última parte da história da filosofia é a constatação duma progressiva separação entre a fé e a razão filosófica. É verdade que, observando bem, mesmo na reflexão filosófica daqueles que contribuíram para ampliar a distância entre fé e razão, se manifestam às vezes gérmenes preciosos de pensamento que, se aprofundados e desenvolvidos com mente e coração recto, podem fazer descobrir o caminho da verdade. Estes gérmenes de pensamento podem-se encontrar, por exemplo, nas profundas análises sobre a percepção e a experiência, a imaginação e o inconsciente, sobre a personalidade e a intersubjectividade, a liberdade e os valores, o tempo e a história. Inclusive o tema da morte pode tornar-se, para todo o pensador, um severo apelo a procurar dentro de si mesmo o sentido autêntico da própria existência. Todavia isto não pode fazer esquecer a necessidade que a actual relação entre fé e razão tem de um cuidadoso esforço de discernimento, porque tanto a razão como a fé ficaram reciprocamente mais pobres e débeis. A razão, privada do contributo da Revelação, percorreu sendas marginais com o risco de perder de vista a sua meta final. A fé, privada da razão, pôs em maior evidência o sentimento e a experiência, correndo o risco de deixar de ser uma proposta universal. É ilusório pensar que, tendo pela frente uma razão débil, a fé goze de maior incidência; pelo contrário, cai no grave perigo de ser reduzida a um mito ou superstição. Da mesma maneira, uma razão que não tenha pela frente uma fé adulta não é estimulada a fixar o olhar sobre a novidade e radicalidade do ser.

À luz disto, creio justificado o meu apelo veemente e incisivo para que a fé e a filosofia recuperem aquela unidade profunda que as torna capazes de serem coerentes com a sua natureza, no respeito da recíproca autonomia. Ao desassombro (parresia) da fé deve corresponder a audácia da razão.

 

 

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Comentário de Sam de Mattos em 16 fevereiro 2011 às 19:48

Primeiramente, os cânones da filosofia cristã, e os do Erivaldo (também) nos da o livre-arbítrio de escolhermos os nossos assuntos: Aqui no blog, vai de tecnologia, a sexologia de anjos; de anatomia de pinguins, a Carlos Drummond de Andrade; de tomadas eletricas a focinhos de porco. Claro, uma vez que não sejamos vulgares.

Quanto ao presente artigo, eh pena que o Papa coloque um assunto tão intrigante numa forma tão arcana de se entender - para pessoas simples como eu. 

EU CREIO que ele quer, por meio de linguajar arcano, pomposo (de quase pseudo-didata) e medieval, ser um apologista da FE - e afirmando que a RAZAO E FE andam de mãos juntas.

Bem isso pode ser o ponto de vista do Vaticano, mas não é o BIBLICO. Em varias instancias eh mencionado nessas escrituras, que A FE E UMA DADIVA OU DOM DE DEUS. Dadiva e dons são presentes. Ronaldo e Pelé nasceram com o dom da bola. Eu e o Hans-Juergen, tentamos, mas somos pernas de pau. Idem DADIVA: Uns tem a dadiva de ganharem na loteria, terem filhos bonitos ou de serem bem casados. Outros podem ter OUTRAS DADIVAS, mas não essas. Não ha razão, além de carinho, amor, que possa justificar O POR QUE de um presente honesto, genuíno, dado sem segundas intenções...

Ah, Ah, Ah: NAO SOU CONTRA OS HOMEM DE FE, porque ele recebeu uma dadiva a qual eu recebi somente um pouquinho, de tamanho muito menor do que uma semente de mostarda.

Tivesse eu a fé de um tamanhinho desta semente, transportaria as minhas maquinas para a China e Índia por meio de Telekineses...

Religião e Politica (e até certo ponto, futebol) sao assuntos que dificilmente se ha uma conclusão definitiva. Dai, evitando este assunto polemico não ha discussão logica, cartesiana, nem sofistica que possa provar um lado ou outro.

Dai não comentarei nos méritos da FE x RAZAO. E nem vou cutucar o Papa de vara curta. Só comentarei que o assunto (1) eh medieval, (2) não bíblico e (3) muito mal escrito, tipo os rascunhos d

Comentário de Fabrício Leite em 16 fevereiro 2011 às 19:21

Amigo Ingo,

Nestes últimos meses tive "n" exemplos de como o nosso BLOG é influente dentro da cadeia têxtil e ouso dizer da indústria e comercio em geral dado à importância do nosso setor.

É fantástica a participação dos colaboradores deste BLOG, com suas opiniões, crônicas e posts direcionados a economia, a indústria, ao varejo, a moda e a cultura geral.

Sem dúvida, “cultura” é mais um assunto polêmico para se discutir. Uns dizem que têm mais que os outros. Se você não gosta de algo, logo é sem cultura. SERÁ? Mas uma coisa é certo, ela nos influência e muito para aumentarmos nossa “bagagem”.

Reforço o seu Post! PARABÉNS...

Textile Industry também é CULTURA...

Comentário de Textile Industry em 16 fevereiro 2011 às 18:40

Caro Ingo,

Textile Industry é para Profissionais que militam na Cadeia Têxtil, portanto quem detiver algum tipo de conhecimento que considere importante para nossa comunidade, sinta-se a vontade para dividi-lo.

Muito oportuno o título de seu post.

Abraços,

Erivaldo

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