BRASIL - A NACAO DO MUTIRAO:
Cada vez mais observador eu vejo a inabilidade do LATINO a planejar em longos termos.
Somos amantes da baderna, da desconstrução, do “auê” do corre-corre, do pega-pra-capar.
Amantes da adrenalina? Não, não. Antes fosse isso. Seria um ideal mais nobre.
Nas decisões apressadas e afobadas cria-se um campo fértil de desvios, roubos no erário, superfaturamento.
Fazemos assim corrido por politicagem. (O tal “pork”, os extras supérfluos adicionados aos nossos projetos), por motivos de abertura de credito a quem não pode pagar e o “catzo”.
Podemos ser um povo incompetente, mas em se tratando de “maracutaias”, tramas, desonestidade, e afins, há uma fonte energética imensa em nossos genes. O pior é que fonte pútrida não será voltada para o positivo em breve.
Outros problemas é que muitos desconhecem que ela existe, estamos satisfeito com pouco, somos alheios aos fatos, não conhecemos alternativas e referenciais, e o pior: somos parte ou estamos resignados a essa podridão.
A questão dos portos poderia ser feita com calma, em dialogo aberto e franco - para que o povo pudesse avaliar as falas e texto - e de uma maneira organizada.
Também a construção de nossos estádios e assim vai. Mas, como disse, fazendo-se assim não há como mascarar a merda institucionalizada, o roubo a desonestidade.
No Brasil se luta por uma SIGLA e não pela pátria. E queremos mais siglas.
Finalizando, de que adiantaria a resolução da questão portuária se não temos estradas de ferros, pontes e rodovias? Nada. Seria mais uma Coreografia Brasiliensis, mais miçangas para enganar índios – e mais uma vez perdemos o bonde – vazio - da historia.
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