Industria Textil e do Vestuário - Textile Industry - Ano XII

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Governo aumenta linha de crédito para evitar apagão na Copa 2014

Governo aumenta linha de crédito para evitar apagão na Copa 2014

Fonte: Jornal do Brasil

Na tentativa de evitar apagões durante os jogos da Copa do Mundo de 2014, o Conselho Monetário Nacional (CMN) decidiu, em reunião no final da manhã desta quinta-feira (25), aumentar o valor da linha de crédito disponível para distribuidoras, geradoras e transmissoras de energia junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). A linha de crédito passou de R$ 350 milhões para R$ 850 milhões.

 

Os recursos extras estarão disponíveis apenas para as empresas de energia sediadas nos Estados que receberão jogos da Copa. Segundo o assessor da Secretaria do Tesouro Nacional Bruno Leal, os recursos devem, obrigatoriamente, financiar investimentos em transmissão, geração e distribuição de energia. Leal garantiu, no entanto, que o aumento da linha de crédito nada tem a ver com os recentes episódios de apagões sofridos em todo o País.

 

"Isto está relacionado com a identificação de necessidades de obras para garantir energia para a Copa. Isso foi identificado pelo grupo de trabalho da Copa, em acordo com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), que garantiu essa prioridade para esses investimentos", disse.

 

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Comentário de petrúcio josé rodrigues em 28 outubro 2012 às 13:08

Romildo, o Brasil em 2002 inicou com um artifício de impor  ao  consumidor o FINANCIAMENTO  DE  INVESTIMENTOS, NA INFRAESTRUTURA DO SETOR  ATRAVES  DO SEGURO APAGÃO.

veja  a  seguir:

O encargo de capacidade emergencial (art. 2º da resolução

nº 71/2002) destina-se a ratear os custos com a contratação de capacidade de

geração e potência. O valor de tal encargo será estabelecido pela ANEEL, em

R$/KWh, excluindo da tarifação extra somente os consumidores de baixa

renda. Ressalte-se que, para o ano em curso, já foi estabelecido pela ANEEL o

valor do encargo, o qual, ainda a partir do mês de passado, era de R$

0,0049/KWh.

O encargo de aquisição de energia elétrica emergencial (art.

4o. da Res. nº 71/2002) , por sua vez, ressalvados os consumidores de

baixa renda e aqueles denominados consumidores de classe residencial

B1 e rural B2 que possuam um consumo mensal menor do que 350KW/h,

será rateado pelos consumidores de energia elétrica, conforme valor estipulado

mês a mês pela ANEEL, e terá por finalidade custear a aquisição de energia

elétrica contratada.

em 2006, o somatório deste  ferramental impróprio e inoportuno, já  somavam 300 milhões  de  reais (R$). O STF decidiu em dois julgados que  o assinte  era  constitucional, e até  anulou decisões de liminares, quando consumidores insatisfeitos buscaram  seus  direitos.

o investimentos  do setor energético, é  de  responsabilidade do Estado.

Nosso povo que financia mensalões, pode  até  financiar financiar o setor  eletrico do pais, e com os  seus próprios investimentos pagar mais  cara a ENERGIA ELÉTRICA.

são lições dos  sarnei's e lobão's  da  vida.

 

Comentário de Romildo de Paula Leite em 27 outubro 2012 às 15:03

    Petrucio, em quanto houver os Sarney e os Lobão da vida mandando no Ministério de Minas e Energia, não haverá verba que chegue para dar solução aos apagões. Dona Dilma que abra os olhos.

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