Industria Textil e do Vestuário - Textile Industry - Ano XIV

Industria Textil e do Vestuário - Textile Industry - Ano XIV

O Que Protege o Consumidor é Emprego e Renda - Aguinaldo Diniz, Presidente da ABIT

Por que haveríamos de ceder nosso maior ativo, o mercado interno, a nações que competem deslealmente conosco?

Temos lido vários artigos criticando as ações do governo em defesa da indústria brasileira e as iniciativas e propostas do setor têxtil e de confecção em busca de isonomia concorrencial com seus competidores internacionais.

Também observamos um debate que consideramos excludente: ou de que o País será um grande produtor de bens agrícolas e minerais, ou que caminhamos para ser uma imensa área de serviços. Entretanto, a indústria tem a visão inclusiva de que o Brasil reúne condições para, simultaneamente, ser forte no setor primário, nos serviços e na
manufatura.
O País jamais poderá prescindir de sua base industrial. Nações desenvolvidas em crise, como os Estados Unidos, buscam a reindustrialização, pois se deram conta do grande erro que foi transferir suas fábricas.

Outro argumento que temos ouvido é que o consumidor pagará mais caro pelo produto importado em razão de legítimas medidas de defesa comercial. Essa hipótese não tem sustentação na realidade, pois o item que tem puxado a inflação é o preço dos serviços. Ora, não se viaja ao exterior para cortar o cabelo ou frequentar uma academia. Ainda a
respeito de preços ao consumidor, a indústria têxtil e de confecção tem contribuído de modo significativo para a estabilidade: de julho/94 até dezembro/11, a inflação acumulada pelo setor, medida pelo IPCA, foi de 166,3%. No mesmo período, o índice geral evoluiu 297%. Os preços do vestuário no Brasil foram os que menos subiram durante todo esse tempo.

A partir de dezembro de 2009, o IBGE passou a divulgar o Índice de Preços do Produtor, medindo a evolução dos valores cobrados pelas indústrias. O que ocorreu foi o seguinte: em 2011, os preços do vestuário por parte da indústria subiram 4,9%. Nesse mesmo período, o
acumulado do IPCA do vestuário, medido no varejo, foi de 8,2%.

Observem que esses 8,2% deram-se diante de um crescimento de 40% nas importações
físicas de roupas, sendo que uma recorrente justificativa para essas compras no exterior é a de oferecer produtos mais baratos aos brasileiros. Fica claro ser a indústria têxtil e de confecção do Brasil que tem se preocupado com o consumidor.

O setor, quarto maior produtor mundial de vestuário e quinto de têxteis, tem no seu DNA a concorrência. A sociedade pode contar com a sua competência e qualidade como legítimo e majoritário fornecedor de vestuário, cama, mesa, banho, tecidos para decoração e tecnológicos. São mais de 30 mil empresas instaladas no País, disputando o mercado
nacional e internacional, empregando cerca de oito milhões de pessoas direta e indiretamente e investindo de modo permanente em máquinas, equipamentos, tecnologia, capacitação e sustentabilidade. Essa indústria, que gera empregos e cuida do poder aquisitivo do consumidor, não demanda favores e nem artificialismos. O que nao pode tolerar é que nos transformemos em meros importadores.

O mundo está em crise e os países em busca de geraçao de empregos e de colocaçao de seus excedentes produtivos. Por que haveríamos de ceder nosso maior ativo, o mercado interno, a nações que competem deslealmente conosco? O que ganharemos ao destruir nossa manufatura? É legítimo impor à industria brasileira desvantagens quanto aos seus concorrentes estrangeiros, via programas estaduais que concedem incentivos ao produto
importado? Aceitaremos que as tarifas de importaçao consolidadas na Organização Mundial do Comércio (OMC) sejam neutralizadas por políticas cambiais de países que desvalorizam artificialmente suas moedas? A resposta de nossa sociedade só pode ser um imenso ?nao? à
desindustrializaçao.

A agenda de trabalho da ABIT tem dois pilares: resgate da competitividade sistêmica do País e do setor e a legítima defesa comercial contra países que praticam o dumping cambial, concedem subsídios passíveis de questionamentos na OMC e têm legislações trabalhistas, sociais, ambientais e previdenciárias absolutamente frouxas quando comparadas às existentes no Brasil. Aos arautos da globalização desmedida, em busca de lucros momentâneos, afirmamos: nao somos contra o comércio internacional. Porém, se os produtos são globais, os procedimentos de fabricação também devem ser. Nesse
contexto, o fator que realmente protege o consumidor é aquele que lhe garante o poder de compra, ou seja, o emprego. Assim, vamos gerar aqui os postos de trabalho que a desindustrialização em curso criará em outros países.

* Aguinaldo Diniz Filho, Presidente do Conselho da Associação Brasileira
da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit).

Fonte:|http://www.incorporativa.com.br/mostranews.php?id=7858

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Respostas a este tópico

Ontem falei aqui no Textile que deveriamos olhar com mais carinho para nosso mercado interno.

Para que nosso mercado seja comprador é necessário renda que é gerada pelo trabalho como Diniz falou.

A China já está preparando seu mercado interno para assimilar os produtos provenientes da retaliação comercial que sofrerá do mundo.

Obama vai usar a plataforma de repatriar os empregos para se reeleger.

Sarkozy na França já falou que os franceses precisam trabalhar mais para abastecer seu mercado que é inundado de produtos importados. (30 Horas)

Esta história deverá se repetir na maioria dos paises europeus que não tem mais como esconder seus deficits provenientes do comercio internacional e dos gastos publicos.

A onda está começando!

Temos que nos mexer pra não perder o bonde da História!!!

Torna-se necessário que se pergunte ao governo se eles são a favor de : salário mínimo de R$ 400,00 ou menos, eliminação do FGTS, 13º, férias de 30 dias e demais benefícios obtidos ao longo do tempo. Caso o governo diga abertamente que sim (eu duvido muito), não precisa fazer mais nada. Basta seguir como está. Caso a resposta seja não, que ele governo, é favor do trabalhador, então cabe outra pergunta. O que eles estão esperando para fazer algo que nos proteja de países que tratam seus trabalhadores desta forma? Não precisamos de previlégios. Precisamos de igualdade. E igualdade significa isonomia.

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O mundo está em crise e os países em busca de geraçao de empregos e de colocaçao de seus excedentes produtivos. Por que haveríamos de ceder nosso maior ativo, o mercado interno, a nações que competem deslealmente conosco? O que ganharemos ao destruir nossa manufatura? É legítimo impor à industria brasileira desvantagens quanto aos seus concorrentes estrangeiros, via programas estaduais que concedem incentivos ao produto
importado? Aceitaremos que as tarifas de importaçao consolidadas na Organização Mundial do Comércio (OMC) sejam neutralizadas por políticas cambiais de países que desvalorizam artificialmente suas moedas? A resposta de nossa sociedade só pode ser um imenso ?nao? à
desindustrializaçao."

" Por que haveríamos de ceder nosso maior ativo, o mercado interno, a nações que competem deslealmente conosco? O que ganharemos ao destruir nossa manufatura? É legítimo impor à industria brasileira desvantagens quanto aos seus concorrentes estrangeiros, via programas estaduais que concedem incentivos ao produto
importado? Aceitaremos que as tarifas de importaçao consolidadas na Organização Mundial do Comércio (OMC) sejam neutralizadas por políticas cambiais de países que desvalorizam artificialmente suas moedas? A resposta de nossa sociedade só pode ser um imenso ?nao? à
desindustrializaçao."

DR. ARNALDO: as suas palavras sao sabias. Se os seus acessores lhes der um sumario do que estamos pleiteando, demandando e nos organizando ate para greve se preciso for o senhor vera que as suas palavras e as nosas palavras sao concorrentes.   Esse velho espirito empreendedor de seu tetraavo Nepomuceno com a criacao da incipiente Indrustria Textil no Brasil em Biribiri (Diamantina), esta refletido nesse seu texto.

Indo direto ao Ponto Dr. Arnaldo, sentimos qie a ABIT, como se fala em linguajar de Fuzileiros Navais, “talk the talk but doesn’t walk the walk”, ou seja, “fala o ‘papo’ mas nao anda a trilha.”.

Sentimos que voces como um orgão DE FACTO militante da classe, sao ineficientes. Mais Dr. Agnaldo: Sentimos que os senhores estao desconectados dos anseios, do desespero, da insatisfação que existe dentro da classe.

Voces estao tao desconectados que enquanto alguns dos senhores estao nos eventos socias, no lobbying em Brasil, nos “comes e bebes e toma”. A pressão na caldeira dos trabalhadores texteis cresce, existe pouca agua e a indignacao é grande. Darei-lhe-ei um exempli gratia: O nosso povo procura muito mais a ABTT de duzentos e poucos associados, o SINDITEXTIL do Fabio Beretta Rossi de Americana SP, do que a ABIT.

Sentimos que esta organização esta comprometida ou conivente: Como pode ser aceito entre voces, Capitaes das Indústrias e importadores de tecidos Chines? Claro, se algum deles for acionista da Cedro e Cachoeira, talvez o senhor talvez tera que tragar a taça de fel. Mas nós não, Dr. Agnaldo, nós não.

Voces esta servindo “a dois Senhores”, e isso nao é Biblico e nem aceitavel no Torah.

Nos somos da escola  antiga, Dr. Arnaldo: Achamos (Carlos Alberto, passe essa a D. Dilma) que as Forcas Armadas Brasileiras devem ser fardadas pelas Industria Brasileiras. Eu creio que os fuzileiros Navais do Brasil RECLAMARAM dos tecidos importados e estão usando fardamento com pano Brasileiro. Em meu ver, gosto ainda mais dessa corporação por isso.

O seu texto esta bom, Dr. Arnaldo.

Ele concorre com o nosso pensamento.

O “papo” foi dito. Agora, Dr. Agnaldo, que a ABIT ande a trilha conosco.

SdM

A ABIT tem entre eles IMPORTADORES DE FIOS, DE PANOS da CHINA. Alguns deles vemdem panos ao Exercito e a Aeronautica do Brasil ( Verginha para AMBAS AS COPORACOES!). O COMERCIENTE tem o direito de importar fio ate do SATANAS. Mas um membro, um diretor de uma organizacao que supostamente e a Associacao Brasileira da Industria Textil que importa fios e panos e fecha as suas fabricas, ELES DEVEM ENTRAR PARA UMA ASSOCIACAO DE COMERCIANTES ou de IMPORTADORES. Esse e a minha visao de velho, retrogrado e atrasado e de pouca cultura, com um diabo de teclado sem os cedilhas, acentos e til. Ao diabo com eles.

Gustavo Pereira dos Santos disse:

Ontem falei aqui no Textile que deveriamos olhar com mais carinho para nosso mercado interno.

Para que nosso mercado seja comprador é necessário renda que é gerada pelo trabalho como Diniz falou.

A China já está preparando seu mercado interno para assimilar os produtos provenientes da retaliação comercial que sofrerá do mundo.

Obama vai usar a plataforma de repatriar os empregos para se reeleger.

Sarkozy na França já falou que os franceses precisam trabalhar mais para abastecer seu mercado que é inundado de produtos importados. (30 Horas)

Esta história deverá se repetir na maioria dos paises europeus que não tem mais como esconder seus deficits provenientes do comercio internacional e dos gastos publicos.

A onda está começando!

Temos que nos mexer pra não perder o bonde da História!!!

ERRATA HISTORICA: Um dos pioneiros, senao o Pioneiro da Industria Textil foi o Industria ANTONIO MASCARENHAS, com a sua fabrica, CACHOEIRA, la para os 1860 em INIMUTABA, MG. Depois o seu irmao CAETANO MASCARENHAS abriu a fabrica CEDRO, em Caetanopolis, MG. Creio que a primeira fusao industrial Brasileira foi em 1872 quando os irmaos se uniram comercialmente e fundaram a veneravel CEDRO E CACHOEIRA.

Sam de Mattos disse:

" Por que haveríamos de ceder nosso maior ativo, o mercado interno, a nações que competem deslealmente conosco? O que ganharemos ao destruir nossa manufatura? É legítimo impor à industria brasileira desvantagens quanto aos seus concorrentes estrangeiros, via programas estaduais que concedem incentivos ao produto
importado? Aceitaremos que as tarifas de importaçao consolidadas na Organização Mundial do Comércio (OMC) sejam neutralizadas por políticas cambiais de países que desvalorizam artificialmente suas moedas? A resposta de nossa sociedade só pode ser um imenso ?nao? à
desindustrializaçao."

DR. ARNALDO: as suas palavras sao sabias. Se os seus acessores lhes der um sumario do que estamos pleiteando, demandando e nos organizando ate para greve se preciso for o senhor vera que as suas palavras e as nosas palavras sao concorrentes.   Esse velho espirito empreendedor de seu tetraavo Nepomuceno com a criacao da incipiente Indrustria Textil no Brasil em Biribiri (Diamantina), esta refletido nesse seu texto.

Indo direto ao Ponto Dr. Arnaldo, sentimos qie a ABIT, como se fala em linguajar de Fuzileiros Navais, “talk the talk but doesn’t walk the walk”, ou seja, “fala o ‘papo’ mas nao anda a trilha.”.

Sentimos que voces como um orgão DE FACTO militante da classe, sao ineficientes. Mais Dr. Agnaldo: Sentimos que os senhores estao desconectados dos anseios, do desespero, da insatisfação que existe dentro da classe.

Voces estao tao desconectados que enquanto alguns dos senhores estao nos eventos socias, no lobbying em Brasil, nos “comes e bebes e toma”. A pressão na caldeira dos trabalhadores texteis cresce, existe pouca agua e a indignacao é grande. Darei-lhe-ei um exempli gratia: O nosso povo procura muito mais a ABTT de duzentos e poucos associados, o SINDITEXTIL do Fabio Beretta Rossi de Americana SP, do que a ABIT.

Sentimos que esta organização esta comprometida ou conivente: Como pode ser aceito entre voces, Capitaes das Indústrias e importadores de tecidos Chines? Claro, se algum deles for acionista da Cedro e Cachoeira, talvez o senhor talvez tera que tragar a taça de fel. Mas nós não, Dr. Agnaldo, nós não.

Voces esta servindo “a dois Senhores”, e isso nao é Biblico e nem aceitavel no Torah.

Nos somos da escola  antiga, Dr. Arnaldo: Achamos (Carlos Alberto, passe essa a D. Dilma) que as Forcas Armadas Brasileiras devem ser fardadas pelas Industria Brasileiras. Eu creio que os fuzileiros Navais do Brasil RECLAMARAM dos tecidos importados e estão usando fardamento com pano Brasileiro. Em meu ver, gosto ainda mais dessa corporação por isso.

O seu texto esta bom, Dr. Arnaldo.

Ele concorre com o nosso pensamento.

O “papo” foi dito. Agora, Dr. Agnaldo, que a ABIT ande a trilha conosco.

SdM

Aguinaldo Diniz


tens uma bela oratória!!!!assim como os 224 deputados + 35 senadores que participam da Frente Parlamentar Textil Jose de Alencar....

mandei outro  e-mail para vc, Skaf, Zeca Dirceu,e Jonatan da ABITEX....para amanhecer o dia 6/3/2011...como sempre NUNCA tive um retorno sequer!!!! nao interessa se estes e-mail foram com palavras asperas ou não....mas sim o conteudo, o qual apenas espelha apenas a minha indignação e protesto com todos vcs.

o que  vc diz acima, simplesmente NÃO  é real, apesar de vc deixar bem  claro que  realmente necessitamos de uma providência urgente!!! os interesses estão apenas voltados para ""tentar segurar"" um pouco as importaçoes SOMENTE  de confecçoes!!! até agora NENHUMA ATITUDE  contundente foi tomada para no mínimo dar ""um breca"" em todo o setor textil e em outros segmentos tb.Me admira que consciência existe....porém NÃO EXISTE ATITUDE EFICIENTE E IMEDIATA!!!!


MAIS UMA VEZ : somente confecções!!!!!


19 - 9764 7960

ps.: demiti  hoje mais 4 colaboradores...e fechei 1 cnt com a China, ( até o momento somente importava máquinas para produzir e gerar empregos no Brasil.........doravante somente  produtos.....infelizmente estou  colaborarando  tb para empregar asiaticos.....!!!!! é mais facil e lucrativo que empregar brasileiros!!!!!!)

Todas calados, submissos e mesmerizado pelo o porte majestico do modelo, lindo pano de fundo abonado por ancestrais historicos. Deverei retirar as minhas palavras? Serei penalizado pela pompa e propriedade? Serei ameacado? Retirarao meu passaporte? Tomarei ou nao Melatonina para dormir? Medirei mais as minhas palavras, pois o silencio daqui soa alto demais...

SdM -rsrs

Depois de ler tudo que já foi escrito pelo Dr. Aguinaldo e os leitores, acredito que tudo se resume na garantia de emprego. Para o patrão a questão está na garantia da produtividade e da possibilidade de bons preços, tanto na compra de insumos, como na venda de seus produtos. O que precisa ser discutido e garantido no nosso país é a redução dos custos de tudo, inclusive dos impostos. Custo da incapacidade de gestão dos impostos, da gestão das empresas, da manufatura e controle de desperdício de materiais e tempo. Conclusão: tudo se resume em custos. BOM TRABALHO A TODOS!!!

OBVIAMENTE, temos bolas de crista distintas. A interpretacao eh subjetiva e nao me meterei em inanas discussoes semanticas de um mal artigo, escrito por pelego sem estilo. Somente reitero o fato, que importando pano, nao podera haver  nenhuma garantias de emprego nas Tecelagens. Importando fios, nao ha garantias de empregos em Fiacoes. Como disse o Sr. SILVA, Presidente da Coteminas, importacoes HONESTAS (como a dele) de pano da China SAO ABSOLUTAMENTES ACEITAVEIS E TAMBEM LEGAIS. Nao discuto isso. O absurdo eh termos gente da ABIT (Associaocao Brasileira de Industrias Texteis) importando fios e panos da China. O meu ponto eh que eles estao NUMA AGREMIACAO ERRADA. Deveriam estar com os COMERCIANTES, IMPORTADORES, SINDICATO DE COMERCIO INTERNACIONAL, CAMARAS DE COMERCIO add infinitum. O meu ponto e que eles NAO NOS REPRESENTAM. O resto e Masturbacao Mental e Bulshit. SdM

FRANCISCA DANTAS MENDES disse:

Depois de ler tudo que já foi escrito pelo Dr. Aguinaldo e os leitores, acredito que tudo se resume na garantia de emprego. Para o patrão a questão está na garantia da produtividade e da possibilidade de bons preços, tanto na compra de insumos, como na venda de seus produtos. O que precisa ser discutido e garantido no nosso país é a redução dos custos de tudo, inclusive dos impostos. Custo da incapacidade de gestão dos impostos, da gestão das empresas, da manufatura e controle de desperdício de materiais e tempo. Conclusão: tudo se resume em custos. BOM TRABALHO A TODOS!!!

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