A justificativa da Fibracel para o pedido de prorrogação foi a crise financeira e falta de recursos para adquirir o equipamento importado para cessar a emissão de poluentes que geram odores, com a implantação
de termo-oxidador para abatimento dos poluentes remanescentes. O custo
estimado é de R$ 8,5 milhões. Na audiência pública realizada em
novembro, o diretor-superintendente da Fibracel, Reinaldo Kroger, alegou
que a empresa encerrará o ano com um déficit de R$ 10 milhões.
A assinatura do aditamento pelo promotor Castanheiro esta semana levou em consideração o parecer favorável por unanimidade do público presente na audiência pública, além dos pareceres favoráveis da Cetesb
(Companhia Ambiental de São Paulo), Secretaria do Meio Ambiente de
Americana e Secretaria de Desenvolvimento Econômico.
Apesar do novo prazo, o termo estabelece que o não cumprimento pela Vicunha/ Fibracel de qualquer das obrigações previstas implicará na imposição de penalidades administrativas, sem prejuízo da adoção das
medidas judiciais.
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