Eliane de Brum | eliane.debrum@pioneiro.com
O projeto de lei que cria o Banco do Vestuário de Caxias do Sul será sancionado nesta segunda-feira pelo prefeito José Ivo Sartori (PMDB). A iniciativa ajudará a buscar soluções para pelo menos três problemas: a falta de mão-de-obra qualificada para a indústria têxtil e do vestuário, a destinação dos resíduos gerados por essa atividade e a falta de oportunidades de emprego e renda para a população pobre da cidade.
O trabalho é simples: as indústrias irão repassar resíduos aproveitáveis, como retalhos de tecidos, malhas, fios, botões, couros, espumas e outros ao banco. Esse material servirá para a confecção de roupas, edredons, sacolas e peças de artesanato a serem produzidas por clubes de mães e associações cadastradas.
Ainda não estão definidas quais as beneficiadas, mas Valter Franzosi, presidente da Fundação Caxias, entidade que coordenará o banco, afirma que serão entidades que já têm alguma atividade afim.
— Não devemos ter dificuldades no início. Os próprios clubes de mães já estão aguardando com ansiedade o início do trabalho — revela Franzosi.
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